Domingo é dia de todas as decisões

Ulisses foi a Mindelo e foi claro ao assegurar que o MpD “merece governar” na normalidade, isto em alusão aos 3 anos de seca severa e à pandemia que marcaram o primeiro mandato

O Presidente do MpD foca-se nos indecisos e lembra que é chegado o momento de fazer “boa escolha” e complementa que uma boa escolha é o MpD continuar a governar, a partir do dia 18. Ulisses Correia e Silva foi claro e objetivo e disse que o seu Partido “merece governar” Cabo Verde na normalidade, isto numa clara alusão aos 3 anos de seca severa e à pandemia que marcaram o primeiro mandato.

Após o que considera ter sido “travessia difícil”, o Primeiro-Ministro aponta para o futuro, mas antes adverte que domingo é dia de “todas as decisões” e que o MpD está “comprometido” com o desenvolvimento e quer “servir” Cabo Verde nos próximos 5 anos.

“Estivemos sempre do lado da responsabilidade” vincou o Presidente do MpD, não sem antes apontar o dedo àqueles que preferem oposição de “terra queimada” e que “criticam só por criticar” mas que “nunca apresentam” propostas para o País. O MpD, sublinhou, “esteve sempre do lado das soluções”.

No horizonte 2021/2026, São Vicente vai fazer “boas colheitas”, assegura Ulisses que fala num conjunto de projetos em curso ou em fase de arranque. “Falta pouco para recolhermos os frutos destes investimentos que criam emprego”, assegurou, perspetivando uma “grande dinâmica” para a Ilha do Porto Grande no futuro imediato, e garantiu que já há luz verde para avançar com o Terminal de Cruzeiros, devendo nos próximos dias ser assinado o contrato de adjudicação para as obras físicas.

Ulisses terminou a pedir voto no domingo e referiu-se que os Sanvicentinos devem fazer uma “escolha acertada” no projeto Caminho Seguro apresentado pelo MpD.

Previsão do tempo para as próximas 24 horas

Previsão é das 12:00 desta quarta-feira, 14, até às 12:00 de amanhã, quinta-feira, dia 15 de abril de 2021

Ilhas de Sotavento: Maio, Santiago, Fogo, Brava

Céu parcialmente nublado, essencialmente por nuvens altas; Visibilidade boa (igual ou superior a 10 km); Vento de NE/NNE fresco ou muito fresco (29-49 km/h), soprando por vezes com rajadas fortes (50-61 km/h) em sectores das zonas mais ocidentais ao longo do dia;

Estado do Mar: Ondas de NE/NW com 2.0-3.5 metros de altura, 2.5-4.0 metros mais à oeste/sudoeste do arquipélago, localmente 1.0-2.5 metros nas zonas costeiras sul e em setores inter-ilhas;

Temperatura Máxima: 28/30 ºC; Temperatura Mínima: 20/22 ºC.

Ilhas Orientais de Barlavento: Sal, Boa Vista

Céu parcialmente nublado, essencialmente por nuvens altas; Visibilidade boa (igual ou superior a 10 km); Vento de NE/NNE fresco ou muito fresco (29-49 km/h), soprando moderado (20-28km/h) ao longo da madrugada;

Estado do Mar: Ondas de NE/NW com 2.0-3.5 metros de altura, 2.5-4.0 metros à nordeste do arquipélago durante a tarde/noite, localmente 1.0-2.5 metros nas zonas costeiras sul;

Temperatura Máxima: 26/28 ºC; Temperatura Mínima: 19/20 ºC.

Ilhas Ocidentais de Barlavento: Santo Antão, São Vicente, São Nicolau

Céu parcialmente nublado a nublado, essencialmente por nuvens altas; Visibilidade boa (igual ou superior a 10 km); Vento de NE/NNE fresco ou muito fresco (29-49 km/h), soprando temporariamente com rajadas fortes ou muito fortes (50-74 km/h) em setores da região ao longo do dia;

Estado do Mar: Ondas de NE/NW com 2.0-3.5 metros de altura, 2.5-4.0 metros à noroeste do arquipélago durante a tarde/noite, localmente 1.0-2.5 metros nas zonas costeiras sul e em setores inter-ilhas;

Temperatura Máxima: 27/29 ºC; Temperatura Mínima: 19/21 ºC.

Portugal regista mais 8 mortes por Covid-19

País conta com 16.931 mortes e 828.857 casos de infeções

Portugal contabiliza esta quarta-feira, 14, mais 8 mortes e 684 novos casos de Covid-19, segundo o relatório diário da Direção-Geral da Saúde.

