Alain International Cup. Cabo Verde volta a cair nos penáltis

A partida terminou empatada a uma bola no tempo regulamentar

A Seleção nacional de futebol perdeu hoje frente ao Egito por 2-0 nas grandes penalidades, após um empate a 1-1 no tempo regulamentar, no jogo que decidiu o terceiro lugar da Alain International Cup 2025, torneio que decorre nos Emirados Árabes Unidos.

Apesar do desfecho final, os Tubarões Azuis voltaram a demonstrar personalidade competitiva jogando de igual para igual contra uma das seleções mais experientes do Continente e atual número 32 do ranking da FIFA.

Cabo Verde tinha falhado o acesso à final depois de perder na meia-final frente ao Irão também nas penalidades, após um empate sem golos.

A final do torneio está marcada para terça-feira, 18, e será disputada entre Uzbequistão e Irão, vencedores das meias-finais.

Avião com membros do Governo da RD Congo pega fogo durante aterragem

Seguiam cerca de 20 pessoas a bordo, mas nenhuma ficou ferida

Um avião que transportava membros do Governo da República Democrática do Congo incendiou-se esta segunda-feira, 17, após perder o controlo durante a aterragem no Aeroporto de Kolwezi. A aeronave, um modelo Embraer ERJ-145 da Airjet Angola, transportava cerca de 20 pessoas, incluindo o ministro da Mineração, Louis Watum Kabamba, mas nenhuma ficou ferida.

O voo fretado havia partido da Capital, Kinshasa, com destino a Kolwezi, no sul do País. Durante a aterragem, o avião saiu da pista, derrapou e acabou por parar fora da área operacional, já de barriga para baixo. Minutos depois, a parte traseira da aeronave entrou em chamas.

Todas as pessoas a bordo conseguiram evacuar antes do fogo consumir o aparelho.

“A aeronave vinha da capital, Kinshasa, quando saiu da pista durante a aterragem no aeroporto de Kolwezi”, afirmou o assessor de comunicação do ministro, Isaac Nyembo.

Segundo o Governo Congolês, o ministro viajava para acompanhar de perto um acidente numa mina local, onde mais de 40 trabalhadores morreram após o colapso de uma ponte devido às fortes chuvas.

Última Hora! Orlando Delgado será Embaixador em Portugal e Fernanda Fernandes assume posto na Alemanha

O Governo de Cabo Verde nomeou oficialmente Orlando Delgado como Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da República de Cabo Verde junto da República Portuguesa, e Fernanda Fernandes como Embaixadora na Alemanha. As nomeações foram já promulgadas pelo Presidente da República, tornando-se, assim, efetivas.

Antigo Presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande, em Santo Antão, Orlando Delgado assume agora a chefia da Missão Diplomática em Lisboa, um dos postos mais estratégicos da política externa cabo-verdiana, dada a histórica relação bilateral e a forte presença da comunidade cabo-verdiana em Portugal.

Com reconhecida experiência de governação local e uma forte ligação às comunidades emigradas, Delgado leva para Lisboa um perfil de diplomacia de proximidade, diálogo e articulação institucional — características consideradas essenciais para fortalecer a cooperação política, económica, cultural e social entre os dois países.

Fernanda Fernandes foi nomeada Ministra para o recém-criado Ministério das Comunidades de Cabo Verde em março de 2011, no Governo de José Maria Neves. Antes disso, exerceu funções diplomáticas, tendo sido encarregada de negócios e cônsul-geral de Cabo Verde no Luxemburgo entre 2005 e 2008.

A entrada em funções ocorrerá nas próximas semanas, após concluídos os procedimentos administrativos internos das Missões Diplomáticas.

Com estas decisões, o Governo reforça a prioridade atribuída à diáspora cabo-verdiana em Portugal e na Alemanha, colocando Lisboa como uma plataforma estratégica de ligação, influência e projeção nacional.

OPAÍS.cv acompanha.

