A decisão enquadra-se no quarto pacote de sanções da União Europeia contra a Rússia anunciado na passada sexta-feira pela Comissão Europeia. Foi adotado hoje, formalmente, e contempla a inclusão na lista de sanções de mais 15 indivíduos e nove entidades
O quarto pacote inclui sanções a “importantes oligarcas, lobistas e propagandistas empurrando a narrativa do Kremlin sobre a situação na Ucrânia, bem como empresas estratégicas nos setores da aviação, militar e de dupla utilização, construção naval e construção de máquinas”.
Abrange também, proibições a transações com certas empresas estatais Russas, prestação de serviços de notação de crédito a qualquer pessoa ou entidade Russa e a novos investimentos no setor energético Russo.
Ao mesmo tempo, são introduzidas mais restrições comerciais relativas ao ferro e ao aço, bem como aos produtos de luxo, e é alargada a lista de pessoas ligadas à base industrial e de defesa da Rússia às quais são impostas restrições mais rigorosas à exportação de bens.
A inclusão de Abramovich na lista de pessoas singulares e coletivas alvo de sanções do bloco Europeu na sequência da agressão militar Russa à Ucrânia, a 24 de fevereiro, que contempla 862 pessoas e 53 entidades, coincide com a abertura de uma investigação em Portugal para comprovar se existem irregularidades na concessão da nacionalidade Portuguesa ao empresário Russo, por este ser descendente de Judeus Sefarditas.


