Estratégia de Erradicação da Pobreza coloca foco nos mais afetados pela pobreza e mais vulneráveis

Primeiro-Ministro que presidiu a apresentação deste programa do seu Governo, afirma que o desafio do Executivo é de erradicar a extrema pobreza no horizonte de 2026, não deixando ninguém para trás

Ulisses Correia e Silva sublinhou que a estratégia nacional de erradicação da pobreza extrema, coloca o foco na eliminação da pobreza extrema como um objetivo atingir o horizonte de 2026, nos mais afetados pela pobreza e os mais vulneráveis, nomeadamente, crianças, mulheres, idosos e pessoas com deficiência; numa abordagem integrada e de articulação de políticas de rendimentos e de prestações sociais; de educação, cuidados, saúde, habitação, água, energia e saneamento; de inclusão produtiva, formação e empreendedorismo, bem como na coesão territorial para o combate às assimetrias económicas e sociais regionais e criar oportunidades de desenvolvimento em todas as Ilhas e Concelhos.

Esta declaração do Chefe do Governo foi feita no quadro da sua intervenção na cerimónia de apresentação do Programa do Governo “Estratégica de Erradicação da Pobreza Extrema”, apresentado hoje, na Cidade da Praia.

UCS afirma que este programa define a eliminação da pobreza extrema e a redução da pobreza absoluta como uma “prioridade” para se atingir o desenvolvimento sustentável e um desígnio nacional.

“Dotamos Cabo Verde de uma estratégia nacional de erradicação da pobreza extrema. Não é um começo do zero. Existem instrumentos como o Cadastro Social Único, o Rendimento Social de Inclusão, a Pensão Social, a Política Nacional de Cuidados e medidas de políticas na educação, na formação, na saúde e na habitação que contribuem para a redução da pobreza”, realçou.

O Chefe do Governo, na ocasião, destacou importância da “boa gestão” das conjunturas e das crises para evitar o aumento do número de pessoas em situação de pobreza, bem como, a recuperação económica, para retirar da pobreza as pessoas que ficaram nessa situação por causa dos impactos das crises.

Por outro lado, sublinhou algumas medidas que contribuem para alcançar o objetivo do Governo relativamente à erradicação da pobreza extrema, destacando o rendimento via prestações sociais do Rendimento Social de Inclusão e da Pensão Social, a Educação, com a universalização do ensino pré-escolar, a gratuitidade dos ensinos Básico e Secundário, a promoção da escolaridade, a ação social escolar, a redução do abandono escolar e o reforço dos incentivos para a continuidade dos estudos, a formação e o empreendedorismo dirigidos aos jovens NEET, habitação, os Cuidados e a Saúde, entre outros.

“Podemos e temos que vencer e eliminar a pobreza extrema em Cabo Verde e reduzir a pobreza absoluta em nome da dignidade humana e dos impactos positivos ao nível da qualidade de vida das pessoas, da segurança, do aumento da produtividade geral da economia e da felicidade das pessoas”, disse ainda o PM, com convicção.

Papa celebra Missa pela Paz e Justiça em Kinshasa

Pontífice está desde ontem na RD Congo, numa visita de 7 dias a África, e que o leva depois ao Sudão do Sul

O Papa Francisco que está a realizar a sua 40.ª viagem apostólica internacional, celebrou esta quarta-feira, 1, uma Missa pela Paz e Justiça, no Aeroporto de N’dolo, em Kinshasa.

Na presença de cerca de 1 milhão de fiéis, o Pontífice Romano primeiramente manifestou a “imensa” alegria de ver e encontrar os Congoleses, e de seguida, baseando numa passagem do Evangelho “A Paz esteja convosco”, debruçou-se sobre a Paz, sustentando que esta passagem se trata de uma saudação, mas, mais do que uma saudação, o Papa sublinha que é “um dom”, isto porque “aquela Paz anunciada pelos anjos na noite de Belém, aquela Paz que Jesus prometeu deixar aos Seus, é agora, pela primeira vez, entregue solenemente aos discípulos”.

