STP vai assumir presidência da CPLP depois de Angola

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Acordo foi conseguido à margem da Assembleia-geral das Nações Unidas, em Nova Iorque

Assim que Angola concluir o seu mandato na presidência rotativa da CPLP, em 2023, o cargo passa para São Tomé e Príncipe sobe proposta da Guiné-Bissau que não quis disputar o cargo, entendo que pode ter a presidência no ciclo de 2025/2027, depois de STP que vai presidir o organismo entre 2023 e 2025.

À margem da Assembleia-geral das Nações Unidas, em Nova Iorque, realizou-se uma informal reunião dos Ministros dos Negócios Estrangeiros da CPLP onde se chegou a este acordo.

“Não só não houve nenhuma disputa, como houve este gesto de enorme significado que foi ser a Guiné-Bissau a propor a solução que validámos”, sublinhou o chefe da diplomacia Portuguesa, Augusto Santos Silva.

A Guiné-Bissau que havia expressado interessado em ocupar o cargo, logo a seguir a Angola, que sucedeu a Cabo Verde, deixou uma “mensagem clara”, através da sua Ministra dos Negócios Estrangeiros, de que “veriam com bons olhos” que STP assumisse a presidência e depois, então, seria a Guiné-Bissau, declarou o Secretário Executivo da CPLP, citado pela Agência Lusa.

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