Escola de Samba Tropical só começou o desfile nos primeiros minutos de hoje, terça-feira
A Escola de Samba Tropical enfrentou dificuldades logísticas na noite de segunda-feira, 3, devido a problemas no carro de som e no andor principal, mas conseguiu manter o espetáculo no sambódromo do Mindelo.
O grupo apresentou ao público, que se deixou ficar pelas “ruas da morada”, um desfile de brilho e surpresas com as passistas a representar o “empate de 4”, que representou cada uma das rainhas de baterias do ano passado.
Trouxe ao sambódromo do Mindelo figuras emblemáticas como Kakói, homenagem a Djô Borja e a ideia do “baile de máscaras”, entre outros momentos.
Samba Tropical desfilou este ano com o tema “Aponteode do Carnaval, sete ruas, uma história”.
O grupo propôs mergulhar de forma criativa na identidade e na rica trajetória do carnaval mindelense, revelando as suas origens, a evolução ao longo das décadas, os protagonistas que moldaram essa tradição e a relevância cultural e económica do evento para a Ilha de São Vicente.
Com um orçamento estimado em 11 mil contos e mesmo enfrentando dificuldades, o grupo manteve a ambição de apresentar um desfile inovador, apostando na tecnologia para modernizar os andores.
Com um desfile composto por 20 alas, três carros, incluindo dois carros alegóricos principais e um tripé, e a participação de 1.100 foliões, a Escola de Samba Tropical reforça o seu papel na preservação e reinvenção do Carnaval Mindelense.


