EUA e China tentam aliviar tensões, mas rivalidade global mantém-se no centro da agenda internacional

As relações entre os Estados Unidos e a China continuam a dominar a geopolítica mundial, numa altura em que Washington e Pequim procuram reduzir tensões comerciais e estratégicas sem, contudo, ultrapassar divergências profundas sobre temas como Taiwan, a guerra na Ucrânia e o programa nuclear iraniano

A recente deslocação do Presidente Norte-americano, Donald Trump, à China e os contactos diplomáticos mantidos com o Líder Chinês, Xi Jinping, são vistos por analistas internacionais como uma tentativa de estabilizar uma relação considerada decisiva para a economia e a segurança globais.

Apesar dos sinais de diálogo, persistem desacordos em áreas sensíveis. Os EUA mantêm críticas à posição chinesa em relação à guerra na Ucrânia, acusando Pequim de manter proximidade estratégica com Moscovo, enquanto a China rejeita interferências externas sobre Taiwan, território que considera parte integrante do seu espaço soberano.

As questões comerciais continuam igualmente no centro das preocupações. Tarifas, tecnologia, controlo de semicondutores e segurança digital permanecem entre os principais pontos de disputa entre as duas maiores economias do mundo.

Especialistas alertam que a relação entre Washington e Pequim terá impacto direto sobre os mercados internacionais, cadeias de abastecimento, investimentos e estabilidade política global, num contexto marcado por conflitos armados, inflação e desaceleração económica em várias regiões.

Nos últimos meses, tanto os EUA como a China têm procurado evitar um agravamento das tensões, privilegiando canais diplomáticos e negociações bilaterais. Ainda assim, observadores internacionais consideram que a rivalidade estratégica entre as duas potências deverá continuar a marcar a política mundial nos próximos anos.

Cabo Verde entre os destinos preferidos dos portugueses para férias de verão este ano

Segurança, tranquilidade e oferta turística consolidam Arquipélago como principal escolha das famílias Portuguesas, revela estudo do setor das viagens

Cabo Verde surge como o destino internacional mais procurado pelas famílias portuguesas para as férias de verão de 2026, num contexto em que a segurança passou a assumir um papel determinante na escolha dos viajantes. A conclusão consta do mais recente barómetro da Associação Nacional de Agências de Viagens (Anav), realizado em parceria com a Universidade Europeia.

Segundo o estudo, Cabo Verde lidera as preferências dos turistas portugueses, concentrando 34,4% das escolhas entre os destinos analisados, à frente de Espanha. O levantamento, realizado junto de 122 agências de viagens, aponta para um crescimento da procura por destinos considerados seguros, estáveis e com boas condições para férias em família.

A segurança aparece mesmo como o principal critério de decisão para os viajantes portugueses. Cerca de 94% das agências inquiridas afirmam que os clientes privilegiam destinos que transmitam confiança e tranquilidade, sobretudo num período marcado por instabilidade internacional e preocupações crescentes com a proteção dos turistas.

Neste cenário, Cabo Verde reforça o seu posicionamento como um destino turístico de referência no mercado português, beneficiando da estabilidade social, hospitalidade, clima favorável durante todo o ano e forte ligação histórica e cultural com Portugal.

O estudo revela ainda que as famílias representam o principal segmento turístico, correspondendo a 57,4% dos clientes das agências de viagens, especialmente pessoas entre os 35 e os 49 anos. Este grupo privilegia destinos de sol e praia, boas condições de segurança, preços competitivos e flexibilidade nas reservas.

Já os casais e turistas seniores demonstram maior interesse por experiências culturais diferenciadas, conveniência e serviços de confiança.

O barómetro indica também que a maioria dos portugueses reserva as férias com antecedência entre três e seis meses, enquanto o gasto médio por pessoa varia entre 1.201 e 2.000 Euros.

Cabo Verde aproxima-se de certificação na eliminação do VIH de mãe para filho

País já cumpre os dois critérios exigidos para a emissão do certificado

Cabo Verde reafirmou o seu compromisso com o multilateralismo e com a Organização Mundial da Saúde, ao mesmo tempo que avança no processo de reconhecimento da eliminação da transmissão do VIH de mãe para filho.

