Os “ditadores” não aceitam ser chamados de “ditadores”

O entrevistado de ontem no jornal da noite que atirou flechas envenenadas contra o Celso Ribeiro líder da bancada do MpD é quem verdadeiramente?

Celso Ribeiro, cometeu o crime de solicitar um pedido de desculpas pela ditadura instalada ao longo dos 15 anos de ditadura do partido único. É pedir demais?!

Os “ditadores” não aceitam ser chamados de “ditadores”, e este, no seu argumentário paupérrimo vai encontrar nos resultados autárquicos desfavoráveis ao MpD, o mote do questionamento do Celso ao solicitar esse nobre gesto, que é reivindicar um pedido desculpas em nome do povo, pelas atrocidades cometidas pelo partido único.

Tamanha heresia!

Força Celso!

Dizem que este homem é Carlos Reis, um marinheiro de uma pretensa Marinha de guerra do PAIGC na Guiné Conacri e amigo do Inocêncio Kani aquele que é acusado de matar o Amílcar Cabral a sangue frio?

Será?!

O povo gostaria de saber os meandros daquilo que verdadeiramente aconteceu neste fatídico dia do assassinato de Amílcar Cabral, onde, camaradas e irmãos de luta mataram o líder do PAIGC?!

O Inocêncio Kani, será que revelou quem foram os mandantes do crime?

São perguntas, que não se calam, e, as respostas adormecem nos múltiplos segredos (escondidos) deste hediondo crime nas masmorras de muitas prisões arbitrárias, depois deste ato abominável que encobre mistérios indesvendáveis.

Quem mandou matar Amílcar Cabral é a “pergunta” que apela a uma “resposta” que jamais será dada. Porque?!

Acho, que esse indivíduo, poderia levantar o véu sobre esses acontecimentos e não agredir de forma torpe o Celso Ribeiro.

Pensei que o homem era cordato, pois reza a história que o homem foi ministro de educação deste país e a postura “mal educada” como respondeu ao questionamento do jornalista, me leva a crer que foi um grande equívoco ter este homem como governante.

Se for, o Celso, terá que redobrar o pedido de desculpas, pois este, não reúne os mínimos olímpicos para ser governante desta república num pretérito recente.

O homem, com aquele ódio todo, conspurca a democracia, pensando estarmos nas matas da Guiné e continua arvorando em ser e manter o epíteto de um dos melhores filhos terra.
Que prosápia é essa?!

Além de ser imperceptível a sua forma de falar, sendo portador de um argumentário paupérrimo e falacioso e nos emite um atestado de menoridade intelectual.

Aproveito, para tirar o chapéu ao Casemiro de Pina, por ser o homem que desmonta a insignificância desses seres que arvoram ser as figuras mais iluminados deste País sem reverem na sua própria pequenez.

A reles mentira prevalece!

Ele sabe, que sabemos, que jamais chegará ao nível intelectual do Celso Ribeiro, mesmo escrevendo pseudos livros para gaudio dos camaradas.

Viva o 13 de Janeiro!

Fiorentina lidera campeonato de futebol em Santo Antão Sul

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À passagem da 2.ª jornada, emblema da Cidade do Tarrafal tem 4 pontos

Resultado de uma vitória, na jornada inaugural, e um empate a duas bolas com Lajedos, na jornada de ontem, o Fiorentina é líder do campeonato regional de futebol na região desportiva do Porto Novo, na Ilha de Santo Antão.

Com Os Sanjoanenses, campeão em título, isentos na 2.ª jornada, o fim-de-semana ficou marcado pela estreia da Académica no campeonato, com uma goelada de 5-1 ao Tarrafal FC.

Apenas 5 equipas disputam o campeonato no Porto Novo esta temporada.

Na próxima semana, Os Sanjoanenses jogam com Fiorentina, no jogo grande da jornada, e Lajedos tem pela frente a Académica, cabendo ao Tarrafal FC ficar isento.

Papa Francisco saúda cessar-fogo em Gaza

Pontífice destacou a necessidade de ajuda humanitária urgente para Gaza

O Papa Francisco elogiou o cessar-fogo entre Israel e o Hamas, em vigor desde hoje.

Durante o Angelus, no Vaticano, agradeceu aos mediadores e às partes envolvidas no acordo.

O Pontífice destacou a necessidade de ajuda humanitária urgente para Gaza e rezou pela libertação de reféns.

Francisco apelou à comunidade internacional para apoiar uma “solução justa” de dois Estados, promovendo diálogo e reconciliação.

