Antes de tudo, expressamos a nossa mais profunda solidariedade às vítimas das fortes chuvas que, na última madrugada, assolaram a ilha de São Vicente, provocando estragos incalculáveis e mergulhando várias famílias no luto. Até ao momento, o Governo confirmou sete vítimas mortais, embora o número exato ainda esteja por apurar.

Lamentamos, igualmente, os danos materiais e emocionais causados por este desastre. O que se viu entre a madrugada e as primeiras horas da manhã de hoje foi um cenário verdadeiramente desolador, imagens que impressionam e geram apreensão.
Ao nosso redor, multiplicam-se relatos de famílias desesperadas. Algumas perderam tudo: casas, bens, meios de subsistência. Os estragos são vastos e, em muitos casos, irreversíveis. Nesta manhã, vimos carros arrastados pela força das águas, animais mortos, lojas inundadas, estradas cortadas. Uma paisagem de destruição que nos faz sentir pequenos e impotentes diante da força da natureza.
Neste momento de dor e incerteza, resta-nos clamar por proteção e força. Que Deus ampare e proteja o povo de São Vicente.



