A reeleição de Lula da Silva para um quarto mandato no Brasil está a suscitar reações de vários líderes mundiais, sobretudo da América Latina, que felicitam o líder brasileiro e manifestam disponibilidade para reforçar as relações diplomáticas e económicas
Entre os primeiros a reagir estão a presidente do México, Claudia Sheinbaum, que saudou a vitória como uma afirmação da democracia, e o presidente do Uruguai, Yamandú Orsi, que telefonou pessoalmente a Lula da Silva para o felicitar.
Também os presidentes do Chile, José Antonio Kast, do Paraguai, Santiago Peña, da Bolívia, Rodrigo Paz, e do Panamá, José Raúl Mulino, reconheceram o resultado eleitoral, destacando a importância da cooperação regional, da integração económica e do fortalecimento das relações bilaterais.
O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, classificou a vitória como histórica, associando-a à continuidade das políticas de soberania e justiça social.
Fora da América Latina, o primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, felicitou Lula da Silva e defendeu o aprofundamento das relações comerciais e da cooperação ambiental. O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, destacou a parceria entre os dois países e as prioridades comuns do Sul Global.
Nos Estados Unidos da América, as reações dividem-se. O senador Bernie Sanders saudou a reeleição, enquanto o presidente Donald Trump criticou a prorrogação da votação brasileira por duas horas.
Até às primeiras informações divulgadas nesta segunda-feira, 26 de outubro, o presidente norte-americano, Donald Trump, não tinha apresentado uma reação pública à vitória do seu homólogo brasileiro.
Segundo dados do TSF, Lula da Silva venceu a segunda volta com 51,79% dos votos, contra 48,21% do seu oponente, que anunciou a intenção de contestar judicialmente os resultados.





