Ministério da Educação “consternado” com morte “trágica” do estudante em Santa Cruz

Davi Lopes de 7 anos regressava à casa depois de mais um dia de aulas e foi atingido por uma árvore, na sequência de um deslizamento de terra

O Ministério da Educação lamentou hoje a morte “trágica” do estudante de 7 anos, em São Cristóvão, em Santa Cruz, Ilha de Santiago diz-se consternado com essa notícia.

“Foi com muita consternação que o Ministério da Educação recebeu a notícia do trágico acidente ocorrido na tarde desta terça-feira, 28 de setembro, que provocou a morte de Davi Elias Lopes da Gama, aluno do 2º ano da Escola Básica de São Cristóvão, Concelho de Santa Cruz”, diz o Ministério na sua página da rede social de Facebook.

Davi Lopes regressava à casa depois de assistir as aulas e resolveu sentar pelo caminho, acabando por ser atingindo por uma árvore (tamarindeiro), na sequência de um deslizamento de terra e não resistiu aos ferimentos, acabando por falecer.

Segundo informações apuradas pelo OPAÍS.cv, havia mais uma criança no momento do “trágico acidente”. Esta está internada e em estado crítico.

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As duas crianças, de 2.º ano do EBI, estavam a recolher tambarina quando um deslizamento de terra fez cair a árvore. Comunidade de São Cristóvão, zona sul de Santa Cruz, está abalada

Uma criança morreu ontem, terça-feira, 28, na localidade de São Cristóvão, Santa Cruz, colhido por uma árvore.

A informação da morte da criança foi avançada pelo Agrupamento 1 de Santa Cruz, que lamentou a morte de Davi Elias Lopes da Gama.

OPAÍS.cv contatou autoridades locais que nos informaram que eram duas crianças, colegas de turma, que estavam a recolher tambarina, quando um deslizamento de terra, fez cair a árvore, provocando a trágica morte de Davi. O outro menino está hospitalizado, em estado crítico.

Os dois estavam a regressar à casa depois de mais um dia de aula.

A nossa fonte conta que a comunidade de São Cristóvão está abalada com essa notícia, e que todo o Município está a sentir essa perda.

Com que autoridade Janira?

No próximo dia 17, os Cabo-verdianos regressam às urnas, desta feita para eleger o novo Presidente da República, uma escolha entre 7 nomes em corrida.

Apesar de estar arredado da vida política ativa, por razões de ordem pessoal, acompanho a vida política com particular atenção pois é um setor que a todos nos diz respeito. Muitas das decisões que neste campo se tomam podem repercutir na nossa vida pessoal, social e comunitária, daí o interesse com que acompanhamos a vida política.

Naturalmente que temos interesse na escolha do próximo Presidente da República, sabemos em quem iremos votar, e temos firmes as razões da nossa escolha no dia 17.

Entretanto, confesssamos estranheza com a posição da candidata derrotada duas vezes nas urnas, em 2016 e recentemente em abril, que voltou, nas últimas horas, a dar um ar da sua (des)graça(da) liderança, e veio dizer aos Cabo-verdianos para votarem no seu JOMANE, como se as pessoas não têm inteligência suficiente para analizar e escolher no próximo dia 17.

A madame que foi rejeitada nas urnas e que foi empurrada para deixar a liderança do moribundo paicv, acha-se no direito de escolher pelos Cabo-verdianos. Mas com que autoridade?

A Janira evidencia uma coisa: ela não respeita o povo e suas escolhas e vem contestar a decisão tomada nas urnas, em eleições livres e democráticas.

Ora, em outubro de 2020, os Cabo-verdianos elegeram os órgãos municipais e ditou que o MpD governaria 14 das 22 Autarquias e que as restantes 8 seriam governadas pelo paicv. É uma opção que resulta da vontade popular e deve ser respeitada. Nada mais.

Em abril passado, também a partir das urnas, elegeu-se o MpD para um novo mandato no Governo do País. O paicv renovou-se na oposição tal como a UCID. Foi também expressão das urnas.

