1-A vontade dalguns era ver a ponte cair abaixo. Mas apanharam mau. Os Tudólogos, Engenheiros de facebook e profetas da desgraça; vendo o resultado final, que nos orgulha, tentam agora, apoucar, colocar porém, no sentido de tirar brilho ao trabalho feito;
2- Ora, a Ponte é um património histórico e cultural, uma infraestrutura hídrica, agrícola e turística de grande valor. Como todos sabem, estava numa degradação acelerada, na eminência de colapsar e risco de vir abaixo a qualquer momento; colocando em perigoso a vida das pessoas e as viaturas que circulam nessa zona de Boca de Coruja, Ribeira Grande. E portanto tal infraestrutura, tinha que ser salva. Assim, foi investido de 40 mil contos, conforme vê-se na placa de lançamento da obra;
3- Para já, foram lançados 3 concursos e, ficaram todos desertos, ou seja, nenhuma empresa concorreu. Por causa da complexidade da obra e num pais, com deficiências ao nível tecnológicas para restaurar obras do tipo em altura, não encoranjou empresas a alinhar nesta empreitada;
4-Uma empresa (100% Nacional, Santantonense e Ribeiragrandense), foi a única empresa que, posteriormente foi ousada e por patriotismo, se disponibilizou no sentido de salvar tal monumento;
5-A empreitada foi lançada, seguindo todos os trâmites legais, com visto do Tribunal de Contas, fiscalização ARAP e UGPE. E o Banco Mundial, enquanto financiador, seguiu de perto as obras de execução até o fim dos trabalhos;
6- Ora, o produto final da obra, tinha que conservar todo o aspeto rústico e traços arquitetónicos e históricos, sem adulteração. E pelas imagens finais obra, vê-se isso mesmo;
7-Para executar esta obra, foi preciso levar amostra desta infraestrutura para Portugal, mas concretamente à Faculdade de Engenharia do Porto, Portugal. Para que pudesse dar seu aval, relativo ao nível da tecnicidade de trabalho e material próprio recomendado;
8- Sendo que, a Ponte construída em 1957, por si só estava cair aos pedaços e na eminência de vir abaixo, a qualquer hora, a partir do momento em que, se começaria a mexer na ponte, com a ação humana, aumentaria ainda mais a probabilidade desmoronar. E por isso, conforme de nota em foto, foi preciso montar uma estrutura metálica robusta/andaime para que, dum lado, pudesse criar condições para atuar na obra, em segurança e, por outro aguentar toda a infraestrutura, evitando que caísse no decorrer das intervenções.
NOTA IMPORTANTE: Pelas informações fidedignas recolhidas, só aquela estrutura metálica (de mais de 20 toneladas de perfis de aço) e que serviu de apoio/escora da Ponte e para execução de plataformas de trabalho, custou cerca de 45% do valor total da obra, ou seja, quase a metade dos custos da obra;
9- Ademais, só o projeto de execução da obra, teve um custo a volta de 35 mil euros/cerca de 4 mil contos, ou seja, 10% dos custos da obra. De resto, são as despesas outras, ao nível de aquisição de outros materiais de construção, aluguer de guindaste/grua para elevação de material na obra, salários dos trabalhadores e tudo mais;
10- O trabalho foi minucioso, moroso e gerido praticamente a pinça, como se duma cirurgia se tratasse. Atingindo a parte vital da infraestrutura que estava degradado, extraindo totalmente tais partes para fora, conforme provam as fotos em anexo. Pilares superiores foram todas removidas e respostas de novo, com ferragens e argamassa especial e demais intervenções;
11- Foi usado micro betões, que não se encontra disponível no mercado nacional. Teve que ser importado de Portugal de avião, com os custos associados, como se sabe;
12- Portanto, eram esses os esclarecimentos que se queria prestar, para que a opinião pública possa ter a noção muito clara, de tudo quanto envolveu tal contrato de empreitada. Que durante todas as fases, foi seguido pelas instituições nacionais e internacionais. Inclusive, como já se disse pelo Banco Mundial;
13-Para aqueles profetas de desgraça, através de páginas nesta rede social, que por maldade e desonestidade intelectual, têm estado a denegrir a imagem tanto do Governo como da Empresa executora e demais Instituições da República; lhes sugiro, que procurem informar, antes de confundirem a opinião pública e lançar pânico social, com inverdades, que em nada contribuem, para o bom nome do trabalho cívico e honesto, que a nosso ver querem prestar. Se por acaso, não têm outras agendas;
14- Vai aqui, também uma chamada de atenção para aqueles que, logo à primeira, reproduzem também nesta rede social, inverdades, disparates e populismos dalguns (com segundas intenções), sem analisar e apurar a veracidade do conteúdo das publicações e sobretudo a realidade dos factos.