Adiante, o Papa disse: “Irmãos, irmãs, com Jesus o mal nunca triunfa, nunca tem a última palavra. Com efeito, Ele é a nossa Paz, e a Sua Paz vence. Por isso nós que pertencemos a Jesus, não podemos deixar prevalecer em nós a tristeza, não podemos permitir que se insinuem resignação e fatalismo”, acrescentou.

Na mesma homilia, o Papa indicou três nascentes de Paz, três fontes para continuar a alimentá-la que é o Perdão, a Comunidade e a Missão. “Enviados por Cristo, os cristãos são chamados, por definição, a ser consciência de Paz no mundo: não só consciências críticas, mas sobretudo testemunhas de amor; não pretendentes dos próprios direitos, mas dos do Evangelho, que são a fraternidade, o amor e o perdão; não indivíduos à procura dos próprios interesses, mas missionários daquele amor louco que Deus tem por cada um dos seres humanos”, disse ainda.

A visita do Pontífice à RD Congo é a primeira etapa de uma viagem que também leva o Papa ao Sudão do Sul, dois países atingidos pela guerra, pela fome e por catástrofes naturais.

O objetivo do Sumo Pontífice é estabelecer a Paz nestes dois territórios onde a falta de segurança se tem agravado.

OMS distingue Cabo Verde pelo bom desempenho na luta conta paludismo

Distinção, apurou OPAÍS.cv, aconteceu na semana passada e foi recebida na África do Sul

A Organização Mundial da Saúde, OMS, acaba de reconhecer os esforços de Cabo Verde na luta contra o paludismo, pelo que decidiu, no passado dia 24, distinguir o nosso País.

Segundo apurou OPAÍS.cv, a referida distinção aconteceu no quadro 4,º Fórum Global de Países em vias de Eliminação da Malária, realizado na Cidade de Cape Town, na África do Sul, entre 24 e 26 últimos.

Cabo Verde esteve representado no referido fórum pelo Coordenador Nacional do Programa de Luta contra o Paludismo, António Moreira, que em nome do País recebeu o Certificado de Mérito em reconhecimento da realização de “marcos importantes” para a eliminação da malária, através do bom desempenho e “ótimos resultados conseguidos” durante os últimos 4 anos consecutivos.

De assinalar que Cabo Verde tem tido zero casos autóctones de paludismo.

Sabe-se que esta é a segunda premiação que Cabo Verde recebe do Programa Global do Paludismo da OMS, como um dos países do mundo que tem feito “grandes progressos” para a eliminação da malária, sendo que a primeira aconteceu, em junho de 2019, na China.

De recordar que Cabo Verde está em processo de eliminação da transmissão autóctones do paludismo, cuja certificação pela OMS está prevista a acontecer durante o ano de 2023.

Era uma vez um Ministro que criou uma “jurisdição paralela” e agora, no cume do delírio, dá fervorosas “lições” sobre Ética, Estado de Direito, Karl Popper e Constituição!

Fernando Savater, um dos maiores filósofos e pensadores de Espanha, diz-nos, num ensaio magnífico, que, dependendo dos respectivos contextos, há vários tipos de mentira.

O que exige, aliás, uma leitura subtil e uma hermenêutica mui sábia e adequada, capaz de distinguir, digamos, o trigo do joio.

Há mentiras aceitáveis, explica o renomado Professor da Complutense de Madrid, no âmbito do cinema, da poesia e mesmo das relações sociais de cortesia.

Sabemos que aquilo que vemos num filme ou lemos num romance não é propriamente verdadeiro, mas, mesmo assim, compreendemos a sua utilidade profunda.

E aceitamos, então, pacificamente, essa como que “distorção” propositada da verdade e da realidade.

A ficção, tantas vezes incorporada nas Artes, é uma forma sublime de aprendizagem. Reconhecidamente.

Porquê? Porque são situações (ou criações culturais, rectius) que, já com palavras de Savater, “…nos podem iluminar sobre aquilo que é a realidade…”. Vejamos.