Falar em hegemonia por que, a partir das urnas, o povo assim quis, é desrespeitar esse mesmo povo. Dito de outro modo é classificar que o povo não soube escolher. Não creio que a madame esteja correta nesta sua posição, pelo que não entendemos que ela venha a público pedir que se vote neste e não naquele ou naquele outro candidato.

A madame não tem nenhuma autoridade para nos vir sugerir o que seja nestas eleições. Nem mesmo no seu moribundo paicv, creio, ela estará em condições de propor/sugerir o que quer que seja, pois não é “presidenta”, não integra, que se saiba, nenhum órgão do seu partido. Portanto, ela não tem autoridade para propor nada.

A “causa” que Janira pretende apoiar está apenas na sua cabeça pois que a “pessoa” que personifica aquela hipotética causa, entre eles têm contas para acertos mas que seguramente não será saldado no dia 17.

O seu antecipado regresso tem um único fim: encaixar uma nova derrota para seu historial. Parece que a madame ainda está rancorosa com o voto soberano do povo e quer mais uma derrota. Quiçá acalma, de seguida.

Bubista divulga lista dos convocados para duplo embate com Libéria

Destaque vai para as estreias do médio Nenas, do Aalesund (Noruega), e do avançado Marcelo Lopes, do Voluntari (Romênia) e dos regressos de Jeffry Fortes, João Paulo Fernandes, Steven Fortes, Diney, Nuno Borges, Willy Semedo e Gilson Tavares

O Selecionador Nacional, Pedro Bubista divulgou hoje a lista dos 26 convocados para o duplo embate com a Libéria, a contar para a terceira e quarta jornada do grupo c de qualificação ao Mundial de 2022.

Destaque vai para as estreias do médio Nenas, do Aalesund (Noruega), e do avançado Marcelo Lopes, do Voluntari (Romênia) e dos regressos de Jeffry Fortes, João Paulo Fernandes, Steven Fortes, Diney, Nuno Borges, Willy Semedo e Gilson Tavares.

O primeiro jogo com a Libéria está agendado para o dia 7 de outubro, no Accra Sports Stadium, no Gana, às 12h00 de Cabo Verde. O segundo acontece em Cabo Verde, na Ilha de São Vicente, no dia 10 de outubro, no Estádio Adérito Sena, às 15 horas.

O estagio começa no dia 3 de outubro em Accra, no Gana.

 

Lista dos convocados:

GR Josimar Dias ‘Vozinha’ – AEL Limassol (Chipre)

GR Dylan Silva – Portimonense (Portugal)

GR Marcio Rosa – Montalegre (Portugal)

Def Steve Furtado – Beroe (Bulgária)

Def Jeffry Fortes – De Grafschaap (Holanda)

Def Dylan Tavares – Neuchatel Xamax (Suíça)

Def João Paulo Fernandes – Feirense (Portugal)

Def Ianique Tavares ‘Stopira’ – MOL Vidi (Hungria)

Def Carlos “Ponck” – Basaksehir (Turquia)

Def Steven Fortes – Oostende (Bélgica)

Def Roberto Lopes – Shamrock Rovers (Irlanda)

Def Diney – FAR Rabat (Marrocos)

M Marco Soares – Arouca (Portugal)

M Kenny Rocha – Oostende (Bélgica)

M Patrick Andrade – Qarabag (Azerbaijão)

M Jamiro Monteiro – Philadelphia Union (Estados Unidos)

M Nuno Borges – Casa Pia (Portugal)

M Nenas – Aalesund (Noruega)

Av Ryan Mendes – Al Nasr (Emirados Árabes Unidos)

Av Willis Furtado – FK Jerv (Noruega)

Av Vagner Dias – Sion (Suíça)

Av Willy Semedo – Pafos (Chipre)

Av Garry Rodrigues – Olympiacos (Grécia)

Av Marcelo Lopes – Voluntari (Romênia)

Av Julio Tavares – Al Faisaly (Arabia Saudita)

Av Gilson Tavares – Estoril-Praia

 

Victor Fidalgo reforça campanha de Carlos Veiga na Europa

Empresário é “emissário” da candidatura de Carlos Veiga na Europa e é nesta condição que esteve nos últimos dias em Espanha

Victor Fidalgo esteve em Espanha onde encontrou várias comunidades Cabo-verdianas e onde teve oportunidade de promover a candidatura de Carlos Veiga, a Presidente da República, nas eleições de 17 de outubro.

