Inaugurado na Praia Espaço Diáspora. Governo reforça centralidade dos emigrantes nas políticas públicas

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Ato foi presidido pelo Chefe do Governo, na presença de vários parceiros de Cabo Verde

Foi inaugurado ontem, o Espaço Diáspora, uma nova infraestrutura destinada a aproximar o Estado dos seus cidadãos residentes no estrangeiro, colocando a Diáspora no centro das políticas públicas, conforme previsto no Programa do Governo.

O novo espaço concentra, num único local, múltiplos serviços e respostas dirigidas à Diáspora Cabo-verdiana, permitindo aos emigrantes tratar de diversos assuntos relacionados com a sua vida, os seus projetos e a sua ligação a Cabo Verde, de forma mais integrada, eficiente e acessível.

Na ocasião, o Primeiro-Ministro que presidiu o ato, sublinhou que a transformação digital constitui um pilar essencial da estratégia de aproximação. O Portal Consular Digital, ajuntou, foi destacado como um instrumento inovador que revolucionou o acesso a documentos e serviços consulares, servindo de referência para a modernização da administração pública no território nacional, com ganhos significativos em termos de rapidez, qualidade e segurança.

UCS realçou ainda o reforço do Estatuto do Investidor Emigrante, através da introdução de incentivos fiscais e financeiros mais atrativos, bem como o avanço para a sua total digitalização, com o objetivo de facilitar e estimular o investimento da Diáspora em Cabo Verde.

No quadro do Orçamento do Estado para 2026, acentuou, foram aprofundados os benefícios destinados ao retorno, revista a Lei da Nacionalidade, de modo a reconhecer plenamente os direitos das diferentes gerações da Diáspora, e reforçada a pensão de solidariedade para os idosos Cabo-verdianos residentes no exterior.

Paralelamente, o Governo avançou com o mapeamento da Diáspora, visando valorizar o seu vasto capital humano nas áreas da saúde, ciência, educação, desporto e inovação. UCS vinca que a Diáspora é, e continuará a ser, uma força estratégica para o desenvolvimento sustentável de Cabo Verde.

1 COMENTÁRIO

  1. Trata-se de um marco relevante na construção de uma relação mais próxima, inclusiva e participativa entre o Estado e a sua comunidade emigrada, reconhecendo o seu contributo inestimável para o desenvolvimento nacional.

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