1984 é uma obra de ficção. Mas não deixa de ser, como bem sabemos, um poderoso meio de compreensão e descodificação dos mecanismos internos do sistema político totalitário, seja ele de matriz nazi ou estalinista.

O filme O Padrinho, dirigido, na sua “belle époque”, por Francis Ford Coppola e com as inesquecíveis interpretações de Marlon Brando e Al Pacino, é capaz, por sua vez, de nos elucidar sobre o universo da Máfia (italiana e não só) melhor do que o mais rigoroso e imparcial relatório burocrático-policial.

O mesmo sucede no mundo da chamada “etiqueta”.

A vida social tem, deveras, a sua dose de dissimulação, de exagero.

A verdade muitas vezes é insuportável!

Os elogios que fazemos, por exemplo, a uma figura pública, ou a alguém do sexo oposto, nem sempre são verdadeiros! Mas é assim. É uma questão de simpatia.

Tudo isso é, no fundo, um sacrifício que consentimos em nome das normas da boa convivência. Que dulcificam a nossa labuta diária.

Não se pode, de todo, ignorar a boa educação e a cortesia e é precisamente por isso, esclarece ainda F. S., que “as nossas relações mútuas assentam neste tipo de amabilidade”.

Todavia, há mentiras inaceitáveis, gravosas, perversas e que revelam, à luz do dia, uma personalidade defeituosa e notoriamente sem princípios.

São mentiras, estas últimas, lesivas da confiança pública, como diria Savater.

Envenenam as engrenagens da democracia e não deixam a sociedade progredir, nem a Liberdade florescer.

Impedem, se se quiser, a formação de padrões e bons exemplos.

Denigrem o verdadeiro espírito da Justiça (ou “Esprit des Lois”, na célebre formulação de Montesquieu).

Merecem, por conseguinte, ser denunciadas, escrutinadas e devidamente combatidas.

A patranha anda (normalmente) de braços dados com a manipulação.

A mentira dolosa corrói, na senda de Maquiavel, os alicerces da Polis.

Há, pois, mentiras daninhas. Eivadas de má-fé.

Nas palavras do filósofo espanhol, em jeito, dir-se-ia, de severo alerta: “Tais são as mentiras perigosas, as que não podem ser passadas por alto”.

Vem isto a propósito de um artiguelho do sr. José António dos Reis publicado no Expresso das Ilhas (n.º 1104, de 25 de Janeiro de 2023, páginas 10-11) e no qual o cidadão, nas vestes de justiceiro informal e divertido “analista judicial”, distorce gravemente os factos e, sem qualquer pudor, inventa uma espécie de “realidade paralela”, que depois, desajeitadamente, tenta vender à opinião pública cabo-verdiana e, pois claro, aos mais incautos.

Esse mesmo dr. José António dos Reis que, na década de 1990, fez figuras tristíssimas e deploráveis nesta sociedade, lembrando, enfim, pela sua postura, certos ditadores de má memória.

JAR fala muito de “práticas e atitudes”.

Recordemos, então, e em síntese, as dele: na sequência do caso das profanações, o homem resolveu, ocupando a importante pasta de Ministro-Adjunto do Primeiro-Ministro, montar uma espécie de “jurisdição paralela”, mandando buscar (com que legitimidade?), na cadeia, determinados presos, que depois foram interrogados no seu gabinete ministerial e, diga-se, com aparelho de escuta e gravação das conversas!!!

O nosso Sherlock Holmes iria desvendar todos os crimes e, assim, sossegar o país…

A confissão do próprio JAR está plasmada, com clareza, no jornal A Nação, n.º 344, de 3 a 9 de Abril de 2014 (página A20). Prova documental irrefutável.

É uma vergonha indescritível, inigualável, reveladora. Que situação!

E por parte de um indivíduo que se diz “democrata” e pretende avaliar, imaginem, o cumprimento da Constituição e dos seus princípios nucleares, incluindo a separação de poderes! Já não existem ESPELHOS neste mundo?