Em encontros com núcleos de apoio à candidatura e com nossas comunidades, Fidalgo falou das qualidades de Carlos Veiga, sua capacidade para exercer a função de Presidente e garantiu que entre os 7 candidatos, Carlos Veiga é o que está melhor preparado para exercer a função, pois dá garantias de boa cooperação com o Governo eleito no passado mês de abril.

Victor Fidalgo lembrou que Cabo Verde tem vários desafios pela frente e que precisa de um Presidente da estatura de Veiga para garantir estabilidade.

Cabo Verde quer afirmar-se no mundo e em particular no Atlântico Médio como uma “economia de circulação”

Posição foi defendida ontem em Lisboa, pelo Ministro das Comunidades, durante um evento em que a UTA assinou um protocolo de cooperação com a Nova Medical School

Jorge Santos que falava em representação do Primeiro-Ministro, Ulisses Correia e Silva, no ato de assinatura de um protocolo de cooperação entre a Universidade Técnica do Atlântico, UTA, e a Nova Medical School, foi categórico ao afirmar que o nosso País quer afirmar-se no mundo e em particular no Atlântico Médio como uma “economia de circulação”, e explicou que é assim que ganha corpo o projeto de Hub Aéreo e Apoio Logístico que devem funcionar como “ponto charneiro” entre a América, a África e a Europa, num projeto de “complementaridade com o hub de Portugal”.

Segundo informação remetida esta manhã ao OPAÍS.cv, na sua intervenção o Ministro das Comunidades, ao mesmo tempo que augurou “maiores sucessos” ao Protocolo acabado de firmar entre as partes, enalteceu o interesse da UTA em atuar como “centro colaborativo” do Estado de modo a proporcionar fundamentos objetivos e científicos para que seja possível basear as decisões do Governo, e sobretudo a relevância de um projeto estratégico e prioritário que visa beneficiar os laços de colaboração entre dois países irmãos, e reiterou que o Governo apoia fortemente a parceria firmada entre a UTA e A Nova Medical School, uma parceria que permitirá implementar no País, um plano de marketing estratégico e operacional, cujo impacto será a nível nacional.

De acordo com o governante, entre a UTA e a NOVA firma-se uma “inovadora parceria internacional”, em que o Governo de Cabo Verde revê, nas atividades propostas, meios por excelência de promoção de ferramentas altamente estruturantes com vista a um salto qualitativo do Arquipélago no setor do turístico seguro e saudável.

Sob o lema “Cuidar do Presente e Preparar o Futuro”, a cerimónia decorreu em Lisboa, e contou com representantes das duas Instituições e de seus Parceiros.

Os representantes das partes signatária, enalteceram, por sua vez, a importância do Protocolo, que na opinião do representante da NOVA, vai permitir “estruturar o aumento da segurança sanitária” de quem visita Cabo Verde e ao mesmo tempo permite desenvolver a investigação visando o conhecimento.

Por sua vez, Raffaela Gozzelino, Reitora da UTA, expressou “grande entusiasmo” pela aposta que se faz entre as duas Instituições visando a inovação. Aquela Reitora observou que o conhecimento, a investigação e a inovação “são áreas” de atuação da UTA, ao mesmo tempo que são “pilares da cooperação” entre as partes, agora firmado em Protocolo.

Ataque terrorista na Nigéria faz novas vítimas

Atentado no último domingo, 26, causou mais de 30 mortos. Nigéria continua a ser palco de violência inter-religiosa e étnica

A violência na Nigéria preocupa o Papa Francisco, que esta manhã, no Vaticano, manifestou a sua “dor” face ao mais recente ataque terrorista no País.

