Primeiro-Ministro afirmou que num processo de investigação não se pode atirar culpas da forma como foi feita pelo Presidente do Chega
Ulisses Correia e Silva repudiou hoje o discurso “incendiário” de André Ventura, Presidente do Chega, sobre a morte do Cabo-verdiano, Odair Moniz, em Portugal, pela polícia, quando se está num processo investigativo.
O Chefe do Governo disse que o Presidente do Chega “fez uma declaração a todo o tipo incendiário numa realidade que cria muitas emoções e que pode provocar reações ainda muito mais negativas”.
“Num processo de investigação não se pode atirar culpas e da forma como foi feita à pessoa, à Comunidade, a emigrantes e a emigração Cabo-verdiana, porque a investigação criminal irá dizer da sua verdade relativamente a todo o cenário a tratar”, enfatizou.
O Primeiro-Ministro exortou a todos para que haja tranquilidade, de modo que o tumulto e as situações que se assistem nas televisões não criem um ambiente “ainda muito mais explosivo e incendiário, relativamente a situações que podem, depois, criar fenómenos que entram em descontrolo”.



O ANDRÉ VENTURA NÃO DEVIA ESTAR NO LUGAR ONDE SE ENCONTRA. A ASSEMBLEIA NÃO TEM LUGAR PARA ESSE TIPO DE AVENTURAS. HÁ QUE SE DETERMINAR E CONFORMAR AS PERSONALIDADES PARA SE SENTAR EM UM ESPAÇO DE TAMANHA NOTABILIDADE. ALIÁS , SERÁ UMA FORMA DE MATERIALIZAÇÃO DEMOCRÁTICA. POR SE ADMITIR QUE TUDO É DEMOCRACIA NÃO SERÁ VERDADE QUE DA ATITUDE DO PARTIDO “CHEGA”, NA PESSOA DO SEU PRESIDENTE SEJA DA DEMOCRACIA.
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