Presidente da Assembleia Nacional incentiva a mais esforços do Governo para resolver problemas de transporte em São Nicolau

O Presidente da Assembleia Nacional, Austelino Correia, está de visita ao Concelho do Tarrafal de São Nicolau, onde tem destacado tanto os desafios de mobilidade da Ilha como o seu potencial agrícola

Desde segunda-feira em São Nicolau, a convite da Câmara e da Assembleia Municipais do Tarrafal, Austelino Correia voltou hoje a incentivar o Governo a prosseguir e reforçar os esforços para resolver os constrangimentos nos transportes de e para a Ilha.

Nesta terça-feira, 18, o líder do Parlamento visitou as localidades de Fragata, Ribeira Prata e Praia Branca, onde sublinhou “o grande potencial agrícola” dessas zonas. Segundo afirmou, se devidamente aproveitados, esses recursos podem converter-se em “potencial económico” para as famílias, para São Nicolau e para o País, sublinhando que o desencravamento é fundamental para transformar os recursos locais em riqueza económica.

Austelino Correia reconheceu, no entanto, que os desafios de mobilidade “não são fáceis de resolver” num País arquipelágico como Cabo Verde, reforçando por isso o apelo ao Governo para que mantenha e intensifique as ações no setor dos transportes.

Durante as visitas, o Presidente do Parlamento teve ainda oportunidade de dialogar com proprietários afetados pela tempestade de 11 de agosto, que registaram prejuízos significativos.

Na segunda-feira, primeiro dia da deslocação que termina amanhã, quarta-feira, Austelino Correia foi recebido na Câmara Municipal e visitou a SUCLA, conserveira com 90 anos de história.

Artur Correia adverte para necessidade de “dar tudo por tudo”, alertando para risco real de reversão na luta contra o paludismo na Praia

O Consultor em Saúde Pública e Sistemas de Saúde, afirma que Cabo Verde ainda não vive uma emergência de saúde pública por causa do paludismo, mas avisa que o cenário pode agravar-se rapidamente caso falhe a resposta coordenada. Com cerca de cem casos reportados na Praia, o País enfrenta o risco de perder a certificação da OMS como território livre da doença

Em entrevista ao OPAÍS.cv, Artur Correia que está a coordenar, em regime de voluntariado, a resposta emergencial ao Paludismo, explicou que a sua decisão é movido pelo dever cívico e pelo amor ao País, confirmando estar na linha da frente do combate ao paludismo.
Doutorado e especialista em Saúde Pública, Epidemiologia e Paludologia, Artur Correia alerta que, embora o Cabo Verde não esteja oficialmente em situação de emergência, a ameaça é real e exige ação imediata de todos os setores. A “task force” multidisciplinar, o reforço diário das operações nos bairros mais afetados e o apoio contínuo da OMS compõem a estratégia para travar a transmissão e evitar a perda da certificação internacional alcançada em 2024.

OPAÍS.cv – Motivação pessoal e envolvimento. O que o inspira pessoalmente a estar na linha da frente desta luta contra o paludismo no Município da Praia?

Artur Correia – Inspira-me o dever cívico e o amor a Cabo Verde.

Gravidade e contexto atual. Considera que o paludismo representa, neste momento, uma emergência de saúde pública para Cabo Verde? Por quê?

Não seria uma emergência em saúde pública, neste momento, mas poderá evoluir para essa situação, caso não fizermos o nosso “trabalho de casa”! Digo nós, pois quero dizer todas as autoridades e entidades envolvidas nas questões sanitárias, nomeadamente os ministérios de Saúde, do Ambiente, das obras públicas, do Turismo, a Comunicação Social, as autoridades aeroportuárias, as Câmaras Municipais, as ONG’s e os cidadãos em geral, etc.

Risco de perda da certificação. Cabo Verde alcançou a certificação da OMS como País livre de paludismo, mas agora enfrenta o risco de a perder. Acredita que as ações em curso são suficientes para evitar essa reversão?