Chuvas deixam cenário de destruição em Santa Cruz e São Miguel

Autarcas falam em perdas agrícolas, danos em habitações e comunidades isoladas

As fortes chuvas que caíram na passada quinta-feira continuam a revelar impactos severos nos municípios de Santa Cruz e São Miguel, no interior de Santiago.

Os presidentes das duas câmaras municipais confirmam extensos danos ambientais, agrícolas, habitacionais e infraestruturais, classificando o cenário como “devastador” e “sem precedentes”.

No Município de Santa Cruz, a maior parte das ribeiras apresenta estragos significativos, afetando sobretudo parcelas agrícolas e sistemas hidráulicos. O Presidente da Autarquia, Carlos Silva, destaca que três das oito ribeiras necessitam de intervenção urgente.

“Na ribeira de Cumba tivemos perda de cerca de 90% de toda parcela agrícola. Constatamos também grandes perdas na ribeira de Ribeirão Almaço, tanto em produção agrícola como em animais. Com a mesma intensidade verificamos danos na zona de Cabeça de Horta”, afirmou.

Além dos prejuízos agrícolas, Carlos Silva informou que há registo de perda total e parcial de habitações em várias zonas, incluindo Rebelo, Ribeirão Boi, Boaventura, Ribeirão Almaço e Matinho. Apesar do impacto, as ligações rodoviárias entre Santa Cruz e os restantes municípios já foram restabelecidas.

Em São Miguel, o cenário é igualmente crítico. As quatro bacias hidrográficas do Concelho ficaram severamente destruídas.

O Presidente da Câmara Municipal, Hermínio Fernandes, descreve a situação como inédita na história recente da região.

“Depois das chuvas, percorremos várias comunidades e constatamos danos avultadíssimos. Nunca isto foi visto em mais de 90 anos”, afirmou.

De acordo com o Autarca, há perdas significativas em parcelas agrícolas, criação de animais e cerca de três dezenas de habitações afetadas, total ou parcialmente. As infraestruturas hidráulicas, a rede de distribuição de água e o sistema elétrico também sofreram danos severos.

Fernandes confirmou ainda que cinco comunidades permanecem completamente isoladas, reforçando que o Município vive uma “situação de calamidade total”.

Interrupção de energia em Santo Antão foi provocada por terceiros

Fornecimento de energia já foi totalmente restabelecido. EDEC responsabiliza  a empresa SADE pelos danos financeiros e materiais resultantes da ocorrência

A Ilha de Santo Antão registou esta manhã perturbações no fornecimento de energia elétrica, devido a danos provocados por uma maquinaria pesada pertencente à empresa SADE – Obras de Saneamento de Águas Residuais. A informação foi confirmada pela EDEC, através de um comunicado oficial.

Segundo a empresa, o equipamento em deslocação atingiu as linhas de Alta e Média Tensão no interior da Cidade do Porto Novo, causando estragos na infraestrutura elétrica, incluindo a danificação de um poste.

A EDEC lamenta o ocorrido e considera que situações deste tipo têm sido recorrentes, apesar dos alertas dirigidos às empresas que operam em obras públicas. A entidade reforça que qualquer intervenção na via pública envolvendo maquinaria pesada deve ser previamente comunicada à EDEC, para garantir a proteção das infraestruturas e evitar interrupções no serviço.

No comunicado, a empresa anuncia ainda que já acionou o seu gabinete jurídico e irá avançar com medidas legais, com o objetivo de responsabilizar a SADE pelos danos financeiros e materiais resultantes da ocorrência.

A EDEC garantiu que o fornecimento de energia já foi completamente restabelecido e que as equipas técnicas continuam a monitorizar a rede elétrica, a fim de assegurar estabilidade e segurança.

A empresa agradeceu a compreensão dos consumidores afetados.

Cabo Verde defronta Egito hoje no jogo de atribuição do 3.º lugar da Alain International Cup

Partida está marcada para as 15h00 (horário de Cabo Verde)

A Seleção nacional de futebol defronta hoje o Egito, no jogo que decide o terceiro lugar da Alain International Cup 2025, competição que decorre nos Emirados Árabes Unidos. A partida está marcada para as 15h00 (horário de Cabo Verde).