A posição foi defendida pela embaixadora Clara Delgado, que chefia a delegação nacional na Assembleia Mundial da Saúde, a decorrer em Genebra, na Suíça.

Segundo a diplomata, Cabo Verde reconhece o papel central da OMS na coordenação da preparação, prevenção e resposta a emergências sanitárias, apoiando igualmente o reforço do Regulamento Sanitário Internacional e a criação de um Acordo sobre Pandemias assente na equidade e solidariedade.

Durante o encontro, foi também anunciado que a Organização Mundial da Saúde aceitou o pedido de Cabo Verde para o reconhecimento da eliminação da transmissão do VIH/SIDA de mãe para filho.

A informação foi confirmada por Adilson de Pina, que integra a delegação nacional, sublinhando que o País já cumpre os dois critérios exigidos para a emissão do certificado.

À margem da assembleia, Cabo Verde manteve ainda encontros com o Fundo Global de Luta Contra a SIDA, Tuberculose e Malária, tendo sido confirmada uma redução de 38% no financiamento destinado ao país para o período 2027-2029.

De acordo com Adilson de Pina, trata-se de um financiamento de transição, uma vez que o Fundo Global prevê retirar o apoio a Cabo Verde a partir de 2030, direcionando os seus recursos para países com maiores necessidades.

Mindelo recebe Tubarões Azuis com festa e emoção no Terminal de Cruzeiros

Seleção nacional cumpre hoje agenda na Ilha do Sal

A Seleção nacional de futebol viveu, na noite de quarta-feira, um momento marcante de proximidade com os adeptos em Mindelo, onde milhares de pessoas se reuniram no Terminal de Cruzeiros para apoiar os Tubarões Azuis antes do Mundial.

Num ambiente de grande emoção, a população Mindelense recebeu os jogadores com aplausos, cânticos e bandeiras, transformando o Terminal de Cruzeiros num verdadeiro palco de celebração e orgulho nacional.

O encontro, terceiro momento do dia de interação com o público de São Vicente, ficou marcado pela forte ligação entre a equipa e os adeptos, com destaque para a presença de crianças e famílias que procuraram autógrafos e fotografias com os seus ídolos.

A animação cultural também marcou a noite, com atuações de Batchart e Kiddye Bonz, que levaram o público a entoar “Pá Riba Dês”.

Após as atuações, jogadores e equipa técnica desceram do palco para um contacto direto com os adeptos.

O Selecionador nacional, Bubista, destacou a importância desse apoio, afirmando que “a Seleção é de todo o povo Cabo-verdiano, tanto no País como na Diáspora”, agradecendo o carinho recebido em São Vicente.

A visita insere-se no périplo nacional que a Seleção iniciou, passando também pelas ilhas do Sal, Fogo e Santiago, antes da deslocação para Portugal, onde enfrentará a Sérvia num jogo de preparação.

Depois da passagem por São Vicente, a Seleção cumpre hoje agenda na Ilha do Sal, com receção oficial, treino aberto e contacto com o público, dando continuidade à mobilização nacional em torno dos Tubarões Azuis.

Cabo Verde estreia-se no Mundial a 15 de junho, frente à Espanha, seguindo-se os jogos com Uruguai e Arábia Saudita na fase de grupos.

Instituições fortes não temem os jovens, abrem-nos as portas

Há realidades que dispensam ser apontadas, mas todos as sentem. Há ambientes que não precisam de palavras para revelar o que está errado — basta vivê-los.

A condução de uma instituição e tão importante quanto a sua própria existência e finalidade. Muita das vezes essa condução nos levanta inquietações que devem ser expostas, sempre com o sentido de melhoria.  Em certos contextos, a conduções institucional faz parecer que, espaços de serviço público passam a ser geridas como território pessoal, uma propriedade onde prevalece interesses outros, zonas de conforto e relações de conveniência. Nesse tipo de ambientes muitas das melhores mentes são perdidas ou pior apagadas.