Durante a audiência desta quarta-feira, o Papa rezou pelos que morreram, pelos feridos e por todo o povo Nigeriano. “Desejo que seja sempre garantida, no País, a incolumidade de todos os cidadãos”, afirmou ainda.

O ataque foi lançado no último domingo, 26, por homens armados contra a aldeia de Madamai, no distrito de Kaura, no Estado de Kaduna, que se situa no Noroeste da Nigéria.

Um balanço das autoridades de segurança locais, indica que pelo menos 34 moradores morreram e 7 ficaram feridos, e várias casas foram incendiadas.

A região tem sido palco de diversos ataques nos últimos meses por parte de grupos criminosos, responsáveis por vários sequestros em escolas e universidades. Só este ano foram raptados mais de 1.400 alunos, segundo dados da UNICEF.

O princípio do fim

Janira Hopffer Almada convocou a imprensa para declarar apoio ao candidato José Maria Neves. Uma declaração pejada de presunção, sem autenticidade alguma.

Presunção porque JHA, derrotada nas recentes eleições legislativas, demitida do cargo de presidente do PAICV, convoca a imprensa para declarar apoio ao candidato presidencial JMN, como se ela fosse uma eminente personalidade política da atualidade, colocando-se num patamar acima do próprio PAICV.

Mas a presunção é de tal ordem que JHA quase ordena o povo a escolher o presidente que ela quer e esquece que ela própria foi ainda há dias categoricamente rejeitada por esse mesmo povo. Alguém que não conseguiu agregar o seu partido, que foi recentemente rejeitada pelo povo, não se coíbe de aconselhar uma direção ao povo. Está tudo tão fresco!

Uma declaração sem autenticidade, pois toda a gente sabe que JHA culpabilizou JMN pelas derrotas que sofreu em 2016 e em 2021.

JHA disse que “é preciso apoiar causas e não pessoas”. Fica claro que JHA não apoia a pessoa JMN, mas “causas”. Como se nas eleições personalizadas como são as presidenciais, “causas” pudessem existir no abstrato, sem estarem relacionadas com as pessoas dos candidatos.

JHA é a última pessoa que devia falar em causas. Ela teve sempre uma agenda pessoal que passou pelo silenciamento e a destruição de quaisquer vozes diversas dentro do partido que ela dirigiu. Alguém se lembra dos processos disciplinares a deputados? JHA imperou com uma combinação perniciosa entre a obsessão pelo poder, o desrespeito pela diferença  e um enorme desprezo pelo percurso político de várias lideranças, nacionais e locais do seu próprio partido. Desprezou opiniões contrárias e usou todos os meios para afastar os que pensam diferente. Este tipo de liderança tem um nome: autocracia!  Com este tipo de liderança, fica difícil compreender o conceito “causas”.

A declaração de JHA demonstra claramente em que mares navega a candidatura de JMN. São alianças de última hora com o único propósito comum: derrubar o governo que foi eleito no dia 18 de Abril pelos cabo-verdianos.

27.ª edição do Festival Mindelact vai levar teatro através das rádios

13 dos 40 espetáculos serão transmitidos pelas rádios. Festival decorre de 5 a 13 de novembro sobre ‘o signo da esperança’. 14 países vão estar presentes no evento

A 27.ª edição do Festival Internacional de Teatro de Cabo Verde, Mindelact, vai levar à cena no Mindelo, em novembro, 40 espetáculos, de 14 países, incluindo um teatro radiofónico inspirado no trabalho desenvolvido por uma companhia Portuguesa.

A informação foi avançada pelo Presidente da Associação Mindelact, João Branco, dando conta que a ideia do teatro radiofónico surgiu de uma iniciativa desenvolvida em Elvas pela companhia Portuguesa ‘Um Coletivo’, que volta agora a Cabo Verde.

A programação prevê assim 13 peças transmitidas pelas rádios, naquilo que João Branco promete ser “uma maravilhosa viagem no tempo, com trabalhos também de autores Cabo-verdianos que residem em Portugal”.

