Sal da Ilha com brilhante prestação em Santa Maria

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Quatro jovens talentos subiram ao palco e mostraram classe. Todos admitem o desafio de prosseguir na música

          

Mateus Nunes coordenou o projeto Sal da Ilha que nesta edição do Festival de Santa Maria trouxe ao palco quatro jovens. São jovens que se dedicam à música por pura paixão.

Soraia Castelo, a primeira a subir ao palco, enveredou pela música há cerca de 8 anos, altura em que fixou residência na ilha do Sal.

Hoje, cursa enfermagem em Portugal, onde nasceu, mas conforme sublinhou está na música devido às suas raízes Africanas.

Receber convite para cantar em Santa Maria acaba por ser uma “grande oportunidade” para a sua promissora carreira, admite.

Bruno Rodrigues está na música há cerca de sete anos. Em 2012 começa a levar a música mais a sério, mas “desde pequeno” que ele gosta da música.

Nos próximos dias deverá ser editado o seu primeiro single, “Volta”, e espera continuar a crescer como cantor.

Agora no início do novo ano letivo, este Salense faz as malas para Portugal onde vai cursar Gestão, mas não vai afastar-se da música ainda que tenha que fazer mais esforços para conciliar a formação e a música.

Carolin Tomar é a mais nova deste grupo, estando na música há apenas 8 meses. Conforme diz foi com “surpresa” que recebeu o “honroso convite” para vir atuar neste maior palco do Sal. “Não estava a acreditar mas hoje confirmou-se e atuei num grande palco”, regozijou-se.

Natural da Palmeira, Carolin Tomar que também se dedica ao futebol diz-se otimista com a possibilidade de uma carreira musical e ambiciona, um dia, cantar no estrangeiro.

Lito, com sonoridades do reggae, encerrou o elenco Sal da Ilha. Natural do Fogo mas residente no Sal há 17 anos, este jovem está a preparar o seu terceiro single para 2020.

Atuar neste palco, pela segunda vez, é uma grande satisfação.

O Festival prossegue. Vem aí Richie Campbell, depois Fantan Mojah e Lejemea que encerra este evento musical.

Há cada vez mais público a entrar no recinto, mas há muita gente nos acessos. O Calçadão está apinhado de pessoas que vão se confraternizando do lado de fora.