Importa reconhecer que nem sempre a responsabilidade está apenas na gestão ou nos responsáveis pelas nomeações para determinados cargos. Muitas vezes, o problema reside na conduta das pessoas indicadas para ocupar determinadas posições de liderança. Pessoas sem empatia, sem capacidade de escuta e sem sentido de missão em funções estratégicas tendem, quase sempre, a provocar um desastre na gestão, principalmente na gestão dos recursos humanos, o maior ativo de uma instituição. O desenvolvimento não se constrói apenas com políticas ou poder; constrói-se, sobretudo, com pessoas alinhadas com o objetivo da governação e comprometidas com o crescimento institucional e com o projeto de país que se pretende construir.

Confunde-se, demasiadas vezes, liderança com ocupação do Poder. Liderar não é impor, nem proteger o próprio espaço. Liderar é servir, orientar e criar condições para que outros sejam acolhidos e possam cresçer. Quando o ego se sobrepõe à responsabilidade e o interesse individual ao coletivo, o progresso deixa de ser prioridade. Os cargos são temporários, mas as atitudes e o carácter deixam marcas.

Há também uma fragilidade silenciosa, mas evidente: a recusa em aceitar novas ideias, o bloqueio à inovação e a resistência à mudança. Estas ações não revelam força, mas sim limitação. Instituições que não sabem escutar acabam por se fechar sobre si mesmas — e tudo o que se fecha, com o tempo, estagna.

Neste cenário, os jovens sentem o peso, em uma instituição, que em vez de os acolher, os limita. Há talento, há vontade e visão , mas há falta de espaço, abertura e confiança, promovido por lideranças que se fecham em si mesmas. Quando ideias são vistas como ameaça, perde-se aquilo que poderia ser revelante!

O mais preocupante é o silêncio e o medo, que não nasce apenas de um certo receio de perder oportunidades, estabilidade ou sustento, mas também, e muitas das vezes, de jogos e armadilhas arquitetadas, em tentativas de desestabilizar ou eliminar os que simplesmente não fazem parte de um de um círculo específico. Em alguns contextos, surgem práticas de combinações velada, onde se utilizam recursos institucionais para fragilizar ou desacreditar indivíduos.  Neste cenário, os mais vulneráveis, acaba, frequentemente, por lidar com consequências. E assim, muitos optam por calar, não por concordarem, mas por não encontrarem um espaço seguro para se posicionarem.

É neste contexto que surgem os “pequenos poderes” que sufocam a competência, ofuscam quem procura contribuir de forma genuína e travam o crescimento. Em vez de cooperação, instala-se uma competição desnecessária; em vez de progresso, há estagnação; em vez de motivação, há indiferença. Quando estas atitudes se repetem, a instituição acaba por afastar precisamente aqueles que mais querem contribuir, comprometendo o seu próprio desenvolvimento.

E, no entanto, há algo que não pode ser ignorado, a verdade permanece! Há sempre forma onde se pode recorrer, cedo ou tarde.

Se queremos um país que avance, precisamos de mais do que discursos e mais do que ocupação de espaço de poder. Precisamos de líderes institucionais competentes, mas também humanos, com empatia, respeito e sentido de responsabilidade. Precisamos de ambientes mais justos, onde haja igualdade de oportunidades e onde a colaboração supere a competição destrutiva. Os jovens que tem competência e com vontade de contribuir não podem ser considerados como uma ameaça.  Praticas dessa natureza, existem e continua de forma subtendida em instituições, as mesmas devem ser reprovadas, e convidam a uma reflexão crítica.

Há lugar para todos que aspiram a contribuir de forma significativa para o desenvolvimento coletivo.

Antigo Presidente da República alerta contra discursos anti-democráticos após debate sobre abstenção eleitoral

Posição de Jorge Carlos Fonseca está contida num texto de opinião divulgada na sua conta pessoal na rede social Facebook

O antigo Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, reagiu ao debate gerado em torno da elevada taxa de abstenção nas últimas eleições legislativas, defendendo que o combate à fraca participação eleitoral deve ser feito “em democracia pluralista e tendo em mira regimes fundados na liberdade”, e nunca como pretexto para questionar os fundamentos democráticos do País.