Para se perder a certificação, teremos de diagnosticar mais de três casos de paludismo autóctone, num mesmo foco, durante três anos consecutivos. Neste momento estamos a rever a classificação dos casos de 2024. Caso se constatar que são, de facto, autóctones, e tendo em conta a situação desfavorável de 2025, só nos restaria o ano de 2026! Temos de dar tudo por tudo, para interromper a transmissão da doença, na Praia, ainda este ano! É o que estamos a fazer com o reforço das ações de vigilância epidemiológica, ambiental e entomológica. A eficácia dessas ações foi reforçada com a presença diária nos focos de paludismo afetados, com especial destaque para a zona de Fonton e Cobon.

Foi criado uma “task force” multidisciplinar, que se reúne diariamente, para fazer o balanço das ações do dia anterior e a programação para o dia seguinte!

De igual modo, a Comissão Multissetorial Antivetorial tem-se reunido semanalmente, ao nível da Direção Nacional de Saúde. Todas essas ações têm recebido apoio de proximidade da OMS.

Números e resposta. Têm sido reportados perto de 100 casos de paludismo no Município da Praia. Este número preocupa? Que medidas concretas estão a ser tomadas para inverter esta tendência?

Claro que preocupa, num País recentemente certificado como “livre de paludismo”. Convém salientar que esse número, também, inclui casos importados, sobretudo da Guiné-Bissau e Senegal. Além das medidas organizacionais, estratégicas e operacionais, para o reforço da resposta, reforçou-se a análise diária dos casos e a respetiva resposta na investigação do caso na comunidade, com o tratamento antivetorial, com o tratamento domiciliar, peridoméstico e espacial com inseticida e pesquisa de mais casos, para um diagnóstico, notificação, investigação e resposta o mais precocemente possível, segundo as normas existentes, para a tomada de medidas.

Distribuição geográfica dos casos. A situação está concentrada apenas na Praia ou há registos de casos em outros Municípios do País?

Têm aparecido casos pontuais em Santa Catarina de Santiago. Mas os casos importados têm sido registados em várias Ilhas (Santiago, São Vicente, Santo Antão, Sal, Boa Vista e Fogo).

Que mensagem gostaria de deixar aos Praienses e aos Cabo-verdianos em geral, sobre a importância de se unirem nesta luta contra o paludismo?

Gostaria de passar uma mensagem de confiança e colaboração para com as autoridades sanitárias e os seus parceiros nesta luta. Que cada um faça a sua parte, na procura dos serviços de saúde, assim que sentirem sintomas de paludismo, na eliminação de águas estagnadas no ambiente peridoméstico, no tratamento de reservatórios de água a céu aberto, incluindo piscinas, em estreita colaboração com os Serviços de Saúde, do Ambiente e da Câmara Municipal.

Faleceu antigo internacional Cabo-verdiano Ravy

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Antigo futebolista morreu aos 55 anos vítima de doença prolongada

O antigo futebolista internacional Cabo-verdiano Orlando Cabral Fernandes, conhecido como Ravy, morreu na segunda-feira, na Cidade da Praia, aos 55 anos, vítima de doença prolongada.

Natural do bairro Moinho e nascido a 18 de dezembro de 1969, Ravy era considerado um dos jogadores mais talentosos e irreverentes da sua geração.

Ao longo do percurso, representou clubes como Celtic, Académica da Praia, Boavista, Desportivo da Praia, Bairro, Travadores e ainda equipas no estrangeiro, nomeadamente o F.C. Ademas, na Holanda, e o Desportivo da Guarda, em Portugal.

O seu regresso ao País ficou marcado pela conquista do título regional de Santiago em 2003 ao serviço dos Travadores, quebrando um jejum de 18 anos do clube.

Como internacional, representou Cabo Verde em três jogos, incluindo a Taça Amílcar Cabral de 1995, na Mauritânia.