Desde o início da pandemia, Portugal já registou 16.931 mortes e 828.857 casos de infeção pelo vírus SARS-CoV-2, estando esta quarta-feira ativos 25. 457 casos, menos ou mais 16 em relação a ontem.

O boletim da DGS revela que estão internados 447 doentes, mais 12 do que na terça-feira.

PR prepara visitas à Guiné Equatorial e São Tomé e Príncipe

Informação foi divulgada pelo próprio Chefe de Estado, Jorge Carlos Fonseca

O Presidente da República vai realizar visitas à Guiné Equatorial e a São Tomé e Príncipe antes de terminar o segundo e último mandato, em outubro.

De acordo com informação divulgada pelo próprio Jorge Carlos Fonseca, ele realizou ontem, terça-feira, “reuniões internas e contatos”, visando a “preparação de visitas” aos dois países. Ainda não há indicação das datas para as referidas visitas. Contudo, o PR termina mandato em outubro. As eleições para sua sucessão acontecem a 17 daquele mês. Antes, em julho, JCF deverá ir a Luanda para a Cimeira dos Chefes de e Estado e de Governo da CPLP.

Mais 302 docentes recrutados definitivamente

De 2016 a 2021, o Governo resolveu a maioria das pendências acumuladas desde 2008, num esforço orçamental superior a 800 mil contos, beneficiando mais de 7 mil professores

O Governo recrutou em definitivo mais 302 professores das escolas secundárias/liceus e Delegações do Ministério da Educação. A informação consta do Boletim Oficial e pode ser acessado nesse link: https://cutt.ly/AvylL2H.

De acordo com o Ministro da Educação, o Governo continua a corrigir as distorções nas carreiras dos professores, pelo que o Executivo liderado por Ulisses Correia e Silva, cumpriu com o setor da educação. “Desde 2016, o Governo vem dando uma atenção especial à gestão das carreiras dos professores, resolvendo a larga maioria das pendências, deixadas acumular ao longo de vários anos desde pelo menos 2008, corrigindo assim distorções e melhorando a gestão dos processos dos recursos humanos, contribuindo para a valorização e dignificação da classe docente”, referiu o Ministro da Educação, Amadeu Cruz.

O governante acrescentou que “é com esta visão” que o Governo, ao longo do mandato 2016-2021, resolveu a maioria das pendências acumuladas desde 2008, num esforço orçamental superior a 800 mil contos, beneficiando mais de 7 mil professores.

Ulisses Correia e Silva, um Governo humanista e solidário

A pandemia de Covid-19 marca, efectivamente, a idade contemporânea e representa um teste decisivo para qualquer Governo. Separando o trigo do joio.

Cabo Verde não foi excepção.

Nas palavras avisadas de uma ilustre publicista, a doença oriunda dos confins da Ásia é, claramente, “…a maior emergência sanitária que o mundo enfrentou desde a gripe espanhola de 1918 e a maior crise global desde a II Guerra Mundial”.

Num ápice, economias, sistemas de troca e sociedades foram devastados por essa estranha zoonose, que ataca de forma traiçoeira, lembrando, nos seus momentos mais dramáticos, A Peste retratada no brilhante romance de Albert Camus.

É nessas horas aziagas que se vê, entretanto, o verdadeiro líder. O “homem com vocação política” de que falava o grande Max Weber.

Ulisses Correia e Silva não se deixou intimidar. Nem por um segundo sequer. E enfrentou o problema com inusitada coragem.

Digo isto porque acompanhei de muito perto a sua gesta. Também vivi essa angústia existencial.

O Primeiro-Ministro nunca perdeu a esperança, virtude de primeira grandeza. E nunca se deixou abater pelos momentos mais difíceis.

Aguentou-se firmemente, e soube capitanear o barco com galhardia, cultivando a ética da responsabilidade.

É esta a realidade.

Norteado por um profundo sentimento de humanismo, mas desse humanismo subtil que se aproxima verdadeiramente do Amor ao Próximo exigido pelas luzes sagradas do Evangelho, vi-o mobilizando, energicamente, a sua equipa; tentando saber a exacta situação das ilhas; traçando estratégias; chamando a atenção para os pormenores; ouvindo os especialistas; impondo regras de saúde pública; formulando diplomas; redefinindo políticas; socorrendo os mais pobres; salvando vidas e empresas.

Este é um mérito que ninguém lhe pode retirar.

Nem tudo foi perfeito, num contexto extraordinário, mas é um esforço que revela, sem margem para dúvidas, a solicitude de um homem e a sua vontade de bem servir.

Antes de ser um bom governante, Ulisses é, pois, um homem bom, e um cidadão de bem.

