Com o aumento do teletrabalho, a empresa vai poder contratar em todo o mundo, sem depender da localização geográfica das pessoas e escritórios. “Nos próximos cinco a dez anos acredito que 50% dos nossos trabalhadores vão querer trabalhar de casa”, disse Zuckerberg
A pandemia provocada por novo coronavírus tem obrigado as empresas a se reinventarem para poderem sobreviver. O teletrabalho foi um dos regimes adotados por vários empregadores, e o Facebook já afirmou que depois da pandemia os seus trabalhadores vão poder trabalhar a partir de casa.
“Acredito que a Covid-19 vai continuar a ser uma realidade nos próximos meses”, justificou Mark Zuckerberg, num vídeo publicado na rede social. Não faz sentido limitar as nossas ofertas de emprego a pessoas que trabalham perto dos nossos escritórios, visto que nos próximos tempos as pessoas não vão poder trabalhar nesses escritórios.”
Com mais de 48 mil trabalhadores distribuídos por dezenas de escritórios em todo o mundo, o Facebook, que também é dono do Instagram e do WhatsApp, é a primeira gigante tecnológica a oferecer a possibilidade de teletrabalho permanente.
Para Mark Zuckerberg, a solução vai facilitar o acesso a contratações, permitir manter profissionais que mudem de casa ou País, e possibilitar salários mais baixos para pessoas que trabalhem em cidades onde o custo de vida é menor. “Nos próximos cinco a dez anos acredito que 50% dos nossos trabalhadores vão querer trabalhar de casa”, estimou responsável do Facebook. “Isto não é um objetivo da empresa, nem algo que quero alcançar especificamente”, clarificou Zuckerberg. “Mas a verdade é que temos notado um aumento da procura para o teletrabalho.”
Com PÚBLICO