Mário Semedo confirma recandidatura e diz que Cabo Verde “não podia mudar de rumo” às vésperas do Mundial

O Presidente da Federação Cabo-verdiana de Futebol, FCF, Mário Semedo, anunciou esta segunda-feira que será candidato a um novo mandato, justificando a decisão com o “momento histórico” que o futebol Cabo-verdiano vive, com a inédita participação no Mundial masculino e na CAN feminina

Mário Semedo confirmou ontem, segunda-feira, a sua recandidatura à presidência da FCF, após meses em que havia deixado em aberto a possibilidade de não voltar a concorrer. As eleições estão previstas para dezembro deste ano.

Segundo o dirigente, a decisão de avançar prende-se com a conjuntura única que o futebol nacional atravessa. A realização da Copa do Mundo e da CAN feminina, competições em que Cabo Verde estará presente pela primeira vez, pesaram muito na decisão do atual Presidente. “Não seria prudente, depois de todo um percurso feito, largar o barco agora”, afirmou Mário Semedo.

O Presidente da FCF acrescentou ainda que a recandidatura é também “uma questão de responsabilidade” para com o País. “Por Cabo Verde, entendemos que deveríamos avançar”, reforçou.

A candidatura de Mário Semedo conta já com apoios de peso. Mário Avelino, Presidente da Associação Regional de Futebol de Santiago Sul, manifestou publicamente o seu apoio e revelou ter retirado a sua própria candidatura em favor do atual líder federativo, por considerar que “o momento pertence” ao atual Presidente.

Mário Semedo destacou, por sua vez, que pretende que Mário Avelino tenha um papel “fundamental” no próximo Conselho Diretivo, sublinhando a experiência e conhecimento que o dirigente traz ao futebol Cabo-verdiano.

Correção. Morte de trabalhador no Fogo não está relacionada com acidente de trabalho

Confirma-se morte de um pedreiro na madrugada de hoje, em São Filipe, mas a sua morte está relacionada com uma queda em casa

Foi confirmada a morte de um pedreiro na madrugada desta terça-feira, em São Filipe, na Ilha do Fogo. Contudo, a ocorrência não se trata de um acidente de trabalho, tal como inicialmente avançado.

Segundo apurou o OPAIS.cv, o homem, conhecido por Francisco pedreiro, sofreu uma queda em sua residência na tarde de ontem, segunda-feira, embateu numa superfície de cimento. Ele foi assistido no hospital, mas não resistiu aos ferimentos, vindo a falecer na madruga desta terça-feira.

A associação inicial ao acidente de trabalho deveu-se ao facto de a vítima ser pedreiro.

Feito o devido esclarecimento, confirma-se que o incidente ocorreu em contexto doméstico.

À família enlutada, apresentamos as mais sentidas condolências.

“Ninguém está só”. PM reforça compromisso com vítimas das chuvas em Santiago

Ulisses Correia e Silva, deslocou-se esta segunda-feira, 17, aos concelhos de Santa Cruz e Santa Catarina, para avaliar no terreno os danos provocados pelas fortes chuvas

O Chefe do Governo constatou prejuízos significativos na agricultura, pecuária, comércio e infraestruturas.

Durante a visita, Ulisses Correia e Silva afirmou que o Governo está presente e não deixará ninguém para trás. “As pessoas não estão sós. O Governo está presente, com solidariedade, mas também com ação concreta”, afirmou.

O Primeiro-Ministro garantiu que já estão em curso medidas de resposta imediata para atenuar o impacto das perdas e apoiar a retoma das atividades económicas e sociais.

Segundo afirmou, serão mobilizados recursos financeiros para compensar perdas de rendimento e acelerar a recuperação produtiva, ao mesmo tempo que avança a reparação e reabertura das vias de acesso afetadas, que, segundo referiu, já estão em grande parte desobstruídas.

Ulisses Correia e Silva destacou ainda que o Governo está a atuar em articulação com as câmaras municipais, agricultores, criadores de gado e comunidades locais, num processo de avaliação caso a caso, com o objetivo de garantir respostas rápidas e eficazes.

