Última hora. Governo solicita a reconsideração do Presidente da República, para Promulgação do PCFR da Classe Docente

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Reconsideração solicitada vem na sequência de uma série de esclarecimentos dados pelo Governo, no sentido da promulgação do Plano de Carreiras, Funções e Remunerações da Classe docente e com isso assegurar um futuro melhor para classe os professores e consequentemente para o Sistema Educativo de Cabo Verde

Em comunicado divulgado ao início da tarde de hoje, o Governo considera que os argumentos do Chefe de Estado que vetou na quarta-feira, 4, a proposta de novos salários para os professores, apresentada pelo Governo, “causa instabilidade” na classe docente, num período que coincide com o início do novo ano letivo, “com todas as consequências daí advenientes”, crendo o Governo de que o PCFR por ele elaborado e aprovado “traduz-se no cumprimento do compromisso de valorização da classe docente e de melhoria do sistema educativo de Cabo Verde”.

Segundo Governo, a decisão do PR em vetar o referido diploma “tem impacto direto” sobre as expetativas dos professores em relação à melhoria das suas condições de trabalho e de remuneração.

O comunicado ressalta que o processo de elaboração do PCFR foi participativo, com mais de 10 reuniões com as associações sindicais e consultas públicas que contaram com ampla participação da classe docente.

Para o Executivo, o veto do Presidente representa “um duro golpe” na valorização dos profissionais de educação, ao travar o avanço de reivindicações antigas da classe. “Esta decisão impede a satisfação de reivindicações antigas da classe docente e representa um retrocesso em um momento crucial em que o País precisa avançar na valorização de seus professores e oferecer condições dignas de trabalho àqueles que são a base de qualquer sociedade que pretende evoluir”, lê-se.

No comunicado, o Governo fundamenta a sua posição e apela ao Chefe de Estado que reconsidera a sua decisão de veto.

Leia o comunicado do Governo.

2 COMENTÁRIOS

  1. O PR está com uma atitude de criança e está a ser manipulado de tal forma que perdeu o sentido de Estado que a presidência da república o exige. Deve ser exigente, frontal e imparcial e não oposição do governo.

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