Afirmação é do Deputado Alcides de Pina, sustentando que muito foi feito neste mandato, mas que tem a plena noção de que ainda há muito por fazer
O MpD, na voz do Deputado Alcides de Pina, considerou hoje que atualmente o setor agrícola e ambiental atravessa um momento. De acordo com o Parlamentar que intervinha na abertura do debate com o Ministro da Agricultura e Ambiente, hoje no Parlamento, um agricultor não é visto como um mero produtor de alimentos, mas sim como um prestador de serviços nas áreas de agricultura, ambiente e turismo, o que comprova que com esta legislatura o setor teve muitos ganhos.
Nesse mandato, acrescentou Alcides de Pina, muito foi feito, mas reconhece que ainda há muito por fazer.
Desde 2016, o Governo vem adotando medidas “assertivas” o que no entender do Parlamentar, justifica “esse sucesso”. “Tem se registado nos últimos anos investimentos significativos destinados ao reforço e melhoramento das infraestruturas agrícola, houve e continua haver um forte investimento na modernização das atividades agrícolas, que beneficiaram mais de 32 mil criadores e 79 mil agricultores”, referiu.
Alcides de Pina precisou ainda que há uma “forte aposta” na modernização do setor agrícola através do sistema de incentivo fiscais atrativo e o reforço de resiliência às famílias mais afetadas pela seca e pandemia, destacando ainda o incremento do sistema de rega gota a gota, que passou de 37% para 41% em 2019, e a implementação de 99 sistemas de bombagem com energia solar em todos os Municípios do País. O PAICV em 15 anos, “apenas deixou 15″, esclareceu.
O Deputado continuou a elencar os vários ganhos conseguidos, nomeadamente a construção da adega provisória de vinho de Chã das Caldeiras, o programa de emergência para a mitigação da seca, nos 3 anos consecutivos, que permitiu “não só” o financiamento e incentivo das atividades agrícolas, como também a criação de mais de 50 mil postos de trabalho temporário, atribuição de parcela de terreno a título definitivo e gratuito a 110 agricultores e criadores de gados, das Ilhas do Fogo, São Vicente e Santo Antão, instalações de dessalinizadoras nas Ilhas, entre outros.
Esses ganhos, entretanto, não chegaram para a aprovação do PAICV e UCID. António Monteiro considerou boas as propostas e anúncios feitos pelo Executivo durante esses anos, o que segundo disse, na prática, não tiveram resultados. Já o Deputado do PAICV, João Batista Pereira colocou ênfase na “escassez” de água em alguns bairros da Capital do País.
A primeira sessão parlamentar de março, que teve início hoje, decorre até sexta-feira.
Notícia relacionada:



Impressão minha ou o Paicv implodiu mesmo? Na Assembleia Nacional, vimos três paicvs: um do JMN a defender as asneiras políticas do governo anterior, como aquela de fazer barragens hoje, e esperar cinco anos depois para receber a água ou agronegócio, sem agro e sem capital; depois veio o paicv da JHA com os seus jovens turcos em tons de despedidas e de campanha, porém, sem capacidade alguma de raciocinar, porém barulhentos. O caos foi total e a gestão do tempo um descalabro. Na falta de tempo, sobraram gestos e murmurins. Parecia aqueles passeios da escola primária sem professor ou chefe turma. No final, um paicv sem dono, que não se alinha com ninguém e faz o que lhe der na gana. Desautorizou e marginalizou o grupo parlamentar (sem líder!!!), na hora de aprovação da agenda. JHA e Rui Semedo estão muito ocupados com as listas nos círculos eleitorais. Há que se garantir reforma no parlamento aos sexagenários e uma condição de vida aos apoiantes da xefa. Não está fácil e as listas estão por se concluir em várias ilhas e concelhos.
Comentários estão fechados.