Segundo o balanço mais recente das autoridades, a tragédia provocou pelo menos 5.398 mortos e 16.740 feridos
Um mês após os dois fortes sismos que atingiram a Venezuela, as operações de busca e assistência humanitária continuam, com milhares de pessoas ainda dadas como desaparecidas.
Segundo o balanço mais recente das autoridades, a tragédia provocou pelo menos 5.398 mortos e 16.740 feridos. Entre as vítimas estão 133 portugueses e lusodescendentes, enquanto 21 continuam desaparecidos, de acordo com dados do Ministério dos Negócios Estrangeiros português.
Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5, registados a 24 de junho, destruíram edifícios, deixaram milhares de desalojados e obrigaram à criação de acampamentos temporários para acolher as populações afetadas.
Equipas internacionais de busca e salvamento participaram nas operações.
A reconstrução das zonas atingidas deverá prolongar-se por vários anos, com as autoridades e organizações internacionais a mobilizarem apoios para responder às necessidades das famílias afetadas.