O cessar-fogo, mediado por EUA, Qatar e Egito, encerra 15 meses de guerra e facilita a troca de reféns Israelitas por prisioneiros Palestinianos.

Solpontense é novo líder do campeonato regional de futebol Santo Antão Norte

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Troca de posição com o Santo Crucifixo deve-se à derrota deste, na 4.ª jornada

O Solpontense é o novo líder do campeonato regional de futebol de Santo Antão Norte, após vencer, esta semana o seu jogo e beneficiar da derrota do Santo Crucifixo, ontem.

No feriado do dia de Santo Antão, na sexta-feira, 17, a bola iniciou a rodar no Estádio João Serra. Nesse dia, o Solpontense venceu o Beira-mar por 1-0, e tomou a liderança da prova.
No sábado, antes da derrota do Santo Crucifixo, 2-1, ante o Foguetões, o Paulense venceu o Torreense por 3-1.

À passagem da 4.ª jornada, o Solpontese assume a liderança do campeonato, agora com 10 pontos, Santo Crucifixo com 9 pontos, é segundo, Paulense é 3.º com 7 pontos, Foguetões tem 5, e Torreense e Beira-mar dividem o último posto com 1 ponto cada.

Proposta de PCFR dos professores volta à plenária após aprovação na Especialidade

Comissões Especialidades com responsabilidades no assunto fizeram aprovar o documento, com melhorias introduzidas pelo MpD e pela UCID

A proposta de Plano de Carreiras, Funções e Remunerações, PCFR, dos professores, volta à plenária da Assembleia Nacional, após aprovação na Especialidade, junto das Comissões Especializadas dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos, Segurança e Reforma do Estado e de Educação, Cultura, Saúde, Juventude, Desporto e Questões Sociais, após intensas negociações e debate iniciados na quinta-feira.

O Ministro da Educação vinca a melhoria da proposta, tendo o Governo aceitado as propostas sugeridas pelo MpD e a UCID.

O PCFR comporta “inúmeras vantagens” para os docentes, sobretudo os professores com grau de mestrado e doutoramento.

Estes vão poder progredir “mais rápido”, e por esta via beneficiar de salário melhor.

Outra vantagem, ajuntou Amadeu Cruz, é o subsídio por não redução da carga horária que vai contemplar professores do 1.º ao 4.º ano de escolaridade, que estava suspenso, e a sua integração no cálculo da pensão de reforma.

O PCFR volta à plenária do Parlamento, para a votação final global, o que deve acontecer na próxima sessão.

Dualidade de Critérios

A AJOC emitiu um comunicado acusando o MpD de intimidação e condicionamento da liberdade de imprensa em alegada defesa do jornalista Carlos Santos.

A AJOC não compreende ou finge não compreender o conteúdo da queixa apresentada pelo MpD à Agência de Regulação da Comunicação Social.

A questão de fundo que originou a queixa, é o uso de critérios diferentes pelo jornalista Carlos Santos para a reação a entrevistas de líderes políticos. No mesmo programa, Café Central, estiveram há pouco tempo Rui Semedo, presidente do PAICV e João Santos, presidente da UCID que não foram contemplados com analistas ou comentaristas aos conteúdos das duas entrevistas. Carlos Santos não convidou nenhum ferrenho do MpD para atacar as entrevistas do Rui Semedo e do João Santos. Quando entrevistou o presidente do MpD e Primeiro Ministro Ulisses Correia e Silva, Carlos Santos apressou-se a trazer, no dia seguinte, Alte Pinho, um conhecido indivíduo com curriculum de ataques e difamação ao Presidente do MpD e ao PM para “comentar” a entrevista. Não foi obra do acaso, foi pensado e executado com intencionalidade.

Não é a liberdade de expressão ou de imprensa que está em causa, mas o “expediente” utilizado com critérios diferentes e arbitrários orientados apenas para um dos protagonistas políticos: Ulisses Correia e Silva. E, mais, no mesmo programa, numa das edições anteriores, Carlos Santos entrevistou o Presidente da República e nem por isso contemplou-lhe, no dia seguinte, com analistas críticos do PR.

A liberdade de imprensa não dá direito ao jornalista de um órgão público de comunicação social de ser imparcial, de utilizar critérios diferentes conforme os entrevistados sejam do MpD e do PAICV ou da UCID.