É por isso que merece a confiança deste nobre povo cabo-verdiano.

O Governo de Ulisses Correia e Silva – que nunca contou com o apoio sincero de uma oposição desvairada e pouco comprometida com o bem comum, incapaz de perceber que o momento não é para espalhafatos… – desenvolveu uma actividade ciclópica.

Do Rendimento Solidário aos programas de lay-off, passando por um investimento considerável no sector da saúde e vários apoios sociais e de inclusão, não deixando ninguém de fora, montou-se um autêntico “New Deal”, dando prevalência, sempre, aos superiores interesses dos cabo-verdianos e desta República democrática.

Ulisses, vislumbrando o essencial, só pensa na “salus publica”. Despreza a politiquice do bota-abaixo. Não tem tempo para algazarra e brejeirices.

Governar é um assunto sério.

Agora, suportando tranquilamente um coro subterrâneo de maldizer, investe fortemente na vacinação, prevendo imunizar 70% da população cabo-verdiana até o final deste ano civil.

Com isso, a economia retomará o seu bom crescimento (em 2019, antes da pandemia, o Governo do MpD fez o país crescer a uma taxa quase 5 vezes superior à minguada prestação do PAICV de Janira H. Almada…) e, claro está, teremos a criação de mais empregos e oportunidades para todos.

Esta crise mostrou-nos, pois, um líder preocupado. Solícito. De grande envergadura moral.

Como já mostrara Jean-François Revel, em páginas memoráveis, os espíritos mais liberais normalmente são os mais solidários.

Ulisses é uma prova viva desta máxima.

Sabe estar ao lado das pessoas comuns, porque é um deles!

No dia 18 de Abril, com a força do voto livre que a vanguarda intolerante dos “melhores filhos da nossa terra” lhe recusou durante longos 15 anos, o povo cabo-verdiano compensará Ulisses Correia e Silva e votará na continuidade desse homem simples e solícito. O único que tem um projecto consistente de futuro.

O segundo mandato será, decerto, ultrapassada a fase mais difícil, o mandato da prosperidade nacional.

Sim, é Cabo Verde no Caminho Seguro!

Outra vez Banca Furada?

O Paicv é um partido corajoso. Em plena campanha resolve retomar a falida política de construção de barragens, anuncia uma nova barragem para Praia Branca e acusa o MpD de não impermiabilizar a Banca Furada, em Fajã de Baixo, que já se sabia ad inícium que não iria reter água. O povo avisou, mas o Paicv não ouviu.

Quando os discípulos de Janira retomaram o assunto, dei comigo mesmo a pensar: esta malta deve estar a brincar, mas não, era mesmo a sério. Depois veio a chefe, de passagem por Tarrafal num comício com várias cadeiras vazias, fora de palco e fora de horas também, retomar o assunto, e com novas acusações ao Governo de Ulisses por não ter enterrado mais 200 e tal mil contos – sobre os 700 mil – para corrigir erros de construção. Pudera?!

Mas será que esta madame e seus discípulos estão mesmo a sério ou será a impermiablização uma proposta para enterrar mais quinhões nos bolsos dos camaradas?

Sim, há que perguntar porque dos mais de 700 milhões investidos, ficou apenas pedra sobre pedra, sem utilidade para o fim que deveria ser. Pelo menos desta vez, a Janira assumiu que o Paicv tem culpas no cartório. Mas não pediu desculpas ao povo da Fajã e de São Nicolau. E o povo ainda não esqueceu!

No próximo domingo, temos todos a responsabilidade de pôr um travão neste partido, e exigir, a partir das urnas, que o Paicv nos trate com respeito, ao menos isso.

Ora, falar de barragens – construção e impermiabilização – quando sabemos que a chuva é cada vez mais escassa parece ser txacota, ou no mínimo não levar as pessoas a sério, ou ainda gozar com as pessoas.

Precisamos, sim, de políticas para a agricultura e pecuária e o Programa que o Governo de Ulisses propõe já comporta estas respostas e uma delas é investir em pequenas unidades de dessalinização, estando já có-financiado um pacote de mais de 30 milhões de Euros, pelo Governo da Hungria.

Há apostas concertadas com Israel e outros países amigos de Cabo Verde para que o País possa mobilizar mais água. Também o investimento na Galeria da Fajã e no equipamento de Furos irá continuar no próximo ciclo de governação com Ulisses.

Por isso, no domingo, 18, nada de arrepiar caminho para um passado que não deixa saudades. Nada de voltar para trás. Confiança, acima de tudo, para reelegermos Ulisses, continuar com Cabo Verde e cada uma das suas Ilhas no almejado caminho seguro.

