Vice PM considera “boa notícia” decisão de Portugal em converter parte da Dívida Cabo-verdiana em investimento

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O nosso País, precisou Olavo Correia, está no grupo de países que trabalham numa estratégia diplomática económico-financeira para colocar na agenda, o tema do perdão da Dívida Pública Externa, ou mesmo da sua reconversão em investimento estratégico de longo prazo

          

A reação do vice Primeiro-Ministro e tutela das Finanças ocorreu na sequência da notícia veiculada no dia anterior, e que dava conta da disponibilidade de Portugal em converter parte da Dívida Cabo-verdiana em investimento.

Numa publicação na sua conta institucional da rede social Facebook, Olavo Correia assinalou que o Arquipélago está no grupo dos países Africanos, mas também dos Pequenos Países Insulares, a trabalhar numa estratégia diplomática económico-financeira para colocar na agenda, o tema do perdão da Dívida Pública Externa – ou mesmo da sua reconversão em investimento estratégico de longo prazo.

Cabo Verde, disse, enfrenta hoje “um triplo desafio”, que é controlar a pandemia, recuperar a situação económica e social e garantir que a recuperação económica seja efetiva.

O vice PM adianta que o nosso País precisa de espaço orçamental para continuar a “investir, não só nas áreas da inclusão social, que têm a ver com investimentos imediatos, como também setores que são também fundamentais, num curto prazo, como a saúde, o saneamento, o digital, a qualificação os recursos humanos, a água e a resiliência”.

A reconversão da Dívida Pública em investimento “é uma opção inteligente e com benefícios para todos os lados”, precisou o governante.

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1 COMENTÁRIO

  1. É uma tremenda e humilhante DERROTA política para o ‘candidato da SIC/Balsemão’ que em Abril de 2020, num acto considerado de “bajulação política” ao SG da ONU, o socialista Antonio Guterres, propôs a criação de Fundo Especial para ajudar as economias africanas. Na ocasião, tanto o Olavo quanto o ex-MNE, LFT informaram que o ‘candidato da SIC/Balsemão’ era um ilusionista, um terraplanista, que não tem a verdadeira noção dos problemas do desenvolvimento de Cabo Verde. De facto, pela visão do ‘candidato da SIC’/Balsemão, Cabo Verde seria metido no ‘balaio’ global, onde o poder de barganha reduz consideravelmente. Sozinho, Cabo Verde vai conseguir disputar muito mais recursos financeiros e em condições favoráveis, devido a sua boa reputação democrática e excelente gestão da coisa pública. O ‘candidato da SIC/Balsemão’, que é estudante de políticas públicas, porém, ainda revela alguma disfunção intelectual (no seu ‘construto’) e grande imaturidade política. Por isso, merece ser derrotado em Outubro!

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