A defesa da liberdade da imprensa não pode ser invocada para calar e condicionar o MpD no seu direito legitimo de se indignar perante a postura imparcial e arbitrária do jornalista Carlos Santos e de apresentar queixa à entidade reguladora da comunicação social.

A liberdade do exercício do jornalismo e o poder que os jornalistas detêm não pode significar nenhuma restrição aos direitos democráticos dos outros cidadãos e instituições, mormente os partidos políticos.

O comportamento da AJOC determina que há liberdade para uns fazerem tudo e mais alguma coisa atropelando deliberadamente os princípios da imparcialidade num órgão público de comunicação social e condenação para os outros que denunciam os atropelos e usam a via institucional através da entidade reguladora para queixar do jornalista responsável pelos atropelos.

O MpD vai continuar a lutar por uma imprensa livre, isenta e imparcial face aos partidos políticos e promotora do pluralismo. Estes são os princípios porque se regem os órgãos de comunicação social do Estado, financiados pelos impostos de todos os cabo-verdianos.

A AJOC deveria aplaudir o MpD pelo facto de usar a via institucional através da entidade reguladora da comunicação social para introduzir queixa, e não outra via, para resolver a contenda com um jornalista que viola o princípio da isenção e imparcialidade usando o órgão publico de comunicação social, a RCV, onde trabalha e cujo salário é pago pelos impostos que os cabo verdianos com diversas simpatias e militâncias políticas pagam e de outros que não têm nenhuma preferência política partidária.

Cabo Verde volta a perder no Mundial de andebol

Seleção nacional foi derrotada por 36-24 pela Eslovénia

Os Tubarões Azuis voltaram a perder no Mundial de andebol, desta vez contra a Eslovénia.

Cabo Verde começou bem, equilibrando o jogo nos primeiros 20 minutos. No entanto, os Eslovenos terminaram a primeira parte com uma vantagem de 18-12.

Na segunda parte, a equipa nacional não conseguiu reencontrar o seu ritmo, permitindo que a Eslovénia ampliasse a diferença.

O jogo terminou com um resultado desfavorável para Cabo Verde de 36-24.

O próximo jogo será contra Cuba, na segunda-feira, dia 20.

Deputado Euclides Silva em Reunião da Comissão da Juventude do Parlamento Pan-Africano

Encontro inicia na segunda-feira, 20, em Rabat, Marrocos, prolongando-se até o dia 22

O Deputado Cabo-verdiano do MpD, Euclides Silva, participa na segunda-feira, 20, em Rabat, na reunião da Comissão da Juventude do Parlamento Pan-Africano, evento que vai ter lugar na Casa dos Representantes.

Ao OPAÍS.cv, Silva antecipou que o evento é uma “oportunidade significativa” para se discutir e promover políticas que impactam a juventude Africana, reforçando a cooperação e o desenvolvimento sustentável no Continente.

O programa que se estende até o dia 22, incluirá, segundo o Deputado, visitas institucionais às cidades de Tânger e Casablanca, onde ele próprio terá a oportunidade de conhecer e interagir com líderes locais e representantes de diversas instituições. “Estas visitas visam fortalecer os laços e explorar novas oportunidades de colaboração”, indicou.

Recorda-se que no passado mês de dezembro, na sua condição de Vice-Presidente da Comissão da Juventude, Euclides Silva participou de um fórum em Nairobi, no Quénia, versando a educação, uma iniciativa fundamental para tratar da importância da educação no desenvolvimento dos jovens Africanos.

“Para este ano, iremos promover mais eventos do género, dando vez e voz à juventude do Continente, reafirmando o nosso compromisso com o futuro da nossa juventude”, enfatizou o parlamentar, que se mostra “entusiasmado” com a possibilidade de poder contribuir para o avanço das questões juvenis no Parlamento Pan-Africano e de representar os interesses da juventude Cabo-verdiana em um fórum de alto nível.

Ministro da Cultura compromete-se em melhorar infraestrutura cultural em São Nicolau

Augusto Veiga destacou a importância de dar maior visibilidade à cultura da Ilha

Durante um encontro deste sábado, 18, com agentes culturais do município do Tarrafal, o Ministro da Cultura e das Indústrias Criativas, Augusto Veiga, destacou a importância de dar maior visibilidade à cultura de São Nicolau

Segundo o Ministro, o encontro permitiu sair com “maior conhecimento” da área cultural do concelho e das necessidades dos artistas, destacando que o objetivo é “ouvir as pessoas que estão a viver no concelho e que conhecem bem a realidade” e trabalhar com os mesmos para implementar aquilo que é necessário para o concelho.