Eu confio. Eu apoio. Eu voto MpD.

Santo Antão fará “boas colheitas” no próximo mandato do MpD

Posição é defendida pelo Presidente do MpD. Ulisses Correia e Silva garantiu que no próximo mandato a Ilha irá ter “boas colheitas”, isso porqe durante os últimos cinco anos o seu Governo fez boas plantações

O Primeiro-Ministro que esteve ontem na Ilha de Santo Antão para as suas ações de campanha afirmou que no próximo mandato, a Ilha terá os seus melhores períodos.

O Presidente do MpD garantiu que durante os cinco anos à frente do Governo, seu Executivo fez boas plantações na Ilha das Montanhas, pelo que a Ilha irá ter “boas colheitas”, no horizonte 2021/2026.

Ulisses garantiu ainda que no novo mandato, Santo Antão terá o seu aeroporto, o Porto será requalificado e expandido, terá um Porto de Pesca com possibilidade de receber barcos cruzeiro, bem como um estabelecimento de ensino superior.

Mobilização de mais água para agricultura, massificação da rega gota a gota, apoio aos jovens agricultores, mais investimentos no setor das pescas, construção de um campo relvado, em Ribeira Grande, reforçar os investimentos na juventude, com mais formações profissionais, empreendedorismo, são outras das apostas que Ulisses tem para a Ilha.

Brasil com mais 3.808 mortes e 82.186 casos de Covid-19

Desde o início da pandemia, o País já contabilizou 358.425 óbitos e 13.599.994 infeções

O Brasil contabilizou 3.808 mortes e 82.186 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, revelou esta terça-feira o Ministério da Saúde Brasileiro.

O País aproxima-se assim das 360 mil mortes desde o início da pandemia. No total, o Brasil já contabilizou 358.425 óbitos e 13.599.994 infeções.

O estado de São Paulo continua a ser o mais afetado, somando já 2.667.241 casos e 84.380 mortes associadas à SARS-Cov-2.

Há ainda 12.074.798 pessoas que recuperaram da doença desde ontem. Em acompanhamento mantêm-se 1.166.771 pessoas.

De acordo com o último boletim epidemiológico difundido pela tutela da Saúde, a taxa de incidência da doença no Brasil, que atravessa o seu momento mais critico da pandemia, é hoje de 171 mortes e 6.472 casos por 100 mil habitantes.

Os números colocam o Brasil na segunda posição mundial de países com mais mortos e na terceira com maior número de casos.

O Brasil é ainda o País com mais mortes registadas em 24 horas, muito acima dos Estados Unidos, País mais afetado pela covid-19 em números absolutos, ou da Índia, uma tendência que foi observada ao longo de todo o mês de março e que se tem repetido em abril.

Novo barco da CVI em adaptação para mercado Cabo-verdiano

Navio já está em viagem. Deixou Bahamas e seguiu para Lisboa de onde navegará para São Vicente, após as necessárias adaptações

O novo navio da Cabo Verde Interilhas, CVI, que vai ligar a linha São Vicente, São Nicolau, Boa Vista e Sal, já está em processo de adaptação para o mercado Cabo-verdiano e às infraestruturas nacionais. Um processo que decorre em Portugal, para depois a embarcação rumar viagem para o Arquipélago.

O Comandante João Nicolau Monteiro que chefiou a equipa que levou o navio das Bahamas para Lisboa, apreciou as qualidades da embarcação e garante ser um barco “muito estável”, com boa capacidade para as nossas águas podendo ligar as Ilhas em “pouco espaço de tempo”. O navio, garante ainda, oferece boa capacidade de carga e conforto para os passageiros.

“É um bom barco que serve perfeitamente para operar entre as Ilhas”, assegura, revelando que o barco foi construído para operar nas Ilhas Bahamas e Flórida, nos Estados Unidos, em mares com caraterísticas “muito semelhantes” a Cabo Verde.

A CVI garante por sua vez que este “navio robusto”, foi “criteriosamente selecionado” para vir reforçar a sua frota nacional, trazendo, naturalmente, “mais agilidade e conforto” às operações de cabotagem.

O vice Presidente do Grupo ETE Cabo Verde, Jorge Maurício, garante que a companhia está no início da construção de um “grande projeto” para Cabo Verde e a aposta é trazer navios que oferecem segurança, com capacidade de transportar mercadorias e passageiros.

O navio deve chegar ao Arquipélago nos primeiros dias de Maio e logo após a sua certificação pelas autoridades marítimas nacionais inicia operações, ligando Portos e Ilhas.
O vídeo que ilustra a peça é uma produção da CVI.