Primeiro-Ministro presidiu hoje a abertura do 1.º Fórum de Investimento da África Lusófona, “um espaço estratégico para fortalecer a cooperação entre o setor público e privado”
Durante o evento que acontece na Ilha do Sal, o Chefe do Governo salientou a importância de criar ambientes institucionais e de negócios que gerem confiança e incentivem o desenvolvimento de investimentos nacionais e estrangeiros.
O Primeiro-Ministro afirmou que a escolha de Cabo Verde para o primeiro Fórum de Investimentos da África Lusófona representa um sinal de maior interesse Banco Mundial pela África lusófona.
Conforme Ulisses Correia e Silva, um bom exemplo desse interesse é o “Compacto Lusófono”, uma iniciativa a seu ver “inovadora de parceria” entre o Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) a Sociedade Financeira Internacional (SFI), Portugal e os PALOP.
Para Ulisses Correia e Silva, o grande desafio que se coloca aos países é “duplicar o potencial do crescimento económico”, acompanhado de políticas ativas de empregabilidade, de inclusão social e coesão territorial.
Neste sentido, sublinhou que para atingir esses objetivos, são precisos ambientes institucionais e de negócios que geram confiança nos mercados internos para a atração e desenvolvimento de investimentos nacionais e estrangeiros e densificação do tecido empresarial.
O PM destacou que a “convergência estratégica entre o Estado e o sector privado é fundamental”, numa perspetiva transformadora de longo prazo.
Ulisses Correia e Silva concluiu, realçando que o Fórum de Investimento da África Lusófona ao juntar governos, instituições públicas, sector privado e instituições financeiras para abordar estratégias, políticas, melhores práticas e casos de sucesso, “expressa essa convergência estratégica”.


