Canárias recebem megaoperação internacional para repatriar passageiros com hantavírus

O navio, que esteve de quarentena em Cabo Verde, deverá chegar na madrugada de domingo ao porto industrial de Granadilla, em Tenerife, permanecendo ancorado ao largo da costa

O Governo de Espanha garantiu hoje que está tudo preparado nas Canárias para o desembarque e repatriamento das pessoas que permanecem a bordo do navio de cruzeiro MV Hondius, onde foram registados casos de hantavírus.

Segundo as autoridades Espanholas, a operação envolve 147 pessoas de 23 nacionalidades, entre passageiros, tripulantes e equipas médicas da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC), sendo considerada uma “operação inédita” e “de envergadura internacional sem precedentes”.

O navio, que esteve de quarentena em Cabo Verde, deverá chegar na madrugada de domingo ao porto industrial de Granadilla, em Tenerife, permanecendo ancorado ao largo da costa. O desembarque será feito em pequenos grupos, através de lanchas, sem contato com a população local.

As autoridades Espanholas indicaram que mais de 100 pessoas serão repatriadas a partir do aeroporto Tenerife Sul, enquanto 43 membros da tripulação permanecerão a bordo para seguir viagem até aos Países Baixos.

Os 14 cidadãos Espanhóis serão os primeiros a desembarcar e deverão cumprir quarentena num hospital militar em Madrid. Estados Unidos e Reino Unido já confirmaram o envio de aviões para repatriar os respetivos cidadãos.

Segundo a OMS, foram confirmados seis casos de infeção por hantavírus entre pessoas que viajaram no navio, incluindo três mortes. Neste momento, não há passageiros ou tripulantes com sintomas a bordo.

Legislativas. Líderes partidários deixam apelos ao voto e mensagens de confiança no último debate público

Os líderes dos Partidos concorrentes às eleições legislativas de 17 de maio deixaram, na noite de sexta-feira, mensagens dirigidas ao eleitorado Cabo-verdiano, no quadro do segundo e último debate promovido pelos órgãos públicos de rádio e televisão

O Presidente do MpD, Ulisses Correia e Silva, considerou o debate “muito esclarecedor e conclusivo”, defendendo que os projetos para o País devem assentar em “responsabilidade, sustentabilidade e sentido de compromisso”.

O líder do MpD criticou ainda Francisco Carvalho por, segundo afirmou, não ter respondido aos fundamentos das suas propostas, alegando que o Presidente do PAICV “sabe que não tem condições de financiamento” das medidas apresentadas e que “é fácil fazer populismo”.

Ulisses Correia e Silva deixou uma mensagem de “muita confiança” no trabalho realizado pelo Governo e pelo MpD, manifestando o desejo de continuar a conduzir Cabo Verde “pa frente”.

A líder do PTS, Jónica Brito, centrou a sua mensagem na juventude e afirmou que o “voto de protesto” será expresso nas urnas. A dirigente criticou o bipartidarismo, considerando que este tem mantido a população “sufocada e na miséria”.

Jónica Brito apelou ainda à participação eleitoral, sobretudo dos cidadãos que nunca exerceram o direito de voto, defendendo que o PTS poderá ser “a voz da população no Parlamento”.

Por sua vez, o Presidente da UCID, João Santos Luís, defendeu a necessidade de um Parlamento equilibrado, afirmando que isso permitirá evitar “abusos de maioria absoluta”. O líder da UCID sustentou também que o Partido está, neste momento, em condições de apresentar propostas para a governação do País.

O Presidente do PAICV, Francisco Carvalho, deixou uma mensagem de esperança e confiança num “Cabo Verde para todos”, afirmando querer transformar esse sonho em realidade.

Já o líder do PP, Amândio Barbosa Vicente, apelou ao voto no seu Partido, destacando áreas como saúde, melhores salários, habitação e reforço da segurança pública entre as prioridades da sua candidatura.

