Antes de Cabo Verde, apenas o Ruanda que lidera a nível mundial. Vice Primeiro-Ministro já reagiu e aponta que a meta é ser primeiro
Cabo Verde é o segundo País melhor cotado pelo Banco Mundial, na Avaliação Institucional e das Políticas Nacionais, CPIA, anual.
O Banco Mundial, BM, colocou o nosso País em segundo lugar, com 3.8 pontos, na Avaliação Institucional e das Políticas Nacionais, CPIA, anual, ontem divulgado. À frente de Cabo Verde, apenas o Ruanda, 4.0 pontos, que continua a liderar as classificações na CPIA, tanto em África como em todo o mundo.
Quénia, Senegal e Uganda, todos com 3,7, completam o top5. O BM explica que o Sudão do Sul continua a ser o País com a pontuação mais baixa, 1.5, na CPIA.
“Os países mais pobres de África viram pouco ou nenhum progresso em média na melhoria da qualidade das suas políticas e quadros institucionais em 2018”, reporta um documento do BM enviado ao OPAÍS.cv, fazendo saber que um total de 38 países elegíveis da Associação Internacional de Desenvolvimento, AID, em África em 2018 permaneceu inalterada em 3,1 numa escala de 0 a 6, com algumas áreas da política social a registarem melhorias ao mesmo tempo que a gestão macroeconómica enfraquecia.
O vice Primeiro-Ministro, Olavo Correia, já reagiu com satisfação a esta nova avaliação do Banco Mundial, mas observa que a meta é chegar a primeiro. “Segundo lugar é bom, dá um conforto mas a nossa ambição é ser o primeiro”, observou o também Ministro das Finanças em declarações à rádio pública.
O Ministro observou que o nosso País tem “todas as condições” para ultrapassar Ruanda e liderar este ranking. “Cabo Verde tem hoje um patamar de desenvolvimento institucional bom mas nós precisamos melhorar”, comentou de seguida.
A regulação, ambiente de negócios, reforçar o quadro macro-económico, um sistema educativo com mais qualidade e aposta nas ciências, línguas e tecnologias, são, de entre outros áreas que Cabo Verde deve melhorar a sua aprestação, indicou o vice PM.



Entretanto, o paicv também já reagiu dizendo que: Isto não passa de uma “bagunça” do Banco Mundial para ajudar o Governo de CV a fazer propaganda, e assim “ludibriar” os Cabo-Verdianos!
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