O adversário ficou definido após a derrota dos Egípcios por 2-0 frente ao Uzbequistão, resultado que afastou os “Faraós” da final e os colocou no caminho dos Tubarões Azuis.

Cabo Verde também falhou o acesso à final depois de perder frente ao Irão nas grandes penalidades por 5-4, após o empate sem golos no tempo regulamentar.

A final do torneio está marcada para amanhã e será disputada entre Uzbequistão e Irão.

A entrevista foi boa; pena que Carlos Lopes se tenha “esquecido” de falar da gestão danosa de JMN.

[1] Do lado de cá, de quem é bicho carpinteiro e gosta de meter bedelho nas orações de sapiência de quem realmente sabe muito sobre o desenvolvimento de Cabo Verde, convém informar que sou, assumidamente, um apreciador do Sr. Carlos Lopes. Ouvi-lo e vê-lo na diskontra de quem se sente em casa, no podcast Bocadurna, transmitiu aquela tranquilidade de um mais velho; e eu, macebo e pupilo, fui ouvindo cada ditame sobre o percurso elitista do desenvolvimento do país.

[2] Durante a sua intervenção, independentemente de onde ele se posicione no mapa ideológico e da dose de subjetividade que tempera o discurso, tudo soa quase como um ato litúrgico. Mesmo considerando o seu relativo afastamento do objeto de análise [o nosso Kota é neto de cabo-verdianos — esse passaporte sentimental tem o seu peso], algumas coisas ditas deviam ser tratadas como verdadeiro evangelho trazido do Sinai.

[3] Um exemplo: a fragilidade emocional e psicológica da nossa elite. Quando ele coloca o dedo na ferida, ao dizer que não compreende a descontinuidade dos grandes programas dos sucessivos governos, aí sim — o Carlos Lopes acertou no moche. Um bitaite certeiro. Talvez aqui a psicanálise consiga aliviar a nossa elite desse trauma: o velho complexo de superioridade de quem se sente grande assim que se senta na cadeira de chefe.

[4] No segundo momento da entrevista, o Dr. Carlos Lopes leva-nos numa viagem panorâmica pela história política e administrativa do país ― das primeiras horas da independência até aos dias de hoje. E foi precisamente nesta secção que surgiu um ponto verdadeiramente interessante: a questão da terra, da posse, como ferramenta para construir o “Novo Homem Cabo-Verdiano”. Uma espécie de laboratório social onde se pretendia transformar o cidadão em homo economicus.

[5] A lógica apresentada: depois da longa era da caridade colonial — em que os serviços existiam quase exclusivamente para que o faminto tivesse o que comer — surgiram as FAIMO a pagar salários aos trabalhadores rurais. E assim, quase por milagre, aqueles homens ganhavam a dignidade de participar no mercado como assalariados.

[6] Aqui, sim, sublinho com gosto: nenhum homem é livre se não for economicamente autónomo. Todas as outras liberdades estão grudadas nesse princípio — o do salário e não o da esmola — o do tudu pagu.

[7] No terceiro momento — aquele intermezzo entre o otimismo e o “devia-se, mas não se fez” — o Dr. Carlos Lopes colocou alguns pontos nos is, às vezes com a subtileza de minas antipessoais. O homem falou de tudo, e a entrevista podia ter sido nota 10 em 10, se tivesse tido coragem de falar da gestão dos investimentos públicos. Esse ser místico, quase mitológico, chamado dinheiro di nos tudu.

[8] Entre 2009 e 2016, foram investidos mais de 2 mil milhões de euros em obras públicas. E muitas dessas obras tiveram derrapagens tão absurdas que podiam ser classificadas como pornografia financeira. Material para adultos. E é aqui que a entrevista fraqueja: o Dr. Carlos Lopes, tão claro e preciso ao desenhar o caminho para o futuro, esqueceu-se de exercer a crítica essencial sobre como foi gerido esse dilúvio de dinheiro que o mesmo afiançou que fora investido “un txada dinheru”.

