Entretanto, José Augusto Fernandes promete impugnar a magna reunião que elegeu a nova Direção
Pode ser mais um capítulo na recente história do PTS, fundado por Onésimo Silveira, já falecido, mas que a partir deste fim-de-semana mudou, oficialmente, de nome, passando a ser Pessoas, Trabalho e Solidariedade, ao invés de Partido do Trabalho e da Solidariedade.
Romeu di Lourdes, de seu nome próprio Carlos Lopes, é, na sequência do congresso, o novo Presidente do PTS, e explicou a mudança de Partido por Pessoas “porque é a causa de tudo isso”.
Quanto à sua eleição, Romeu di Lourdes fala em “momento muito bom e de grande salto”, apontando que “organização e reestruturação” do PTS é a palavra de ordem doravante.
O PTS, indica, quer de agora em diante ser um Partido “extremamente ativo”, com “muita dinâmica” e que esteja ao lado da população “e com disposição para trabalhar fora da época eleitoral.
Entretanto, anuncia-se um novo capítulo que é a impugnação do congresso que elege Carlos Lopes. É que José Augusto Fernandes, reconhecido junto do Tribunal Constitucional como Presidente do PTS, veio, através da Agência Inforpress, juntamente com seu vice, Mário Moniz, insurgir-se contra o congresso eletivo. Fala mesmo em “tentativa de um golpe administrativo”, referindo que enquanto Presidente do Partido não tenha sido sequer convidado para o congresso.
Segundo aquela fonte, no congresso dos dias 21 e 22 participaram um “grupo de pessoas que não pertencem ao Partido”.