Praia acolhe conferência Africana de agentes de futebol

O evento decorre de 10 a 13 de maio e vai reunir agentes de futebol, dirigentes desportivos, juristas e diversos especialistas ligados ao futebol Africano

A Praia recebe, de 10 a 13 de maio, a 4.ª edição da Conferência Africana de Agentes de Futebol 2026, evento que reunirá agentes, dirigentes, juristas e especialistas ligados ao futebol Africano.

Promovida pela African Football Agents Association, a conferência contará com painéis de debate, sessões de networking, entrevistas, gala e entrega de prémios, com o objetivo de reforçar a cooperação e a profissionalização do agenciamento desportivo no Continente.

As atividades centrais decorrem nos dias 11 e 12 de maio, no TechPark, ficando o último dia reservado para visitas institucionais e atividades turísticas.

Entre os participantes confirmados estão o presidente da AFAA, Michael Sodeke, o presidente da Federação Cabo-verdiana de Futebol, Mário Semedo, o antigo internacional senegalês El-Hadji Diouf, e a advogada e agente FIFA Caroline Mwanzia.

A organização informou ainda que o programa e as inscrições estão disponíveis na plataforma oficial do evento.

O debate – entre a pose e a substância 

FC confessou, sem querer, uma coisa espantosa: a economia cabo- verdiana está em tão boa forma e com um desempenho igualmente notável da gestão do sistema fiscal que ele, candidato a PM, encontra no orçamento de Estado vigente todos os recursos financeiros para pagar todo o seu pacote de gratuitidade no alegado programa Cabo Verde para todos. E até se deu ao luxo de diminuir as receitas com a proposta de baixar os impostos (sobre as pessoas e empresas) e mesmo assim financiar a 100% os custos da saúde, educação, transportes, habitação e etc. Na verdade, não apresentou uma única proposta que conduzisses ao aumento de receitas! Disse mesmo que era apenas um problema de redistribuição. Tudo estava no OE vigente do governo do MpD. Registe-se para não mais ser retirado!

As expectativas já eram baixas para FC mas conseguiu mesmo assim surpreender pela negativa: ali não mora nenhuma ideia nova, nenhum pensamento original ou fora da caixa, nem sequer uma ideia ortodoxa, ali reside quase nada! Pose e mais pose, discurso redondo, cheio de bolinhas, carregado de nada. Olha para as câmaras, arqueia os braços, sacode a cabeça, inclina-se para frente, cara séria, ar compungido, quase de sofrimento, e diz bla bla bla, sempre com cara séria, contrastando a vacuidade da frase com a solenidade da pose. “Os cabo-verdianos conhecem-me… temos que ter um olhar diferente … vamos mudar a perspectiva… é preciso reformular tudo de novo… o fundamental é ter uma nova visão… reconfigurar todo o modelo”.

Frases ditas com pose, em tom quase pomposo, mas a ideia fica sempre no enunciado e não dá nenhuma outra passada, morre mesmo ali na praia da partida. Foi pior do que tinha imaginado, mas confesso que conheço mal o homem que pretende ser o PM de CV. Ao vê-lo e ouvi-lo a falar, depois do espanto, fiquei mais relaxado, pois obviamente pouca gente se atreveria a transportar o homem para a cadeira do palácio da Várzea.

A incapacidade de fundamentar as suas propostas, de estimar minimamente os seus custos e a disparatada ideia de se socorrer da verba dedicada aos estudos foram confrangedoras, levando a perguntar o que fora ali fazer se não sabia minimamente do que estava falar. Quem lhe terá empurrado para o martírio de um debate de 3 horas em que estava obrigado a falar de coisas sérias?

Os economistas que o assessoraram nem sequer se deram conta que à medida que iam tornando gratuito os serviços públicos que agora são pagos, ainda que parcialmente, estavam também a diminuir as receitas, pelo que estas não podem ser tomadas em toda a sua extensão para financiar as novas despesas resultantes da generalização da gratuitidade.

