Tropas da CEDEAO vão ficar um ano na Guiné-Bissau para “proteger o Presidente”

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631 elementos da força de estabilização da CEDEAO começam a chegar a Bissau na quarta-feira. A missão é “garantir a segurança do Presidente e das autoridades”

A Missão de Estabilização e Segurança para a Guiné-Bissau, MSSGB, que deverá ficar no país durante 12 meses, chega ao País para “apoiar as forças Guineenses na proteção do Presidente Umaro Sissoco Embaló e as autoridades especificadas”, diz um documento da CEDEAO.

O ponto 3 da ordem da missão precisa que a MSSGB vai ainda “proteger a população civil e melhorar as condições de segurança de acordo com as normas internacionais”.

A missão composta por 631 membros deve chegar ao País esta quarta-feira, 18, avança à DW África uma fonte da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental.

“18 membros vão para o Estado-Maior das Forças Armadas, incluindo o Comandante da Força, uma unidade de Polícia de 140 elementos, três brigadas de infantaria com 400 soldados, um hospital de nível 2, com 50 funcionários, e uma seção de comunicação composta por 23 funcionários”, lê-se no documento da organização.

A componente civil da missão é composta pelo chefe de missão, que será o Representante Residente da CEDEAO em Bissau, Boly Hamidou, e dois peritos. A estrutura será responsável pela coordenação política e atividades de boa governação sob a responsabilidade do chefe de missão.

Com DW África

 

1 COMENTÁRIO

  1. Xuxadera.
    Um país independente a ser governado por rufias.
    Ah! Guiné. Quem ki dau es castigo?

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