Num texto publicado na sua página do Facebook, Jorge Carlos Fonseca critica certos setores políticos, analistas e comentadores que, segundo afirma, utilizam a abstenção para “negar as virtualidades da democracia” e insinuar modelos autoritários como alternativa de governação. O antigo Chefe de Estado considera legítima a preocupação com o afastamento dos cidadãos das urnas, mas alerta para a necessidade de analisar o fenómeno com “objetividade e seriedade”, tendo em conta a evolução histórica da participação eleitoral e o contexto político de cada eleição.

Para Jorge Carlos Fonseca, fatores como o grau de competitividade eleitoral e a previsibilidade dos resultados influenciam diretamente os níveis de participação. Ainda assim, sublinha que a resposta à abstenção deve passar pelo reforço da cidadania democrática, da educação para a participação política e do aprofundamento do Estado de direito.

“Combater a abstenção, sim. Educar para a participação, sim. Mas… em democracia pluralista e tendo em mira regimes fundados na Liberdade”, escreveu, advertindo que regimes autoritários podem apresentar-se sob diferentes designações, mas sem eleições livres, separação de poderes, tribunais independentes e imprensa livre “não há democracia, mas autocracia ou ditadura”.

Na parte mais contundente da sua reflexão, o antigo Presidente deixou um recado direto aos defensores de soluções autoritárias: “Em regime de coronéis não há abstenção, singelamente porque não há eleições, não há pluralismo político, não há liberdade.”

Porto de Cruzeiros do Mindelo realiza operação inédita com yacht de luxo e helicóptero

Foi realizada uma operação técnica especial que consistiu no desembarque de um helicóptero diretamente na plataforma do porto, utilizando a grua de bordo da embarcação

O Porto de Cruzeiros do Mindelo voltou a demonstrar a sua capacidade operacional ao acolher uma operação diferenciada envolvendo um yacht de luxo e manobras aeronáuticas associadas, segundo informação divulgada pela ENAPOR.

O yacht “Bad Company Support”, operado pela BCS175 Marine Operations LTD, escalou o porto no passado dia 15 de maio, proveniente de St. George, Bermuda, com uma permanência prevista de 13 dias na Ilha de São Vicente.

Durante a estadia, foi realizada uma operação técnica especial que consistiu no desembarque de um helicóptero diretamente na plataforma do porto, utilizando a grua de bordo da embarcação. Após a descarga, o aparelho seguiu para o Aeroporto Internacional Cesária Évora, onde ficará estacionado enquanto decorrem as atividades ligadas à pesca desportiva de luxo.

De acordo com a ENAPOR, o helicóptero deverá regressar ao porto no momento da partida do navio, para nova operação de embarque, antes de o yacht seguir viagem com destino a Ponta Delgada.

A empresa sublinha que esta operação confirma a capacidade técnica, operacional e de segurança do Porto de Cruzeiros do Mindelo para responder às exigências do segmento internacional de super e mega yachts.

Com esta operação, São Vicente reforça o seu posicionamento como destino náutico estratégico no Atlântico Médio, consolidando-se como plataforma de excelência para o turismo de luxo e serviços especializados.

Governo da Venezuela anuncia libertação de 300 detidos após pressão internacional

Medida foi confirmada pelo presidente da Assembleia Nacional

O governo da Venezuela anunciou a libertação de cerca de 300 detidos, incluindo presos políticos, numa decisão que surge em meio à crescente pressão internacional e a protestos internos por direitos humanos.

A medida foi confirmada pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, que indicou que as libertações ocorrerão ao longo desta semana.

Entre os beneficiados estão idosos, pessoas com problemas de saúde, mulheres grávidas e detidos presos há vários anos. Organizações de direitos humanos consideram a decisão um sinal de alívio político, embora alertem que centenas de presos políticos continuam detidos no País.

O anúncio acontece após críticas internacionais ao governo venezuelano e manifestações realizadas em Caracas, intensificadas pela recente morte sob custódia do opositor Víctor Hugo Quero, caso que gerou forte indignação no País.

