Última hora. Francisco Carvalho simulou o fecho do Mercado e da Câmara Municipal

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Contrariamente à informação inicialmente difundida, a Justiça não ordenou o encerramento da Câmara Municipal da Praia nem do Mercado Municipal. A revelação é feita por fonte de alto nível da Justiça, que desmonta a narrativa de alegada perseguição judicial promovida pelo Presidente da Câmara Municipal da Praia.

Segundo as informações apuradas, a Polícia Judiciária e a Procuradoria da República deslocaram-se apenas ao edifício municipal da Fazenda para solicitar documentação. Perante a recusa de entrega voluntária dos documentos, a Justiça avançou, como a lei prevê, com buscas judiciais nesse edifício específico.

Durante o decurso das diligências, terá sido dada uma ordem — atribuída ao Presidente da Câmara, que se encontra fora do país — para que os funcionários abandonassem os edifícios municipais, criando deliberadamente um cenário de paralisação institucional.

A situação agravou-se quando começaram a acorrer ao local várias pessoas externas, incluindo dirigentes partidários, o que levou as autoridades a determinar, por razões de segurança e ordem pública, que ninguém entrasse ou saísse temporariamente do edifício.

Fontes judiciais são perentórias:
👉 não houve ordem judicial para fechar a Câmara Municipal do Plateau nem o Mercado Municipal;
👉 o encerramento desses espaços resultou de uma decisão política interna, com o objetivo de criar vitimização pública e mobilizar apoio popular, nomeadamente das vendedoras do mercado, contra a Justiça.

A manobra, segundo a mesma fonte, visa transformar um procedimento judicial normal numa crise política artificial, colocando a Justiça no banco dos réus e desviando o foco do essencial: a investigação em curso.

A Justiça limita-se a cumprir a lei. A encenação não partiu dela.

Notícia atualizada às 13:37

3 COMENTÁRIOS

  1. Vão-se dando sinais claros, o que será o País se esse dismiolado do FC chegar a primeiro-ministro de Cabo Verde.

    Cada um que assuma as suas responsabilidades para com o País, porque depois não há como voltar atrás.

  2. Espera-se que, finalmente, a Justiça venha a público para esclarecer a Verdade, pondo termo ao silêncio conivente e vergonhoso que tem mantido até hoje.
    Todas as pessoas com um mínimo de bom senso já compreenderam a manobra de Francisco e o papel dos seus oportunistas: os vingadores, os gananciosos e os lambedores de botas que o rodeiam.
    Francisco é um irresponsável que diz e faz o que lhe apetece, apenas para fazer o teatro que fez hoje, se vitimizar e tentar enganar os menos informados e os seus apoiantes mais próximos.
    Mais triste e indecente ainda é observar indivíduos, homens e mulheres, já caducos e de cabelos brancos que tanto se aproveitaram e beneficiaram para enriquecer e garantir uma boa vida, hoje a aplaudir as irresponsabilidades e os delírios de Francisco. Parece que agora estão desesperadamente à procura de benefícios para os netos. A Justiça tem de agir, o povo deve exigir reação da Justiça. Tem de justificar o salário que ganham nem que for uma vez na vida.

  3. Guiné-Bissau tem Sissoco Embaló e Cabo Verde tem Francisco Carvalho. Bons atores, de facto Bons actores KKKKKK. Contudo, Francisco esquece-se que o povo de Cabo Verde não é tão ingénuo e limitado como a população oprimida da Guiné-Bissau.
    Ao contrário das acusações ridículas de Francisco, a Justiça caboverdiana não está, e nunca esteve, envolvida com o Governo, como acontece na Guiné. Não vale a pena mais teatro, Francisco!
    Espero que a Justiça reaja prontamente às gravíssimas acusações proferidas.
    Francisco é um indivíduo extremamente complexado. Os seus diplomas não foram suficientes para diminuir o ódio que carrega contra aqueles que ele considera serem-lhe superiores( ricos, brancos, copu leti, os que moram em bairros considerados melhores))
    Um conselho para Francisco: Cuidado com as raposas mascaradas de ovelha e com os lobos disfarçados de cordeiros. Cada um tem a sua própria agenda, e tu és apenas um meio para que atinjam os seus verdadeiros objetivos: as suas vinganças, os seus egos e os seus interesses pessoais. Entendeu, Francisco?”

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