Consideração é do Secretário Geral o MpD que admite que o PM quis dar um cariz “mais político à governação e conseguiu”
Agostinho Lopes justificou as mudanças no Executivo Cabo-verdiano como um “ajuste necessário”, promovido pelo Primeiro-Ministro, Ulisses Correia e Silva.
Ouvido pela RCV, o SG do MpD, Partido que suporta o Governo, Agostinho Lopes, afirmou que esta remodelação acontece no “momento adequado” e acredita que trará uma “nova dinâmica” à governação nacional.
O dirigente justificou as mudanças ocorridas no elenco governativo como um “ajuste necessário”.
Admitindo estar-se a atravessar um período “um bocadinho adverso” para o Partido e para o Governo, ajuntou Lopes, o Primeiro-Ministro “entendeu por bem fazer correções”, explicou.
No entender do SG, as alterações foram “profundas e suficientes” para impulsionar a governação rumo a 2026.
Quanto às entradas para o Governo de nomes como Eurico Correia, Vítor Coutinho, Jorge Figueiredo, José Luís Sá Nogueira, o dirigente do MpD refere que são figuras conhecidas, algumas com experiência governativa e outras com reconhecido desempenho social e político, pelo que acredita que o PM “quis dar um cariz mais político à governação e conseguiu.
Refira-se que a remodelação foi anunciada ontem, ao início da tarde, com 6 caras a deixar o Governo, e com alteração na organização do Executivo.