Além de Cabo Verde e Portugal, mais 12 países estarão representados nos diversos palcos preparados para a programação do festival de 2021, com especial destaque para países Africanos, como Angola, Senegal, África do Sul, Togo e Quénia.

A edição 2021 excluiu o festival “Off” e os festivais nas praças, face ao receio de aglomeração de pessoas, devido ao momento que o País vive. O palco principal do Centro Cultural do Mindelo, vai acolher os espetáculos de maior dimensão, enquanto os de cariz mais intimistas serão apresentados no auditório da ALAIM, e outros palcos com espetáculos alternativos. Incluirá outras artes, que incluem exposições artísticas e literárias, além do festival radiofónico, mas também a retoma da extensão na Cidade da Praia, prosseguindo igualmente a vertente do teatro digital, transmitido em direto.

Sim, a Lava de vulcão de La Palma chegou ao mar. Quais são as consequências?

Especialistas explicam o que pode acontecer. Para já, a chegada da lava ao mar pode ser uma “bomba”

Acorrente de lava que emergiu da erupção vulcânica em La Palma chegou ao mar em uma zona de penhascos na costa de Tazacorte, esta madrugada. Os vulcanólogos advertiram nos dias anteriores a população para que não se aproximassem do rio de lava se este entrasse no mar, porque podiam ocorrer novas explosões e intensificar-se o fumo com substâncias tóxicas para olhos, pulmões e pele.

Quais são afinal, os perigos?

Para já, a chegada da lava ao mar pode ser uma “bomba”. Isto porque o impacto causará explosões geradas pela reação hidrotérmica e química. Segundo explicam especialistas a esta publicação, a primeira reação será a térmica, causada por toneladas de rocha com temperaturas superiores a 1.000 graus a submergir em água com uma temperatura média de 23 graus. A segunda reação imediata é química, entre os componentes da lava a temperaturas extremas em contacto com a água e os sais do mar, formados por cloreto de sódio.

A par disso, irá registar-se uma alteração costeira de La Palma.

E a longo prazo?

A fim de compreender as consequências a longo prazo, é preciso analisar situações semelhantes ocorridas anteriormente. Neste caso, foi analisado o impacto da erupção de um vulcão na ilha vizinha de El Hierro, em 2010. Segundo Tomás Vázquez, geólogo do Instituto Oceanográfico Espanhol, há que entender, primeiro, que na erupção de 2010, em El Hierro, o contacto da lava com o mar foi mais imediato e, portanto, com consequências mais graves.

Independentemente disso, essa experiência dá como certo que também no caso de La Palma haverá mudanças no aumento da temperatura e acidez da água devido à emissão de dióxido de carbono, ácido carbónico e ácido sulfúrico.

As concentrações de metais tais como ferro, cobre, cádmio e mercúrio poderão ser alteradas, e registar-se um aumento das emissões de dióxido de carbono e uma diminuição do oxigénio. Esta situação foi especialmente grave no caso de El Hierro, mas neste caso a lava chegou a uma maior profundidade, lembra Mario Lebrato do Instituto de Geociências da Universidade de Kiel (Alemanha).

Adicionalmente, poderá haver alterações nos organismos marinhos sendo possível detetar-se uma maior proliferação de algas, dado que estas se aproveitam da existência de mais nutrientes na água e também porque são capazes de sobreviver a altas temperaturas e concentrações de metais.

Durante quanto tempo durarão as consequências da chegada da lava ao mar?

O prazo para a recuperação é incerto, mas otimista, escreve o El Pais. Um estudo de 10 anos de uma área afetada por vulcões e  publicado em Relatórios Científicos conclui que há “alterações catastróficas na morfologia do fundo do mar, na química da água, na atividade de desgaseificação e nos organismos bentónicos […] Contudo, as mudanças são de natureza transitória, com uma possível recuperação do sistema no prazo de dois anos”.

Com Notícias ao Minuto