Segundo o The New York Times, a Rússia pediu ajuda económica à China, para continuar a guerra na Ucrânia e contornar as sanções Ocidentais
Conforme o jornal, não indicaram a natureza exata da ajuda pedida, e nem se a China respondeu.
“Nunca ouvi falar disso”, reagiu um porta-voz da Embaixada da China, em Washington, numa declaração a vários órgãos de Comunicação Social.
Jake Sullivan, disse em declarações à cadeia de televisão CNN, que os EUA “vigiam estreitamente em que medida a China fornece, de alguma maneira, seja material ou económica, assistência à Rússia”. Acrescentado que, “esta é uma questão preocupante para nós”.
Sullivan, fez saber a Pequim que “não ficará passivo e não deixará” qualquer País compensar as perdas da Rússia devidas às sanções económicas, impostas desde o início da invasão Russa da Ucrânia, a 24 de fevereiro.
O diplomata Norte-americano, Richard Haass, do ‘think-tank’ Conselho de Relações Estrangeiras, deixou uma mensagem, na rede social Twitter, que se a China ajudar a Rússia, ficará “exposta a sanções substanciais e transformada num pária; recusar manteria aberta a possibilidade de uma cooperação” com o Ocidente.