Quem é, afinal, o grande “inimigo da sociedade aberta”?

Numa democracia minimamente desenvolvida, se um político fizer algo parecido, poderá ser criminalmente condenado (tendo em conta a gravidade do tipo-de-ilícito) e desaparecerá, por completo, da esfera pública, sem deixar qualquer rasto, por razões óbvias.

Aqui, nestas ilhas (des)afortunadas, o infractor julga-se um génio e diz até que não é “fundamentalista”! Ai se fosse!

Sempre ouvimos histórias caricatas de Mobutu Sese Seko ou Amin Dada, mas esses eram “figuras” típicas de Autocracias.

O mais triste, porém, é quando se cometem certos disparates em nome da Democracia Liberal. Nonsense upon stilts, diria J. Bentham.

Mas o comportamento perverso de José A. dos Reis não termina por ali. Infelizmente.

Mesmo nos dias de hoje, é preciso dizer, alto e bom som, que o ex-Ministro faz plágio, forma gravíssima de fraude intelectual e moral.

Sim, o cavalheiro rouba frases inteiras de certos escritores, assumindo-as, suavemente, como suas (para impressionar os camaradas?!) e sem citar a fonte original ou o verdadeiro Autor.

É mesmo deprimente.

Veja-se, por exemplo, o seu artigo de opinião intitulado “A era e o tempo da sociedade civil: pela partilha e responsabilização”, in https://opais.cv/a-era-e-o-tempo-da-sociedade-civil-pela-partilha-e-responsabilizacao/29/08/2018/.

Nesta parte, por exemplo, o dr. José António dos Reis faz plágio de forma claríssima, quando escreve: A nova cidadania requer sujeitos sociais ativos, definindo o que consideram ser seus direitos e lutando para seu reconhecimento, enquanto tais.

A frase não é dele, não aparece entre aspas e JAR nem sequer se refere ao Autor original, omitindo, assim, por inteiro, a fonte onde foi buscar, ardilosamente, a coisa.

A bela frase foi roubada deste documento: Juventude, participação e cidadania – uma revisão da literatura (é só meter este título no Google e aparece logo o respectivo “link”).

Ou então, já com mais informações, destoutro: Serviço Social – um caminho para a efetivação de direitos, in https://dspace.unipampa.edu.br/bitstream/riu/3597/1/CarlaRosaneRodriguesdaConcei%C3%A7%C3%A3o2014.pdf.

Este ensaio é de Carla Rosane Rodrigues da Conceição.

Leiam os textos estrangeiros com atenção, comparem-nos com o artiguelho de JAR e descobrirão muito mais coisas interessantes!

Adiante, minha gente.

Falando do processo judicial relativo à agressão que eu sofri, em Março de 2021, o sr. José António dos Reis, movido por um estranho ressentimento, acaba, entretanto, por mentir descaradamente.

Era capaz, com a sua lengalenga, de fazer avariar qualquer polígrafo!

O fulano, realmente, não é confiável.

Tenta criar, no seu apontamento de 25 de Janeiro, acima referido, a “realidade paralela” segundo a qual o arguido/condenado, Amaro Alexandre da Luz, cometeu um simples e banal crime de ofensa à integridade física, “sem recurso a armas”, como diz o douto JAR.

Tenta, no fundo, ilibar o agressor, chegando ao cúmulo de afirmar, atacando gravemente o Poder Judicial, que foi aplicada, ao arguido, uma medida de coacção (a prisão preventiva, mais concretamente) “sem nenhuma sustentação factual” (sic).

Ora, isso é pura patranha! Ou invencionice primária.

Para começar, o arguido é detentor de altos conhecimentos de karaté (facto do domínio público, que nem sequer carece de prova ou alegação: art. 472.º/2 do CPC), o que, por si só, é uma arma perigosa e mortífera e, como tal, de uso absolutamente proibido.

Aliás, questionado durante o Julgamento, o arguido/condenado confessou, expressamente, possuir conhecimentos de artes marciais.