O Chefe do Governo apelou à confiança e resiliência das populações afetadas, assegurando que o País tem capacidade para ultrapassar mais este desafio. “O importante é que as pessoas tenham confiança. Trabalhando juntos, vamos conseguir responder e repor a normalidade, com ainda mais resiliência”, reforçou.

Meno Fernandes faz balanço devastador da tempestade em São Miguel e mobiliza ações urgentes de resposta

Segundo o Autarca, os prejuízos abrangem educação, acessibilidades, rede viária municipal, sistemas de abastecimento de água e, em algumas comunidades, também o fornecimento de energia

O Presidente da Câmara Municipal de São Miguel, Herménio (Meno) Fernandes, traçou ontem, segunda-feira, 17, um balanço extremamente preocupante dos estragos causados pelas chuvas torrenciais que atingiram o Concelho na passada quinta-feira, descrevendo danos de “grande dimensão” em praticamente todos os setores da vida local.

Segundo o Autarca, os prejuízos abrangem educação, acessibilidades, rede viária municipal, sistemas de abastecimento de água e, em algumas comunidades, também o fornecimento de energia. Meno Fernandes destacou ainda que a maior parte dos estragos está relacionada com deslizamentos de terra, destruição de terrenos agrícolas e a perda quase total das infraestruturas hidráulicas nas quatro bacias do Concelho.

O impacto sobre as famílias é igualmente grave, avaliou o Autarca, para quem mais de quatro dezenas de agregados estão em “situação de risco” e várias pessoas perderam completamente as suas casas. “São Miguel foi duramente atingido por estas chuvas. Temos danos incalculáveis”, lamentou o Edil.

O Presidente da Câmara Municipal revelou que há comunidades encravadas, entre as quais Monte Bode, Bacio, Varanda e Mato Dentu, esta última “completamente isolada”. Entretanto, desde sexta-feira, que equipas municipais estão no terreno em ações de emergência, com prioridade para restabelecer acessos, garantir condições de circulação e reforçar a segurança habitacional das famílias afetadas. Muitos criadores, acrescentou, perderam parte significativa dos seus animais, arrastados pelas cheias, enquanto hortas e poços ficaram soterrados, comprometendo a produção agrícola local.

Diante da dimensão dos danos, Meno Fernandes afirmou que São Miguel “precisa de forte solidariedade e apoio imediato”, não só do Governo, mas também de parceiros internacionais, organizações não-governamentais e toda a comunidade solidária.

“O nosso foco agora é repor ligações, recuperar o essencial e devolver alguma normalidade às populações”, sublinhou.

Refira-se que uma chuva seguida de tempestade afetou na passada quinta-feira, 13, a região Norte de Santiago, com inúmeros prejuízos em vários Municípios.

Atualidade. CR7 é recebido hoje por Donald Trump na Casa Branca

Cristiano Ronaldo, capitão da seleção portuguesa e ícone global do futebol, será recebido hoje, 18 de novembro, pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump, na Casa Branca, em Washington. O encontro, amplamente antecipado pela imprensa internacional, acontece poucas semanas após Portugal garantir a presença no Mundial 2026, que será organizado pelos EUA, Canadá e México.

A reunião está marcada para o início da tarde em Washington — final do dia na Europa — e deverá durar cerca de uma hora, segundo avançam fontes citadas pela Mundo Deportivo, Record e AS. O encontro insere-se num conjunto de audiências agendadas por Trump com figuras de destaque mundial.

Diplomacia através do futebol

Ronaldo já havia manifestado o desejo de conhecer Trump, afirmando que o considerava “uma das pessoas que podem ajudar a mudar o mundo”. Dias antes do encontro, o jogador enviou ao Presidente norte-americano uma camisola autografada com a dedicatória: “To President Donald J. Trump. Playing for Peace.”

A mensagem, que rapidamente se tornou viral, está a ser interpretada por analistas como uma forma de diplomacia suave, utilizando a notoriedade do futebol para transmitir apelos globais à paz e ao diálogo.