O debate foi esclarecedor: na pose do candidato do Novo Paicv fica a marca da ligeireza e da sua compulsiva necessidade de arrebanhar votos e na substancia de UCS estão enraizados a competência, a experiência e, sobretudo, um agudo sentido de responsabilidade.

Mas é o povo quem mais ordena no dia 17 de maio!

Legislativas 2026. Candidatos divergem sobre economia e desenvolvimento

Os candidatos apresentaram propostas para a economia, com o PTS a defender maior inclusão social, a UCID aumento de rendimentos e alívio fiscal, o PP redução da dívida pública, o PAICV uma nova estratégia económica e o MpD a destacar crescimento económico e redução do desemprego

Os candidatos às eleições legislativas de 17 de maio defenderam, no debate promovido pela Rádio e Televisão Cabo-verdiana (RTC), diferentes estratégias para enfrentar os desafios económicos do País, com foco no custo de vida, crescimento económico, emprego, fiscalidade e poder de compra das famílias.

A candidata do PTS, Jónica Brito, considerou que o crescimento económico registado no País não beneficiou a maioria da população, afirmando que os ganhos ficaram concentrados numa elite. Segundo disse, “o povo tem sofrido de Santo Antão à Brava”, defendendo medidas estruturais e duradouras para aliviar o custo de vida das famílias.

Para Jónica Brito, as medidas adotadas pelo Governo chegam apenas “quando o povo já não aguenta mais”, pelo que defendeu a diversificação da economia como forma de criar novas oportunidades e garantir maior equilíbrio social.

Por sua vez, o candidato da UCID, João Santos Luís, afirmou que Cabo Verde continua vulnerável aos choques externos por não ter criado, ao longo dos anos, mecanismos de proteção económica suficientemente fortes.

Segundo o líder da UCID, apesar dos recursos mobilizados pelo País ao longo de décadas, Cabo Verde “podia estar melhor”. Como solução, defendeu uma política de aumento de rendimento das famílias e maior alívio fiscal, alegando que a atual política tributária penaliza os Cabo-verdianos e dificulta o ambiente de negócios.

O candidato do PP, Amândio Barbosa Vicente, apontou a redução da dívida pública como prioridade para permitir maior capacidade de investimento no País.

O líder do PP criticou igualmente o modelo económico nacional, afirmando que o crescimento beneficia sobretudo o Estado e grandes empresas, enquanto a população continua a enfrentar perda do poder de compra, inflação e desemprego. Segundo disse, muitos Cabo-verdianos têm sido obrigados a emigrar em busca de oportunidades de trabalho.

Já o candidato do PAICV, Francisco Carvalho, defendeu a necessidade de uma “nova estratégia económica” centrada nos Cabo-verdianos.

O líder do PAICV afirmou que o País precisa “recomeçar”, repensando parcerias e reforçando o apoio ao setor privado, com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento económico e criar melhores condições de vida para as famílias.

Por outro lado, o presidente do MpD e candidato à reeleição, Ulisses Correia e Silva, destacou os impactos da conjuntura internacional, marcada por guerras e aumento dos preços internacionais, com reflexos diretos em países dependentes como Cabo Verde.

Ulisses Correia e Silva sustentou, no entanto, que o Governo conseguiu responder às sucessivas crises, protegendo empresas, famílias e empregos. O líder do MpD destacou ainda o regresso do crescimento económico e a redução da taxa de desemprego para níveis historicamente baixos.

CVA assegura continuidade dos voos durante manutenção de aeronave na Etiópia

A empresa mobilizou antecipadamente uma aeronave substituta do mesmo modelo, através de um acordo temporário de “wet leasing” com a Smartwings

A Cabo Verde Airlines informou que a aeronave Boeing 737 MAX 8, matrícula D4-CCJ, encontra-se em Addis Abeba, na Etiópia, para uma manutenção programada, garantindo, no entanto, a continuidade normal das operações aéreas através de um avião substituto.