Os FACTOS, assentes e provados, são estes:

Estava eu sentado a tomar tranquilamente um café, num conhecido restaurante da ASA.

O arguido entrou, “apresentou-se” e, acto contínuo, desferiu-me um violento soco na cara, que me fez cair e bater com a nuca no chão (de cimento duro).

Fui agredido, depois, com socos, pontapés, e o arguido até usou uma cadeira como arma de agressão.

Partiu-me, com violência, uma cadeira na cabeça, zona vital e sensível! Isso provocou-me, como é óbvio, uma “pancada” na testa e fez-me sangrar abundantemente. Fui depois assistido e suturado no hospital Agostinho Neto.

Fale com o Arquitecto Hermano Lopes da Silva, Adilson Valadares e outros que me viram ainda em pleno hospital.

Tudo isso (a conduta do agressor) foi inteiramente captado pelas câmaras de videovigilância do restaurante, prova irrefutável constante do Processo, o que levou o arguido, embora a contragosto, a confessar e admitir os factos.

É por isso, refira-se, que o Relatório Médico-Pericial afirma, peremptoriamente, que o ofendido, Casimiro de Pina, “correu perigo de vida”. Percebe agora, ó seu “analista” de serviço?

Trata-se, deste modo, de um crime agravado, p. e p. no art. 129.º do Código Penal (ofensa qualificada à integridade), incluindo, como se explica, rigorosamente, no meu Recurso, severas circunstâncias agravantes. Não vou entrar agora em mais detalhes.

Através da Sentença do Tribunal da Praia (= Processo-Crime Comum Ordinário n.º 99/2022), bem fundamentada, o arguido foi condenado a 5 anos de prisão efectiva e ficou, também, em prisão preventiva, tendo em conta a sua perigosidade e o concreto perigo de fuga, recortados, diga-se, a partir dos factos constantes do processo-crime e devidamente provados.

O resto são mentirinhas de JAR.

Regozija-se com o “habeas corpus” decretado, recentemente, pelo Supremo?!

Ora, isso é mais um sinal da sua ignorância em matéria jurídica.

O nosso STJ deu, neste caso, um “tratamento diferenciado” ao arguido.

Foi um erro crasso, no mínimo. Uma decisão inconstitucional, arbitrária e sem nenhuma guarida no art. 18.º do Código de Processo Penal.

Em Portugal, perante uma Constituição da República e um CPP bastante semelhantes aos nossos, o Supremo Tribunal de Justiça (STJ-Pt) jamais admitiria isso.

A jurisprudência firme e constante do STJ-Pt vai, aliás, no sentido de que o habeas corpus não pode servir, em caso algum, para revogar sentenças ou medidas de coacção. Isso é inaceitável. É um exercício proibido.

É por isso que interpusemos, nos termos da lei, um Recurso no Tribunal Constitucional, cujo desfecho aguardamos serenamente, em defesa dos sagrados e indisponíveis Direitos, Liberdades e Garantias, a axiologia máxima desta II República. Símbolo da Sociedade Civilizada.

Assim se realiza o Estado de direito democrático. Não é com fraudes ou maquinações.

Internacional Cabo-verdiano reforça Benfica até final da época

Avançado Gilson Benchimol ingressa na equipa B do Benfica por empréstimo do Estoril Praia

A equipa B do Benfica agora passa a contar com o reforço do avançado internacional Cabo-verdiano, Gilson Benchimol, do Estoril Praia.

Segundo avançou o Club Sport Lisboa e Benfica, o avançado internacional Cabo-verdiano, de 21 anos, foi contratado por empréstimo do Estoril Praia e vai integrar a equipa B até ao final da época 2022/2023.

“Trago trabalho, muito trabalho, alguma experiência adquirida na Primeira Liga e muito esforço”, adiantou o jogador que prometo “dar tudo” e ajudar o novo clube ” também a marcar golos”.

Com contrato no Estoril Praia para até 2026, o Cabo-verdiano, já fez 26 golos em 20 jogos pelo Damiense e foi contratado pelo Estoril, tendo feito na presente temporada 16 jogos e uma assistência.

