É a reação oficial do Partido de que Luís Filipe Tavares é Vice-Presidente
O MpD congratulou esta quarta-feira, 21, com a decisão da Justiça que decidiu pelo arquivamento do processo contra LFT e reiterou-lhe “todo o respeito”, mas lamentou que a imagem do então Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação e Ministro da Defesa “tenha sido, gratuitamente, vilipendiada na praça pública por detratores políticos e ampliados na imprensa amiga”.
O Secretário Geral do MpD reagia esta tarde, na Cidade da Praia à decisão judicial de arquivar o processo, por não constar quaisquer indícios de ilegalidade de LFT.
Luís Carlos Silva lembrou que o País “assistiu à condenação e linxamento de caratér” de LFT na praça pública “num processo movido com fins e objetivos políticos”, lamentou.
“Para o MpD estava claro que estavamos perante mais uma ação de uma forma de fazer política, que não vê limites para alcançar os fins, que socorre-se do boato, da difamação e da calúnia, não se importando com o bom-nome, a honra, a reputação das pessoas ou a presunção da inocência”, constatou LCS, observando que “todo o enredo criado”, nas vésperas das eleições legislativas e presidenciais de 2021, “visava um fim político específico”.
O MpD “mesmo não concordando” com os ataques ao seu dirigente, manteve-se sereno, colaborou “e criamos todas as condições para que a Justiça pudesse fazer o seu trabalho.
Felizmente somos um Estado onde prevalece a Lei e onde a Justiça funciona”, enfatizou.
“Perante as acusações e à luz do Código do Processo Penal, o Ministério Público determinou abertura de um inquérito para averiguar a veracidade dos mesmos. Assim, foi efetuado um abrangente processo de avaliação, com recolha de documentos, inquirição de testemunhas, recolha de informações bancárias, recolha de comunicação móvel e digital, busca domiciliária (…) tudo para se encontrar material que pudessem comprovar a veracidade das suspeitas veiculadas”, lembrou o SG do Partido, sublinhando que depois de todo o trabalho de investigação e por não se ter encontrado qualquer indício de ilegalidade ou irregularidade, o Ministério Público decretou, no dia 19 de dezembro, o arquivamento do processo, “repondo assim a verdade e dignidade” de LFT.
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