[9] Ele sabe — melhor do que todos nós juntos — que sem boa gestão do dinheiro público não há salto qualitativo que resista. Num país de recursos escassos, desperdiçar centenas de milhões de euros é burrice ou manha. Porque, ali onde foram feitos dois portos e/ou aeroportos ao preço de quatro, poderíamos perfeitamente ter construído, exatamente quatro, se a gestão tivesse sido decente.

[10] A entrevista foi boa. Mas ficou a faltar o essencial: o confronto com os elefantes que circulam livremente pelas contas públicas. Talvez numa próxima temporada do Bocadurna. Ou, quem sabe, num sermão futuro, devidamente ungido pela voz do mestre. Até lá, continuamos todos nesta procissão do desenvolvimento, de vela acesa, à espera da próxima entrevista do Dr. Carlos Lopes.

Última hora. Cabo Verde certificado pela OMS como País livre de sarampo e rubéola

O anúncio foi feito hoje, a partir de Brazzaville, pelo Diretor regional da OMS para África, Mohamed Janabi

Cabo Verde acaba de alcançar um marco histórico na área da saúde pública ao ser oficialmente certificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como País que eliminou o sarampo e a rubéola. O anúncio foi feito hoje, a partir de Brazzaville, pelo diretor regional da OMS para África, Mohamed Janabi, durante uma conferência de imprensa que contou com a participação do Ministro da Saúde Jorge Figueiredo.

Com esta certificação, Cabo Verde torna-se um dos primeiros países da África Subsariana — juntamente com Maurícias e Seychelles — a eliminar ambas as doenças, passando a integrar o grupo de 94 países sem circulação endémica de sarampo e 133 sem rubéola, reconhecidos a nível mundial.

Para o diretor regional da OMS, a conquista representa um avanço significativo para o Continente Africano.

“Esta é uma grande conquista em saúde pública. Parabéns a Cabo Verde, Maurícias e Seychelles por este importante marco. Isso mostra o que é possível quando os países priorizam a prevenção e tornam as vacinas uma prioridade”, afirmou Mohamed Janabi.

Durante a cerimónia, o Ministro Cabo-verdiano da Saúde destacou o simbolismo do momento para o País e para a região.

“Estamos num momento verdadeiramente histórico — não apenas para Cabo Verde, mas para toda a região Africana. Esta certificação demonstra o que podemos alcançar quando governos, profissionais de saúde, comunidades e parceiros internacionais trabalham juntos com um objetivo comum”, disse Jorge Figueiredo.

O sucesso desta eliminação resulta de mais de duas décadas de forte investimento em vacinação. Cabo Verde financia integralmente o seu programa de imunização desde 1998 e mantém coberturas vacinais acima dos 90% há vinte anos. O País não regista casos confirmados de sarampo desde 1999, e os últimos casos de rubéola foram reportados em 2010.

Governo reforça incentivos financeiros para militares no OE 2026

O recruta, que antes recebia 1.360$00, passará a auferir 9.500$00; o soldado ou marinheiro terá um aumento de 3.400$00 para 14.250$00; enquanto o 2.º cabo verá a sua remuneração subir de 5.950$00 para 19.000$00

A Ministra de Estado e da Defesa Nacional, Janine Lélis, afirmou este domingo, 16, que o Orçamento do Estado 2026 introduz pela primeira vez uma política de incentivos destinada ao Serviço Militar Obrigatório, incluindo um suplemento complementar para os Praças. A declaração foi feita durante a cerimónia de Juramento à Bandeira da 2.ª Incorporação de 2025, realizada na Primeira Região Militar, no Morro Branco, São Vicente.