Governo prevê investir 324 mil contos no Município de Ribeira Grande Santiago até 2026 

Anúncio foi feito pelo Primeiro-Ministro que adiantou que esse investimento está enquadrado no âmbito do Programa Operacional do Turismo

O Primeiro-Ministro, que presidiu ontem, 31, a sessão solene comemorativa do Dia do Município da Ribeira Grande de Santiago, anunciou que o Governo vai investir 324 mil contos naquele Município até 2026.

Segundo Ulisses Correia e Silva, tal investimento se enquadra no Pograma Operacional do Turismo, POT, programa este que tem previsto várias intervenções a nível de infraestruturas, com destaque para requalificação da via Sé Catedral/Forte Real de São Filipe, a requalificação do caminho de acesso à Sé Catedral/Largo da Misericórdia.

Na ocasião, o Chefe do Governo realçou sobre a possibilidade de se posicionar Cidade Velha como um destino turístico especifico em Cabo Verde, e para tal, fala numa “forte aposta” na promoção de formação e qualidade dos serviços bem como nos investimentos públicos em curso, previstos e privados.

“Investimos em acessibilidades e iremos continuar a investir. A reconstrução e asfaltagem da estrada Cidade Velha/Salineiro/Santana é o exemplo de um investimento que beneficia as pessoas e a economia do Concelho” observou UCS, garantindo que no novo pacote de financiamento do Banco Mundial, “iremos reabilitar a estrada São João Batista Belém/Pico Leão”.

Segundo vincou “é mais um compromisso que irá ser cumprido”, pelo seu Governo.

Das intervenções feitas pelo Governo, naquele Município, o Chefe do Executivo destacou o reforço do sistema de abastecimentos de água para a população para produção e resiliência do setor agrário, como é o caso de adução de água dessalinizada Praia/Ribeira Grande, o reforço e produção de água dessalinizada para Cidade Velha, o reforço das ligações domiciliares de água para 180 famílias através de 16 km de rede em Bota Rama, Calabaceira, Santana, Pico Leão, Tronco e Salineiro.

A nível social, UCS destaca as medidas tomadas pelo Governo que beneficiem Ribeira Grande, como é o caso do Rendimento Social de Inclusão, no qual as famílias têm sido contempladas.

“De 2020 a 2022, foram beneficiadas 706 famílias com Rendimento Social Normal e Emergencial. Este ano, mais 85 idosos irão ser contemplados com Pensão Social, aumentando de 563 para 648 idosos com pensão. Assim como no domínio da inclusão social, com os subsídios para a frequência das crianças ao ensino pré-escolar, os apoios integrados a famílias, cuidados e assistência às famílias em situação de insegurança alimentar”, apontou o Chefe do Executivo.

No que diz respeitos aos jovens, UCS sublinhou sobre os programas de formação profissional e empreendedorismo, que tem contemplado os jovens e apontou que de 2019 a 2022, 685 jovens foram beneficiados com ações de formação profissional, entretanto, adiantou que a previsão para 2023, é atingir 366 jovens, incluindo os que transitam do ano anterior.

O PM também indicou que alguns investimentos previstos para este ano, como é o caso das obras do projeto de Ordenamento da Bacia Hidrográfica de São João Baptista, a serem arrancadas ainda este ano, um investimento “estruturante”, de 15 milhões de Dólares que segundo ele, permitirá aumentar a produção agrícola e o rendimento das famílias das comunidades de São João Baptista, nomeadamente, Pico Leão, Belém, Santana, Tronco, Alfarroba, Beatriz Pereira, Chã Gonçalves, Chã de Igreja e Gouveia.

Projeto Inclusão Produtiva já beneficiou 349 famílias na Cidade da Praia

Projeto permite às famílias terem acesso a rendimento e, com isso, terem acesso à educação, saúde, habitação, eletricidade, água e saneamento

Visando reforçar as potencialidades das famílias beneficiárias do RSI, que através de um conjunto de ações, procedimentos, instrumentos e mecanismos, em articulação com a área de emprego e formação profissional, possibilitando-as o exercício de atividades geradoras de rendimento, o projeto do Governo “Inclusão Produtiva”, financiado pelo Banco Mundial, já beneficiou 349 famílias na Cidade da Paia, na capacitação e desenvolvimento de projetos.

