Ministra da Justiça vai conceder a nacionalidade Cabo-verdiana a Suleimane Djaló, pai da menor Raiatu Djaló
Informações avançadas pelo Ministério da Justiça, em comunicado, refere que a propósito de recentes notícias sobre alegadas dificuldades com o pedido de Nacionalidade Cabo-verdiana, a Ministra da Justiça, Joana Rosa, vai conceder a nacionalidade Cabo-verdiana, por naturalização, ao Suleimane Djaló, podendo a filha menor, Raiatu Djaló, solicitar a nacionalidade junto da Conservatória dos Registos Centrais.
Desta forma, esta jovem pode beneficiar da bolsa de mérito e prosseguir com os seus estudos em Portugal.
De recordar que Raiatu Djaló é uma estudante de 17 anos, filha de imigrantes Guineenses, reside em Cabo Verde, desde os 3 anos de idade, e vem solicitando facilitação no processo de aquisição da nacionalidade para conseguir vaga e bolsa de estudo na Direção Geral do Ensino Superior.



Foi uma exceção ou ele passou a preencher os requisitos legais.Se as decisões são tomadas para satisfazer as reivindicações e opiniões das redes sócias ou das greves de fome estamos mal. Ou seja, uma república de Facebook
Deveria haver uma onda de solidariedade a volta dessa nossa irmã da Guiné. Não houve.
Nem os senhores do mato sussuraram.
Nós ainda não nos libertamos do fantasma do colonialismo. longe mesmo. Como se entende que,por estar em comissão de serviço durante 5 anos em Cabo Verde, um senhor português da Tap, sr João Inglês conseguiu a nacionalidade caboverdeana? Como e porquê se nem sequer aqui comprou ou investiu numa bicicleta sequer?
Triste essa nossa postura para um povo tão amigo e honesto da Guiné Bissau. Como caboverdeano me revolta e me envergonha
Na ilha do Fogo, os irmãos da costa de África são chamados de”AMIGO” e não de Mandjaco como em S.Tiago. mostra a diferença.
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