Um encontro de grande visibilidade mediática

A receção de CR7 na Casa Branca deverá dominar a agenda mediática internacional, tanto pelo peso político de Trump como pela projeção planetária de Cristiano Ronaldo. O encontro ocorre também num momento simbólico: os Estados Unidos reforçam o investimento no futebol, e a visita de uma das maiores estrelas da história da modalidade amplifica a preparação para o Mundial 2026.

Para Trump, receber o futebolista mais influente do mundo representa um reforço do chamado soft power americano. Para Ronaldo, é uma oportunidade de fortalecer a sua presença no mercado norte-americano e consolidar a sua imagem como figura global para além dos relvados.

Expectativa por declarações oficiais

Ainda não foi divulgado se haverá declarações conjuntas após a audiência. Contudo, é esperado que a Casa Branca partilhe imagens ou um breve comunicado sobre a reunião ao longo do dia. A imprensa norte-americana já está posicionada para cobertura em direto.

Palmeira e Académico lideram campeonato de futebol no Sal

Ambas as equipas somam 6 pontos ao fim da 2.ª jornada

Ao fim da 2.ª jornada do campeonato regional de futebol da Ilha do Sal, Palmeira e Académico seguem na frente da tabela, ambos com 6 pontos, o dobro do trio que ocupa o segundo lugar.

Nesta ronda, o Palmeira venceu a Académica por 2-1, enquanto o Académico superou o Gaviões por 2-0, resultados que permitiram às duas formações manter a liderança isolada da competição.

No clássico da Cidade de Santa Maria, as equipas de Santa Maria e Florença empataram 2-2. Já o Palha Verde confirmou o bom momento e derrotou o Verdun por 1-0.

Câmara Municipal de São Vicente confirma Carnaval 2026. “A cidade não ficará sem o seu maior momento cultural”

Está desfeita a dúvida. O Carnaval vai voltar às ruas do Mindelo em 2026

A Câmara Municipal de São Vicente confirmou esta tarde a realização do evento no próximo ano, garantindo que “a cidade não ficará sem o seu maior momento cultural”.

Em publicação nas redes sociais, a Autarquia liderada por Augusto Neves afirma que o Carnaval de São Vicente “é o maior espetáculo” de Cabo Verde, um evento que “move a economia local e nacional, impulsiona o turismo, cria trabalho para centenas de profissionais da cultura e traz, todos os anos, muitos cabo-verdianos da diáspora que marcam férias especialmente para viver esta festa.

A Edilidade reforça ainda que se trata de “uma manifestação que pertence ao povo, não apenas às instituições. E não será interrompida”.

Na mesma nota, a Câmara Municipal recorda que sempre valorizou o papel da LIGOC-SV, reconhecendo que esta organização “colaborou com os grupos ao longo dos anos, aumentou apoios, garantiu subsídios e trabalhou para melhorar as condições de produção”.

A Autarquia lembra também que foi o próprio Augusto Neves “quem encorajou os grupos a criarem a Liga Independente do Carnaval de São Vicente, reconhecendo a importância da sua autonomia e organização”.

Ainda assim, a Câmara Municipal diz compreender as dificuldades enfrentadas por alguns grupos após a tempestade de 11 de agosto.

“As prioridades da Autarquia tiveram de ser ajustadas para responder à emergência social. Mesmo assim, sempre defendemos que qualquer questão relacionada com o Carnaval deve ser tratada com seriedade, diálogo e responsabilidade, sem colocar em causa o desfile oficial e o seu impacto para a cultura e a economia da Ilha”, lê-se na nota.

A Edilidade reafirma que Mindelo terá o seu Carnaval, com ou sem a participação dos grupos que anunciaram ausência, garantindo que “a festa continuará viva”.

“Continuaremos disponíveis para dialogar no momento próprio, manter parcerias, apoiar a cultura e trabalhar para soluções que fortaleçam esta tradição”, conclui a Câmara Municipal, sublinhando que o Carnaval “é força, é identidade, é alegria”.