Ontem, terça-feira, só nesse mesmo Município, o Governo procedeu à entrega de kits e certificados a 44 beneficiários para começarem os seus negócios.

Na ocasião, o Ministro Fernando Elísio Freire, assinalou que o projeto está a decorrer “muito bem”, considerando-o como “um grande caso de sucesso”.

“As famílias que tiveram acesso a Inclusão Produtiva conseguiram desenvolver os seus negócios e deixaram de depender do Rendimento Social de Inclusão, o que é um bom sinal” reconheceu o titular da pasta da área social no Governo.

“Este projeto vai ser alargado a todos os 22 Municípios, já a partir de abril”, anunciou o governante, realçando que o Executivo está “focado” no seu objetivo de incluir todos, de uma forma produtiva, em que “todos os Cabo-verdianos se sintam úteis através do trabalho”.

O Projeto Inclusão Produtiva já beneficiou até agora, famílias nos vários Municípios, nomeadamente Santa Catarina de Santiago, São Salvador do Mundo, Calheta de São Miguel, Santa Cruz, Praia, São Filipe do Fogo, São Vicente, Ribeira Grande de Santo Antão e Porto Novo.

“Neste momento, em todo o País são cerca de duas mil famílias e o objetivo é aumentar dos 9 Municípios para todos os 22 e aumentar de duas mil para cinco mil famílias beneficiárias”, sustentou.

Seleção de Andebol feminina participa num torneio internacional em Portugal

Torneio vai decorrer de 2 a 5 de março

A Seleção Nacional sénior feminina é convidada a participar em março, num torneio internacional organizado pela sua congénere Portuguesa.

O anúncio foi feito pela Federação Cabo-verdiana de Andebol, FCA, que adiantou que para além da Seleção nacional, o torneio vai contar com a participação de mais três seleções Europeias, nomeadamente, Portugal, Espanha e Itália.

Os preparativos para a tornar possível a presença de Cabo Verde neste torneio estão a ser ultimado pela FCA.

A lista das convocadas será divulgada dentro de dias.

Quanto à orientação da Seleção, continua a cargo do treinador Fernando Fernandes.

Este torneio vai decorrer de 2 a 5 de março, na localidade de Batalha.

Atleta Cabo-verdiano é Campeão Europeu IBJJ 2033

Competição decorreu de 23 a 29 de janeiro, em Paris, França

O atleta Cabo-verdiano, José Luís Monteiro, conquistou o titulo de campeão no campeonato Europeu IBJJF 2023, European Jiu-Jitsu IBJJF Championship, na categoria de peso médio (82.3Kg).

Filho de pais Cabo-verdiano, José Luís Monteiro reside em Londres. É atleta representante do Cantagalo Jiu-Jitsu.

Nesta mesma competição que aconteceu em Paris, França, Cabo Verde também esteve representado por mais um atleta internacional ganhou duas medalhas de pratas, conquistando assim o título de vice-campeão da Europa na categoria peso pesado e Open Class.

Conforme recordou o IDJ, o internacional Cabo-verdiano, Yanick Duarte, natural de São Vicente conquistou o título de campeão Europeu, categoria peso Pesado, no “2022 International Master Europe IBJJF Jiu-jitsu championship”.

Esta competição do Campeonato Europeu IBJJF 2023, decorreu entre 23 a 29 de janeiro.

Casos ativos Covid-19 descem para 2

Há 3 recuperados de ontem para hoje

Cabo Verde tem, no momento, 2 casos ativos da Covid-19, após 3 recuperados, sendo 2 na Cidade da Praia, 1 em São Vicente, nas últimas 24 horas.

Em 13 amostras analisadas não há casos novos nesta terça-feira.