PAICVdoxo: as contradições paicvianas!!!

Há quem fale em paradoxos da política, mas em Cabo Verde há uma categoria superior: o PAICVdoxo, essa alquimia de contradições que, mesmo na oposição, prefere transformar em teatro a arte de criticar por criticar. Hoje, o alvo é o Monumento da Democracia e Liberdade, orçado em 150 mil contos, uma obra projectada há mais de cinco anos, muito antes da atual conjuntura. A ironia está em ver o PAICV, qual profeta de ocasião, usar as enxurradas de São Vicente como álibi para disparar flechas contra uma obra simbólica que transcende governos e ciclos eleitorais.

Eis o grande esquecimento selectivo: onde estava a virtude paicviana quando 800 mil contos foram enterrados na barragem de Banca Furada, em São Nicolau, essa catedral de betão que nunca conseguiu reter uma gota de água? Ali sim, um monumento à incompetência, um altar vazio que ainda hoje desafia a memória e a paciência do povo.

E que dizer da estrada que liga Ribeira de Calhau à Baía das Gatas em São Vicente? Milhões foram consumidos num traçado desértico, sem utilidade palpável. A média mensal de veículos que por ali passam é dois. Dois! Estrada de luxo para fantasmas, sem servir a Ribeira de Calhau, sem beneficiar a população de Norte de Baía, sem justificar um centavo do que custou. Um corredor de nada, pago com o suor de todos.

Quantos lares sociais poderiam ter sido construídos com esses recursos? Quantos bairros poderiam ter saneamento digno, escolas reparadas, centros de saúde equipados? A prioridade, na era do PAICV, foi pavimentar vaidades e inaugurar obras que mais parecem epitáfios do erário.

E eis que surge Janira Hopffer Almada, qual Cassandra sem visão, a pedir ao MpD que abandone o governo. A mesma Janira que carrega o fardo de uma rejeição de 42% entre os cabo-verdianos, mas insiste em apresentar-se como portadora da luz de Francisco e do destino de Cabo Verde. É a tragicomédia de quem perdeu o compasso da História, mas insiste em dançar ao som da própria dissonância.

O PAICV, na sua actual condição de oposição, não tem legitimidade para falar em prioridades. O partido que construiu barragens ocas e estradas para ninguém não pode hoje erguer-se em guardião da moral pública. O Monumento da Democracia e Liberdade não é gasto supérfluo, é símbolo, é herança, é memória colectiva de um povo que conquistou a liberdade à custa de sacrifícios reais, não de discursos reciclados.

Afinal, se há algo que merece ser denunciado, não são as pedras que se erguem em nome da liberdade, mas as ruínas que o PAICV deixou aos caboverdeanos.

Electra divulga quadro programa experimental da distribuição de água em São Vicente

A empresa divulgou o quadro do programa experimental de distribuição de água, período de 29 de agosto a 7 de setembro de 2025

Segue o quadro detalhado com os horários e locais abrangidos pelo plano experimental

INMG prevê possibilidade de chuvas fracas a moderadas este sábado

Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica divulgou a previsão do tempo para as próximas 24 horas, correspondente ao dia 30 de agosto de 2025, apontando para a possibilidade de ocorrência de chuvas fracas a moderadas em algumas regiões do Arquipélago

Acompanhe abaixo a tabela detalhada da previsão meteorológica para cada região, conforme informações oficiais do INMG

CVI alerta para possíveis constrangimentos nas ligações marítimas devido ao estado do mar

Ondulação poderá variar entre 1,5 e 3 metros de altura, afetando sobretudo as ligações nas ilhas de Sotavento e do Barlavento Oriental

A CV Interilhas alertou na sexta-feira para possíveis constrangimentos nas viagens marítimas entre as ilhas, devido ao agravamento do estado do mar nos próximos dias.

Segundo informações do Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica (INMG), a ondulação poderá variar entre 1,5 e 3 metros de altura, afetando sobretudo as ligações nas ilhas de Sotavento e do Barlavento Oriental.

A empresa recomenda aos passageiros que acompanhem as suas atualizações oficiais, assegurando que eventuais alterações de horários ou rotas serão comunicadas com antecedência.

Electra conclui reparação de avaria e retoma distribuição gradual de água no Sal

De acordo com a empresa, as equipas técnicas trabalharam de forma intensiva para resolver a avaria no mais curto espaço de tempo possível

A Electra informou que foi concluída com sucesso a reparação da rotura registada na conduta DN 400 mm, na linha adutora que liga Palmeira ao Reservatório de Morro Curral, na Ilha do Sal.