Em comunicado, a transportadora aérea nacional explicou que a intervenção técnica faz parte do plano regular de revisão da companhia e decorre “dentro dos parâmetros previstos”, com o objetivo de assegurar os padrões de segurança, fiabilidade e desempenho operacional da frota.

Para evitar constrangimentos na programação dos voos, a empresa mobilizou antecipadamente uma aeronave substituta do mesmo modelo, através de um acordo temporário de “wet leasing” com a Smartwings.

Segundo a companhia, a medida permitirá garantir a continuidade integral das ligações aéreas durante o período de manutenção da aeronave D4-CCJ.

A Cabo Verde Airlines adiantou ainda que, após o regresso do aparelho ao País, será apresentada uma “novidade especial” destinada aos passageiros e ao público em geral, no quadro da estratégia de modernização e valorização da experiência de viagem.

A transportadora reiterou o compromisso com a segurança operacional, a pontualidade, a fiabilidade dos serviços e a melhoria contínua da experiência dos clientes.

Diário de campanha 10. Lideranças partidárias intensificam campanha eleitoral este sábado na Ilha de Santiago

As forças políticas prosseguem este sábado as ações de campanha eleitoral na Ilha de Santiago, com atividades distribuídas entre os Municípios de Santiago Norte e Sul, incluindo a Cidade da Praia, São Domingos, Santa Catarina e Santa Cruz

No décimo dia de campanha eleitoral, as lideranças partidárias concentram as suas atividades na Ilha de Santiago e Maio.

O Presidente da UCID, João Santos Luís, lidera a campanha do Partido nos círculos de Santiago Norte e Santiago Sul.

Pelo PP, Amândio Barbosa Vicente acompanha os restantes candidatos do Partido em ações de campanha na Cidade da Praia.

Já o Presidente do PAICV, Francisco Carvalho, chefia a comitiva do Partido nos Municípios de São Domingos, Santa Catarina e Santa Cruz.

A líder do PTS, Jónica Brito, cumpre hoje agenda política na Cidade da Praia.

O Presidente do MpD, Ulisses Correia e Silva, desloca-se hoje à Ilha do Maio para prosseguir as ações de campanha eleitoral centradas naquela região.

Candidatos às legislativas defendem gratuitidade, humanização e reforço do SNS

No debate da RTC, os candidatos apresentaram propostas centradas no reforço do setor da saúde, com o PP e a UCID a defenderem a eliminação da taxa moderadora, o PAICV a prometer gratuitidade dos cuidados de saúde, o MpD a destacar os investimentos feitos no SNS e no setor privado, enquanto o PTS propôs mais cobertura dos cuidados primários

O candidato do PP, Amado Barbosa, afirmou que a saúde em Cabo Verde enfrenta vários desafios, defendendo mais investimentos e melhorias no funcionamento do setor. “Temos constatado que várias pessoas recorrem ao Senegal ou Portugal porque a saúde em Cabo Verde não corresponde às necessidades de tratamento. Há falta de medicamentos, consumíveis e recursos humanos. A taxa moderadora tem de reduzir ou ser eliminada e o orçamento da saúde deve crescer para modernizarmos o serviço”, afirmou.

O líder do PAICV, Francisco Carvalho, defendeu a gratuitidade dos cuidados de saúde e maior valorização dos profissionais do setor. “Vamos assumir a gratuitidade no setor da saúde porque os Cabo-verdianos não conseguem suportar os custos. Temos de melhorar os cuidados, reforçar a humanização e garantir orçamento para formação de médicos, enfermeiros e profissionais de saúde”, disse.

Por sua vez, o candidato do MpD, Ulisses Correia e Silva, destacou os investimentos realizados no Sistema Nacional de Saúde e questionou a viabilidade financeira das propostas do PAICV. “O Presidente do PAICV ainda não explicou como vai financiar a gratuitidade da saúde. O nosso Sistema Nacional de Saúde salvou vidas durante a pandemia da covid-19 e tivemos uma resposta rápida e segura também no caso do hantavírus”, declarou.

