Quase metade das mortes foi registada em Gaza
A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) denunciou que 67 jornalistas foram mortos no mundo entre 1 de dezembro de 2024 e 1 de dezembro de 2025, sendo quase metade das mortes registadas em Gaza, sob fogo das forças armadas Israelitas.
Segundo o relatório da RSF, o aumento está ligado a práticas criminosas de forças armadas e do crime organizado.
A entidade alertou ainda que existem atualmente 503 jornalistas detidos em 47 países, com destaque para a China, Rússia e Myanmar, além de 135 profissionais desaparecidos e 20 mantidos reféns, sobretudo na Síria e no Iémen.
A RSF acusou o exército Israelita de ser o “pior inimigo dos jornalistas” em zonas de conflito, apontando ataques direcionados contra profissionais da comunicação.
México, Sudão e Ucrânia figuram entre os países com mais jornalistas mortos. A RSF apelou aos governos para reforçarem a proteção dos jornalistas a nível mundial.


