Trump elenca prioridades do novo mandato presidencial

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Republicano sucede a Joe Biden e regressa à Casa Branca 4 anos depois de a deixar

O mundo assistiu, ontem, segunda-feira, 20, ao regresso oficial de Donald Trump à presidência dos EUA, na sucessão a Joe Biden que o sucedeu há 4 anos.

O Republicano regressa a um sítio que bem conhece, tendo, durante a sua posse anunciado mais de uma dezena de medidas que pretende tomar e que, certamente, vão ser ainda alvo de muito escrutínio e discussão.

No topo das medidas a declaração de “emergência nacional” na fronteira com o México, com o Republicano a assumir que “todas as entradas ilegais serão suspensas” e se vai iniciar o processo de “devolver milhões e milhões de estrangeiros criminosos de onde vieram”.

Trump anunciou que os quartéis de droga passarão a ser considerados organizações terroristas.

Todos os militares que recusaram receber a vacina da Covid-19 serão reintegrados no exército, e compensados financeiramente pelos salários perdidos.

Por outro lado, o Presidente prometeu “retomar” o canal do Panamá, assim como mudar o nome do Golfo do México para Golfo da América.

No campo ambiental, revelou a intenção de: por um lado, acabar com o “Green New Deal”, revogar o apoio à compra de veículos elétricos; por outro, declarar “emergência energética” e incentivar o setor petrolífero.

O líder dos EUA prometeu “criar uma sociedade que não vê cor e com base no mérito” e instituir uma política oficial “de que há apenas dois géneros: homem e mulher”.

Já relativamente à liberdade de expressão, revelou que assinará uma ordem executiva para “terminar toda a censura do Governo” e que o “imenso poder do Estado não seja usado para perseguir adversários políticos”.

“Vamos aplicar tarifas e impostos aos países estrangeiros para enriquecer os nossos cidadãos”. Como? Com a “criação do Serviço de Receitas Externas para cobrar todas as tarifas, direitos e receitas”, precisou.