Onze anos depois de um terramoto ter matado perto de 300 mil pessoas, Haiti voltou a ser abalado com violência. Há escolas, hospitais e milhares de casas destruídas. Governo declarou Estado de Emergência durante um mês
A noite no Haiti, onde é ainda madrugada, está a ser passada em branco. Milhares de pessoas acorreram para as ruas para vasculhar os prédios destruídos na esperança de salvar amigos e familiares presos nos escombros de um grande terramoto que atingiu o País, este sábado, e matou, pelo menos 304 pessoas.
O sismo de magnitude 7,2 destruiu, segundo a Reuters, centenas de casas deste pobre País das Caraíbas que ainda está a lutar para se reerguer do devastador terramoto que há 11 anos matou perto de 300 mil pessoas.
O terramoto de ontem, que atingiu especialmente o sudoeste do Haiti e a cidade de Les Cayes, acontece numa altura em que o País está sem chefe de Estado, depois de Jovenel Moïse ter sido assassinado, há cerca de um mês.
Além dos 304 mortos já confirmados pelas autoridades, 1.800 pessoas foram transportadas para os hospitais com ferimentos de várias e diferentes gravidades. Igrejas, hotéis, escolas e até hospitais ficaram seriamente danificados e alguns totalmente destruídos.
O Primeiro-Ministro daquele País, Ariel Henry, declarou Estado de Emergência durante um mês.