Augusto Veiga manteve ainda um encontro com o Presidente da Câmara Municipal do Tarrafal, em que, segundo o mesmo, se falou do projeto da construção de uma sala de espetáculos no concelho.

O Ministro da Cultura e das Indústrias Criativas visitou ainda o Museu da Pesca e garantiu que as duas partes estão em diálogo, pelo que disse acreditar que “muito em breve” haverá uma solução “do agrado de todos” para continuar a ter o Museu da Pesca no Tarrafal de São Nicolau.

“Reação autocrática, persecutória e intimidatória”: uma análise crítica

“As reações ao comunicado do MpD não só expõem um comportamento autocrático, persecutório e intimidatório, como também levantam questões importantes sobre o equilíbrio entre liberdade de imprensa e o direito à crítica.”

As reações ao comunicado do Secretário-Geral do MpD, provenientes de jornalistas individualizados, da AJOC, do PAICV, dos seus militantes e de intervenientes digitais associados, revelam características preocupantes de autocratismo, perseguição e intimidação.

  1. Autocratismo disfarçado de defesa da liberdade de imprensa

As críticas dirigidas ao comunicado evidenciam uma tentativa de blindar o jornalista e o seu programa de qualquer apreciação ou crítica legítima. A narrativa construída tenta transformar quem questiona ou critica em vilão, apresentando o ato de criticar como uma suposta ameaça à liberdade de imprensa. No entanto, é justamente no exercício dessa liberdade que se fundamentam os direitos ao contraditório, ao rigor informativo e à imparcialidade, que foram reivindicados pelo Secretário-Geral do MpD.

Essa postura, ao tratar críticas legítimas como ataques à imprensa, reforça um discurso autoritário, que coloca jornalistas e programas acima de qualquer escrutínio público.

  1. Perseguição como estratégia de silenciamento

As reações também demonstram um caráter persecutório. Observou-se uma mobilização organizada de setores anti-MpD, incluindo jornalistas, militantes e simpatizantes digitais afetos ao Paicv, para repudiar e atacar violentamente o Eng.º Agostinho Lopes e o MpD. A acusação de tentativa de censura, além de infundada, busca desviar o foco do mérito da questão e rotular o MpD como inimigo da liberdade de imprensa.

Esse tipo de reação desproporcional visa mais o silenciamento do que o debate democrático sobre o conteúdo das críticas apresentadas.

E porque não!? Uma tentativa de condicionamento da apreciação da ARC!?

  1. Intimidação como mensagem política

A mensagem transmitida por essas reações é clara e preocupante: “Somos intocáveis. Fazemos o que queremos e não aceitamos críticas, especialmente vindas do MpD.”

Essa postura não só intimida como tenta restringir o espaço legítimo de atuação política e cívica do MpD, colocando-o sob constante vigilância e ameaça de retaliação sempre que exerce o direito de questionar.

  1. A incoerência das reações e a seletividade da indignação

O que torna essa reação ainda mais preocupante é a incoerência evidenciada em situações similares. Recentemente, tanto o PAICV quanto a Presidência da República utilizaram os mesmos mecanismos legais para apresentar queixas à ARC contra a TCV, sem que houvesse qualquer manifestação contrária da AJOC ou de outros defensores da liberdade de imprensa. Por que, então, o MpD não pode fazer o mesmo?

É legítimo questionar:

  • Por que o silêncio quando UNS denunciam e a reação expedita quando é o MpD?
  • Por que a AJOC reage prontamente contra o MpD, mas se cala em outros casos semelhantes?

Essa seletividade não apenas fragiliza o discurso em defesa da liberdade de imprensa, mas também compromete a credibilidade das instituições que deveriam atuar de forma imparcial.

  1. A importância de um debate democrático e transparente

É inadmissível que se tente coarctar o direito do MpD de exercer as prerrogativas legais previstas nos Estatutos da ARC. Fundamentar e apresentar uma denúncia, quando há indícios de tratamento discriminatório ou tendencioso, é um ato legítimo e democrático.

A liberdade de imprensa não deve ser confundida com imunidade à crítica. O mesmo rigor aplicado à análise do desempenho de políticos e partidos deve ser estendido ao trabalho de jornalistas, especialmente quando atuam em órgãos públicos de comunicação.

Afinal, democracia não se faz com silenciamento, mas com diálogo e transparência.

“¿Brujas? ¡No lo creo! ¡Pero que los hay, los hay!”