“Erro de palmatória e derrota pesada”: Lídio Silva exige renovação profunda na UCID após desaire eleitoral

Lídio Silva lamentou que a UCID tenha falhado objetivos mínimos que poderiam servir de base para o crescimento futuro do partido

A histórica figura da UCID, Lídio Silva, reagiu com dureza aos resultados alcançados pelo partido nas eleições legislativas de domingo, defendendo uma “renovação interna profunda” e mudanças na liderança, numa altura em que a força política sofreu uma das mais pesadas derrotas da sua trajetória recente.

Em declarações à RCV, o antigo dirigente democrata-cristão considerou que, perante uma derrota desta dimensão, “não há outro caminho” senão uma reestruturação séria e honrosa dentro do partido, sublinhando que esta é uma prática comum nas democracias maduras em todo o mundo.

“Seria uma atitude honrosa e de louvar uma renovação interna profunda e mudança na liderança. Isso acontece em toda parte do mundo quando há uma eleição em que os dirigentes perdem tanto”, afirmou.

Lídio Silva lamentou que a UCID tenha falhado objetivos mínimos que poderiam servir de base para o crescimento futuro do partido. Na sua perspetiva, uma vitória possível seria garantir representação parlamentar em círculos estratégicos como São Vicente, Santiago Sul, Santo Antão e Fogo.

“A vitória que a UCID poderia ter era se tivesse um deputado em São Vicente, um em Santiago Sul, um em Santo Antão e um deputado no Fogo, quatro pilares para ajudar a crescer o partido”, declarou.

O histórico dirigente apontou ainda críticas diretas à estratégia de integração de candidatos associados ao MpD nas listas da UCID, classificando a decisão como um “erro de palmatória”.

“Não é com a prata dourada dos outros partidos que vamos conseguir resolver a nossa dificuldade interna”, disparou, defendendo que a Praia dispõe de quadros qualificados capazes de representar a UCID. “Nós temos na Praia técnicos, engenheiros, licenciados que podiam ocupar o lugar”, insistiu.

Lídio Silva questionou igualmente a acumulação de funções entre liderança partidária e mandato parlamentar, defendendo uma separação clara entre os dois papéis para garantir maior dedicação à condução política da organização.

“Quem está como presidente não deveria estar como deputado, que é para se concentrar naquilo que deve ser, que é responder perante o povo o mandato que lhes foi confiado”, afirmou.

Apesar da desilusão com os resultados, o dirigente reconheceu os deputados eleitos pela UCID, embora tenha deixado uma nota carregada de ironia política: “São dois, paciência, infelizmente seria melhor que fossem 12”.

Município do Paul vive “momento de transformação”, diz Presidente

Câmara do Paul anuncia inaugurações e projetos durante as festas de Santo António das Pombas

O Presidente da Câmara Municipal do Paul, Adilson Fernandes, anunciou hoje um conjunto de inaugurações e apresentação de projetos estruturantes durante as festividades de Santo António das Pombas, afirmando que o município atravessa “um momento de forte transformação”.

Entre as inaugurações previstas, o Autarca destacou a requalificação de 20 habitações em várias localidades, a abertura de uma escola de música e a implementação de um projeto de transformação agroalimentar, financiado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e pela Cooperação Luxemburguesa.

Segundo Adilson Fernandes, será ainda inaugurado um gabinete de apoio ao empresariado, considerado essencial para impulsionar o empreendedorismo local, sobretudo entre os jovens.

Durante as festividades, está igualmente prevista a apresentação de projetos estratégicos, como a requalificação do acesso e da plataforma do miradouro de Santo António das Pombas, já financiada pelo Banco Mundial, aguardando apenas o lançamento do concurso para início das obras.

Outro destaque vai para o projeto de requalificação urbana e ambiental da localidade de Chã de Manuel Santos, dando continuidade ao plano de melhoria urbana já iniciado na cidade das Pombas.

No setor das infraestruturas, o Edil garantiu que as obras de reconstrução do polivalente de Bunzim decorrem a bom ritmo e deverão estar concluídas a tempo das atividades culturais das festividades.

Entretanto, as atividades desportivas serão realizadas nos polivalentes de Eito, Passagem e Pontinha de Janela, devido às obras em curso noutras infraestruturas.

O Presidente da Câmara sublinhou que estas intervenções visam tornar o município mais atrativo, tanto para os residentes como para investidores, reforçando o desenvolvimento local.