Comissão Nacional de Jurisdição e Fiscalização do PAICV deu como provados que, entre outros, ativistas que não são militantes conseguiram votar, carro da candidata, Deputada da Nação, Carla Carvalho(na foto), foi utilizado para transportar urnas e boletins de voto e que houve número de eleitores maior que número de inscritos
Numa deliberação de 22 páginas do processo instruído ao pedido de impugnação das eleições regionais do PAICV, realizadas em São Miguel e Santa Cruz, Santiago Norte, a Comissão Nacional de Jurisdição e Fiscalização, CNJF, do Partido, não hesitou em mandar anular e repetir as eleições em São Miguel, bem como repetir as eleições em algumas mesas em Santa Cruz “derivado de graves irregularidades no decorrer de todo o processo”.
Acusações de parcialidade, descargas, organização deficitária do pleito de forna deliberada, dado a experiência política dos intervenientes estiveram na base do pedido de impugnação que foi atendido e instruído dentro do prazo legal pela CNJF do PAICV,
No caso de Santa Cruz, onde também houve irregularidades, a decisão, entretanto, é para repetição do pleito em apenas algumas mesas onde foram comprovadas irregularidades.
Situação caricata também a destacar foi a existência de cadernos em que se desconhecia a sua localidade e que foram classificados de “indefinido” e distribuídos por 2 mesas distantes entre si e que teriam de se comunicar por telefone quando houvesse uma votação para que fosse dada descarga na outra mesa, no sentido de se evitar dupla votação.
A decisão da impugnação das eleições pela CNJF do PAICV foi tomada por deliberação 05/2021 que se partilha na íntegra no link para consulta de interessados.
Constante da deliberação, entre outras advertências, a CNJF relembrou o estipulado no Artigo 57.º da Constituição da República, no seu n.º 7:
“Os Partidos políticos regem-se por princípios de organização e expressão democráticas, devendo a aprovação dos respetivos programas e estatutos e a eleição periódica dos titulares dos órgãos nacionais de direção serem feitas diretamente pelos seus filiados ou por uma assembleia representativa deles”.



Nada de novo. Desde 2014 que as eleições internas no PAICV são autênticas farsas. Já em Santiago Norte, há três anos atrás foi a mesma coisa. O Antonio Fernandes nunca tinha sido eleito, foi uma farsa que ele e a JHA montaram e que depois, a CNJF, através do Dr. Clóvis Silva, recebeu orientações da Janira para ir a Comunicação Social dizer que estava tudo certo. Um insulto à militância. Tem sido assim, só falsidades !
Esta de Santiago Norte, foram duas candidaturas promovidas e gananciaram pela Janira, mas, era a Carla Carvalho a sua operacional preferida, por ser tão trambiqueira que nem ela própria . O outro jovem aceitou ser o palhaço da corte, promovendo uma segunda lista com Edna Barreto ( a tal comadre do Móises Borges, presa no âmbito dos desvios do Fundo do Ambiente ), recebendo apoio financeiro da JHA que apesar de preferir a Carla, quiz também ser a madrinha da segunda lista, que era só para simular a competição. Uma grande vergonha !
O mesmo esquema de eleição do Calicas na Praia!
Paciência para o PAICV que continua sendo o quintal da Janira, com eleições organizadas secretamente e sobre joelhos, para impedir candidaturas alternativas a sua rede de rapazes e raparigas sem eira e nem beira política .
Enquanto isto continuar assim, não serão alternativas a governação deste frágil País !
Mais uma cria política de JMN. Uma Deputada e “professora universitária” a fazer coisas dessas, só mostra o quão ruim foram os últimos 15 anos de “chavismo” imposto ao país por JMN.
[…] Última hora. Fraude em São Miguel. Eleições internas no PAICV anuladas e mandadas repetir […]
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