Os profissionais do setor queixam-se de que os custos da atividade continuam a aumentar, enquanto as tarifas permanecem inalteradas
Hiacistas e taxistas manifestaram preocupação com o aumento dos preços dos combustíveis e defenderam a revisão das tarifas dos transportes públicos, alegando que os custos da atividade continuam a subir sem qualquer atualização dos preços cobrados aos passageiros.
Em declarações à Inforpress, motoristas de diferentes linhas consideraram que o agravamento dos custos com combustível, manutenção e impostos está a reduzir a rentabilidade da atividade, apelando ao Governo e à Agência Reguladora Multissectorial da Economia (ARME) para adoptarem medidas de compensação.
Os profissionais defendem ainda uma redução da carga fiscal sobre o setor e uma atualização das tarifas, de forma a garantir a sustentabilidade da atividade.
A reivindicação surge após a ARME anunciar um aumento médio de 6,86% nos preços máximos dos combustíveis em Cabo Verde.
De acordo com a entidade reguladora, a gasolina passa a custar 168,10 escudos por litro e o gasóleo normal sobe para 157,60 escudos por litro.

