O balanço foi apresentado pelo porta-voz Fernando Anastácio, que liderou uma missão composta por 11 observadores de Angola, São Tomé e Príncipe e Portugal
A Rede dos Órgãos de Administração Eleitoral da CPLP (ROJAE-CPLP) destacou que o processo eleitoral em Cabo Verde decorreu num ambiente “pacífico, ordeiro e cívico”.
O balanço foi apresentado pelo porta-voz Fernando Anastácio, que liderou uma missão composta por 11 observadores de Angola, São Tomé e Príncipe e Portugal.
Segundo a missão, o processo foi conduzido em conformidade com o quadro legal Cabo-verdiano e os padrões internacionais, tendo sido, de forma geral, cumpridos os procedimentos nas mesas de voto.
Apesar de alguns atrasos pontuais na abertura de assembleias, relacionados com a verificação do material eleitoral, a organização considerou que estes não comprometeram a transparência e a regularidade do processo.
A ROJAE-CPLP apontou ainda recomendações, como a simplificação dos procedimentos preparatórios e melhorias na logística de recolha do material eleitoral, para aumentar a eficiência do processo.