Segundo a Governante, o Executivo aprovou um reforço financeiro de 100 milhões de Escudos destinado aos militares, como forma de reconhecer o esforço e dedicação dos efetivos das Forças Armadas. Com essa medida, as compensações mensais vão aumentar significativamente: o recruta, que antes recebia 1.360$00, passará a auferir 9.500$00; o soldado ou marinheiro terá um aumento de 3.400$00 para 14.250$00; enquanto o 2º cabo verá a sua remuneração subir de 5.950$00 para 19.000$00.

Janine Lélis anunciou ainda um reforço adicional no orçamento destinado ao patrulhamento marítimo. O Centro de Custo da Guarda Costeira contará com 85.492.264$00, verba exclusivamente destinada à manutenção e reparação de embarcações, que se soma aos 19.432.736$00 já previstos para 2025.

Perante os 289 jovens recém-jurados, a Ministra destacou o significado do compromisso assumido. “Com este juramento tornam-se parte de uma longa tradição de honra e serviço público. Demonstram que estão prontos para servir com honra, proteger com bravura e representar com dignidade”, afirmou.

A Governante recordou que a missão das Forças Armadas vai além da defesa nacional, abrangendo também a formação de cidadãos responsáveis e solidários.

A Ministra sublinhou ainda que o Governo continuará a investir na modernização das Forças Armadas, com foco na formação especializada, reforço de equipamentos, melhoria de infraestruturas e valorização dos recursos humanos.

“Reafirmo o compromisso do Governo em trabalhar para uma força cada vez mais preparada, moderna e valorizada, promovendo simultaneamente uma cultura de defesa que envolva toda a sociedade”, concluiu.

São Vicente. 22 arguidos condenados no megaprocesso “Epicentro” por tráfico de droga e lavagem de capitais

O principal arguido, um homem de 37 anos identificado como líder do grupo, foi sentenciado a 20 anos de prisão, a pena mais pesada deste julgamento

A Procuradoria-Geral da República (PGR) informou que foi proferido o acórdão do megaprocesso “Epicentro”, cujo julgamento decorreu entre 22 de setembro e 17 de outubro, no 1º Juízo Crime do Tribunal Judicial da Comarca de São Vicente, perante um tribunal coletivo. O processo culminou com a condenação de 22 arguidos por crimes ligados ao tráfico de estupefacientes, lavagem de capitais e organização criminosa.

Segundo a PGR, quase todos os condenados são naturais da freguesia de Nossa Senhora da Luz, em São Vicente, com exceção de um arguido proveniente de Porto Novo, Santo Antão.

O líder do grupo, um homem de 37 anos, recebeu a pena mais pesada: 20 anos de prisão, por tráfico agravado de estupefacientes de alto risco, lavagem agravada de capitais, organização criminosa, motim e condução sem carta. A sua companheira, de 38 anos, foi sentenciada a 16 anos de prisão, pelos crimes de tráfico agravado, lavagem de capitais e associação criminosa.

Entre os condenados encontra-se também um advogado de 35 anos, punido com 12 anos de prisão, por lavagem agravada de capitais e organização criminosa.

As penas aplicadas variam entre 1 e 20 anos de prisão, englobando homens e mulheres com idades entre 24 e 62 anos. Sete arguidos foram condenados a penas superiores a 10 anos; oito receberam sentenças entre 6 e 10 anos; e quatro beneficiaram de penas suspensas, mediante regime de prova. Cinco arguidos foram absolvidos dos crimes imputados.

O tribunal determinou ainda prisão preventiva para seis condenados que aguardavam o julgamento em liberdade e cujas penas agora impostas são efetivas.

A operação que deu origem ao processo denominada “Epicentro”, foi desencadeada pela Polícia Judiciária na madrugada de 8 de junho de 2024, na zona do Campim, São Vicente, com apoio da Polícia Nacional e das Forças Armadas. Na altura, foram apreendidos estupefacientes (incluindo cocaína, haxixe e cannabis), viaturas, motociclos, eletrodomésticos e dinheiro, após buscas em Campim, Chã de Tiliza e João d’Ebra.