A candidata do PTS, Jónica Brito, defendeu uma saúde mais humanizada e investimentos em áreas específicas como saúde mental e emergência médica. “Queremos reforçar os cuidados primários de saúde, melhorar as evacuações interilhas, criar um sistema nacional de emergência médica e investir mais na saúde mental, sobretudo para apoiar os jovens”, afirmou.

Já o candidato da UCID, João Santos Luís, considerou que o País deve continuar a melhorar o setor e reduzir os custos suportados pelos utentes. “A saúde não espera e temos de humanizar o atendimento e reduzir as filas de espera. Defendemos a eliminação da taxa moderadora, revisão do mapa de comparticipação do INPS e o alargamento do horário das urgências nos centros de saúde”, declarou.

Boa Vista. partidos intensificam campanha com foco no turismo, emprego jovem e desenvolvimento local

Enquanto o PP defendeu formação turística e valorização dos produtos endógenos, o PAICV apostou na criação de oportunidades para os jovens e o MpD destacou a confiança dos eleitores no projeto de desenvolvimento para a Boa Vista

As candidaturas do PP, MpD e PAICV intensificaram as ações de campanha na Boa Vista, centrando as propostas no desenvolvimento do turismo, criação de emprego jovem, formação profissional e melhoria das condições de vida na Ilha.

O cabeça de lista do PP, José Ferreira, defendeu a criação de uma “escola-hotel” na Boa Vista, com o objetivo de formar profissionais nas áreas da hotelaria, gastronomia, administração, limpeza e sustentabilidade, apostando igualmente na valorização dos produtos endógenos da Ilha.

Segundo o candidato, a Boa Vista possui potencial para se afirmar como “capital do turismo balnear” de Cabo Verde, mas necessita diversificar a oferta turística com atividades ligadas ao ecoturismo e trilhas de caminhada, para além do tradicional modelo de “sol e praia”.

Já o cabeça de lista do MpD, Marcos Mendes, destacou a “boa receção” da candidatura nas diferentes localidades da Ilha, afirmando que as propostas do partido foram construídas com base nas preocupações identificadas junto das populações.

O candidato sublinhou que o contato porta a porta tem servido também para esclarecer alguns eleitores sobre a diferença entre eleições legislativas e autárquicas, assegurando que o partido continuará a apostar numa campanha de proximidade e confiança no projeto político para a Boa Vista.

Por sua vez, a candidatura do PAICV, liderada por Marizia Lima, fez um balanço “positivo” da primeira metade da campanha, destacando a recetividade da população às propostas do partido para setores como saúde, habitação, saneamento, agricultura e emprego jovem.

A candidata defendeu maior aposta na formação profissional e no empreendedorismo como forma de criar oportunidades reais para os jovens da Ilha, permitindo-lhes construir “uma vida com dignidade” sem necessidade de abandonar a Boa Vista.

Tribunal decreta prisão preventiva para suspeito de tráfico de droga em São Salvador do Mundo

Na residência do arguido, localizada em Picos Acima, as autoridades apreenderam cerca de 27 quilos de canábis acondicionados e prontos para comercialização e consumo

O Tribunal da Comarca de Santa Catarina decretou prisão preventiva para um homem de 55 anos suspeito de tráfico de droga, detido pela Polícia Judiciária (PJ) em São Salvador do Mundo, na Ilha de Santiago.

Segundo a PJ, o suspeito foi detido durante uma operação conduzida pelo Departamento de Investigação Criminal de Assomada, em colaboração com a Polícia Nacional, no cumprimento de mandados de busca emitidos pelas autoridades judiciais.

Na residência do arguido, localizada em Picos Acima, as autoridades apreenderam cerca de 27 quilos de canábis acondicionados e prontos para comercialização e consumo.

A Polícia Judiciária indicou que o homem é fortemente indiciado da prática do crime de tráfico interno de droga e deverá aguardar os restantes trâmites processuais em prisão preventiva.