Instrumentos de gestão para o ano económico de 2022 voltaram a ser chumbados, o que faz a Autarquia funcionar em regime de duodécimo durante este ano
O mesmo eleito do MpD que havia chumbado os instrumentos de gestão da Câmara Municipal de Santa Catarina do Fogo, para este ano, manteve a sua posição de dezembro, impedindo a Autarquia liderada por Alberto Nunes de ter um Plano e Orçamento novos.
Depois de um segundo chumbo destes dois instrumentos, a Edilidade vai trabalhar durante este ano em regime de duodécimo, com base no Orçamento de 2021.
A par de Francisco Alves, toda a bancada do PAICV, na Oposição, votou contra as propostas apresentadas pelo Executivo local que propunha 153 mil contos de um Orçamento de 230 mil contos para investimentos.
O Presidente Alberto Nunes está triste com esta posição contra o seu Município e admitiu que esta situação é, devida, em parte, porque nas bancadas estão “indivíduos (…), com pouco nível de escolaridade” ao passo que a Edilidade apresentou um Orçamento de patamar “superior ao nível deles”.
“Este é um voto de maldade, principalmente do elemento da bancada do MpD”, referiu Alberto Nunes, citado pela Agência Inforpress, admitindo, ainda, que Alves tem “motivação pessoal” para “assaltar” o cofre do Município, o que a sua gestão não permite.
“É muito feio o discurso da lealdade e de colocar o Município em primeiro lugar e na prática chumbar os instrumentos”, vincou o Autarca.
Para Alberto Nunes, o discurso do PAICV “é falso” e “contra o desenvolvimento” de Santa Catarina do Fogo, pois o PAICV apenas luta para o “poder”.