De acordo com a empresa, as equipas técnicas trabalharam de forma intensiva para resolver a avaria no mais curto espaço de tempo possível, permitindo a reposição do sistema e o restabelecimento gradual do fornecimento de água às populações afetadas.

A Electra agradeceu a compreensão e a colaboração dos clientes e da população em geral da ilha do Sal durante o período de interrupção do serviço.

EDEC realiza manutenção preventiva no grupo gerador MAN 1 na Ilha do Fogo

Os trabalhos tiveram início às 05h00 e devem prolongar-se até às 13h00, período durante o qual será necessário realizar cortes no fornecimento de energia em algumas localidades da Ilha

A EDEC informou que está a decorrer hoje uma manutenção preventiva no grupo gerador MAN 1, localizado na Central Elétrica João Pinto, na Ilha do Fogo.

De acordo com a empresa, os trabalhos tiveram início às 05h00 e devem prolongar-se até às 13h00, período durante o qual será necessário realizar cortes no fornecimento de energia em algumas localidades da Ilha.

As zonas afetadas pela interrupção temporária são: Campanas de Cima, Congresso, Santa Filomena, Fonte Aleixo, Beltchez, Pé di Campo, Monte Grande, Lacacã, Cutelo Capado e Genebra.

A EDEC sublinha que esta intervenção visa garantir a continuidade e a segurança do serviço de energia elétrica, reforçando a fiabilidade do sistema de produção.

A empresa agradece a compreensão dos clientes e da população em geral da Ilha do Fogo pelos eventuais transtornos causados.

Janira Hopffer Almada e a política de canja e pastel e agora com perninha de bifana com alecrim e alho vermelho!

Perta a boca senhora!

Ó Janira, fecha essa matraca um bocadinho, que o povo já está cheio das tuas cantilenas de embalar derrota. Vens agora pedir que o MPD saia do poder? Pode até sair, sim senhora, mas só sai quem já entrou.

Tu, minha flor de estufa, não sais porque nunca chegaste a entrar. E, diga-se de passagem, ninguém anda a bater à porta para te deixar entrar! O povo deixou isso clarinho em 2016 e carimbou em 2021. O povo não gosta de ti, Janira!

Depois do sumiço, ressurgiste pelas sombras do Francisco Carvalho -outro destroncado de mente – trazendo debaixo do braço a famosa “canja e pastel”. Mas, ó desgraça, nem o caldo engrossou nem o pastel encheu barriga. Agora, mudaste de cozinha: trocaste o campo da canja pela “perninha de bifana”. É a alta política gastronómica: primeiro sopa, depois sandes! “Perninha…”!

QUEREM ESTUPIDIFICAR A POLÍTICA EXPLORANDO A IGNORÂNCIA!

Mas a coisa está a ficar surreal. Apoias promessas tão vazias que parecem dieta de modelo: “tudo grátis, tudo fácil, tudo servido no prato”. Pois sim… Só falta oferecer sobremesa de “sonhos” e “caviar” recheados de promessas.

Janira, até dói dizer isto, mas em tudo o que tocas há cheiro de derrota. Quem perde uma vez ainda se compreende. Quem perde duas já está a forçar. Mas ir para a terceira… é como repetir pastel do dia anterior: azia garantida.

E não me venhas com choradinhos. Sondagens falam em 42% de rejeição. É a taxa que te acompanha como sombra, como aquele vizinho chato que nunca muda de prédio. O povo não gosta de ti, e não é segredo: dizem que és arrogante, mimosa, birrenta, capaz de discutir até com a sombra. “Menina do papai”… mas daquelas que, quando contrariada, faz birra em praça pública.

Veja o que o teu filhote Chico fez ao público com a Polícia?

Por favor, não uses a desgraça do povo de São Vicente para matar a tua fome política. O monumento à liberdade não merece ser palco da tua gula eleitoral. E cuidado com a amizade provisória com o Chiquinho Carvalho… o teu filhote… que se há ódio às elites, adivinha quem será a primeira no cardápio?

E já agora, fica um conselho: podes repetir quantas vezes quiseres que o MPD vai perder em 2026. Quanto mais praguejares, mais sorte lhes dás! És o verdadeiro amuleto de vitória da oposição. Continua, que o povo agradece. E eu, cá da diáspora longínqua, te digo, se puderes: PERTA UM POUCO A BOCA!

Sobrecarga provoca incêndio no Centro Emissor da CVB em São Vicente

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Apesar da gravidade da ocorrência, não houve vítimas. O sinal de televisão digital está atualmente a funcionar normalmente, mas a CVB alerta que alguns serviços de transmissão podem sofrer instabilidades temporárias

Um incêndio registado na madrugada desta sexta-feira, 29, no Centro Emissor do Monte Verde, em São Vicente, foi rapidamente controlado pelas equipas de emergência, com apoio dos Bombeiros Municipais, Forças Armadas e Polícia Nacional, confirmou a Cabo Verde Broadcast (CVB) em comunicado.

