Alguns destes profissionais foram expulsos do País, incluindo Chilenos, Italianos e Espanhóis
Desde as eleições presidenciais de 28 de julho, que reelegeram Nicolás Maduro para um terceiro mandato, treze jornalistas foram detidos na Venezuela.
O Sindicato de Trabalhadores da Imprensa e a organização Provea relataram que os jornalistas enfrentam acusações de terrorismo, espionagem e conspiração por publicarem fotos de protestos contra o regime.
O Instituto de Imprensa e Sociedade da Venezuela informou que desde 3 de agosto, 11 trabalhadores da imprensa, incluindo jornalistas e operadores de imagem, foram detidos, e alguns foram expulsos do país, incluindo Chilenos, Italianos e Espanhóis.
A Comissão Nacional de Telecomunicações advertiu várias estações de rádio sobre a possibilidade de perda das suas licenças se mencionassem os protestos.
O SNTP documentou também 17 casos de obstrução ao trabalho jornalístico, 10 de intimidação, dois roubos e a suspensão de um programa de rádio.