De acordo com a empresa, o fogo foi provocado por uma sobrecarga de tensão e, apesar da gravidade da ocorrência, não houve vítimas.

As autoridades competentes já iniciaram os procedimentos de perícia para avaliar os danos e adotar medidas preventivas adicionais.

O sinal de televisão digital está atualmente a funcionar normalmente, mas a CVB alerta que alguns serviços de transmissão podem sofrer instabilidades temporárias devido ao incidente.

A empresa assegura que as suas equipas técnicas estão a trabalhar intensamente para restabelecer integralmente a operação no menor prazo possível.

No comunicado, a CVB agradece ainda a colaboração dos Bombeiros Municipais, Forças Armadas e Polícia Nacional, que prestaram apoio na contenção do incêndio.

Monumento à Liberdade: um grito necessário contra o totalitarismo

Muitos dizem que gastar 150 milhões de escudos num monumento à Liberdade é desperdício. Mas esquecem-se de uma verdade simples: não há nada mais caro do que perder a liberdade.

A democracia em Cabo Verde não caiu do céu. Foi conquistada com suor, sacrifício e coragem. Foi também perseguida, censurada e ameaçada pelo totalitarismo. E atenção: não é apenas uma página encerrada do passado. Basta ouvir declarações recentes do líder atual do PAICV, que chegou a lamentar o “vazio” deixado pelo partido único e pelas suas organizações satélites. Isso é um sinal alarmante de que a sombra autoritária ainda ronda e pode regressar se não estivermos vigilantes.

É precisamente por isso que símbolos fortes não são luxo, são escudos contra a tirania. A Estátua da Liberdade, em Nova Iorque, foi erguida em tempos difíceis e criticada como esbanjamento. Hoje, é símbolo mundial da democracia e fonte de riqueza incalculável. O mesmo pode acontecer em Cabo Verde: este monumento não é apenas pedra e cimento, é um legado eterno, um farol que lembra a cada cabo-verdiano que a liberdade não pode ser negociada nem adiada.

É claro que hospitais, tribunais, escolas e agricultura precisam de investimentos. Mas não é preciso escolher entre um e outro. O pão alimenta o corpo; a liberdade alimenta a alma. E sem alma livre, até o pão perde sabor.

Por isso, a construção deste monumento não é capricho nem vaidade: é uma urgência estratégica, uma afirmação categórica de que Cabo Verde jamais voltará a aceitar o silêncio do partido único, nem as algemas douradas do autoritarismo.

Monumento à Democracia: ” foi assim com a Rua Pedonal, foi assim com a Praça do Palmarejo”

Em entrevista à televisão pública, o Ministro das Infraestruturas e Ordenamento do Território, Victor Coutinho, abordou vários temas da sua pasta, entre os quais o da questão do Monumento à Liberdade e à Democracia, atualmente em construção na Cidade da Praia.

Perante a polémica em torno do custo de 150 milhões de escudos, o governante foi taxativo: “A democracia é o maior ativo que Cabo Verde tem. É graças a ela que conseguimos mobilizar recursos, ter parceiros e garantir o estatuto de país livre”.

O Ministro recordou que a ideia do monumento não é recente. O concurso público foi lançado em 2024, o contrato assinado em abril de 2025, e a obra deverá ficar concluída em janeiro de 2026, coincidindo com a celebração dos 35 anos da democracia cabo-verdiana.

Às vozes críticas que questionam a prioridade do investimento face às dificuldades sociais, respondeu: “A pobreza não se resolve com esse valor. O país não é só betão e infraestruturas, tem alma, memória e história. É isso que estamos a valorizar”. Sublinhou que a Praia é pobre em monumentos e que esta obra deixará um legado simbólico para as gerações futuras.

O Ministro recordou ainda que outras intervenções, como a Rua Pedonal ou a Praça Palmarejo, foram alvo de contestação no passado, mas hoje são amplamente valorizadas.

Quanto ao financiamento, garantiu que não será suportado apenas pelo Estado. Já há parceiros privados, incluindo um banco e uma seguradora, envolvidos no cofinanciamento, e decorre uma campanha de mobilização de recursos junto de instituições nacionais e internacionais.

“Não governamos ao sabor de petições ou populismos. Governar é decidir com visão. E homenagear a democracia é investir no que temos de mais precioso”, concluiu o Ministro.