Cabo Verde deve sempre pensar em grande

Repto é do Ministro da Cultura e Indústrias Criativas e Ministro do Mar que destaca a boa performance de Cabo Verde na Expo Dubai

Abraão Vicente advertiu que o “maior erro” que um País pequeno como Cabo Verde pode cometer é “pensar limitado ao seu tamanho”, por isso vaticina que um País como o nosso deve “pensar em grande e agir em consequência”.

Esta posição do Ministro ocorre por ocasião da feira internacional que está a acontecer nos Emirados Árabes Unidos, em que Cabo Verde faz manchete por estes dias, com uma delegação presidida ao mais alto nível pelo Primeiro-Ministro, numa comitiva que integra precisamente o Ministro Abraão Vicente, o seu colega dos Negócios Estrangeiros, Rui Figueiredo Soares, de entre outras lideranças nacionais.

“Cabo Verde está destinado a quebrar as amarras do pensamento tacanho, mesquinho de narrar e se ver a si mesmo como um País de pobrezinhos e de coitados” escreve Vicente numa publicação na sua conta na rede social Facebook, observando que quem de fato quer contribuir para o desenvolvimento deste torrão “deve, cima de tudo, construir, libertar-se dos egos e das agendas pessoais”.

O Ministro constata que ao longo de 462 anos de percurso histórico, “já superamos muitas dificuldades”, daí advogar que “temos a obrigação moral de sonhar alto e trabalhar duro, focados na nossa meta maior” que é “desenvolver” Cabo Verde e “libertar” todos os Cabo-verdianos das “amarras da pobreza e de todas as suas consequências”.

Cabo Verde está na Expo Dubai com uma forte delegação cultural, fato apenas conseguido graças à credibilidade que o nosso País tem junto dos parceiros internacionais, sublinhou o Ministro. Abraão Vicente destaca a “excelente comitiva” de artistas made in Cabo Verde que em Dubai fizeram “uma mega promoção” deste nosso destino.

“O nosso pavilhão está à altura da dignidade que o País deve ter num evento desta envergadura”, elogiou, admitindo que o nosso País deixa uma “excelente impressão” a quem por lá passou.

“Pensamento e ação positiva em nome de Cabo Verde”, instou.

A parcialidade do Presidente da República

A parcialidade da posição do Presidente da República nos mediatos casos da imprensa e dos jornalistas é mais do que notória!

A declaração pública do Presidente – para além de inoportuna – é um apoio disfarçado à manifestação marcada dos jornalistas!

O Presidente da Republica apoia o lado que mais lhe apoia e que lhe tem prestado mais cobertura mediática e mais vassalagem.

O Presidente da República ao realçar a liberdade e a independência da imprensa e dos jornalistas e ao negligenciar a liberdade e a independência do poder judicial, estará a fazer, mesmo que indiretamente, uma apreciação negativa em relação a este poder. Dessa forma, o PR, conscientemente, toma parte e tenta proteger os jornalistas e deixa no ar a ideia que eles estão a ser atacados, ilegalmente, pelo Ministério Público. Esta atitude é perigosa e muito grave! Nessas situações, normalmente exige-se ponderação e equilíbrio! Porém, há outros motivos que para o Presidente têm prioridade.

Todos já viram que o Presidente da República está a falar demais! Está intervir demais! Vê-se claramente que ele não está a ter o recato constitucional exigido e opina sobre tudo o que se passa na sociedade!

E até opina sobre matéria de que nada percebe e que claramente se vê que falta-lhe boa assessoria!

Está com pressa! Está como um bombeiro que quer apagar todos os fogos. Ele quer passar a ideia de que ele é que manda no país! E ele fala como que se os jornalistas e os jornais foram já acusados, julgados e condenados. Senhor Presidente os jornalistas foram apenas declarados arguidos! Sabe o que isso significa? Não sabe! Porque se soubesse o que se significa o acto da constituição de um arguido, não interferia da forma que interviu! De certeza que não. Pergunte ao Dr. Eurico Pinto Monteiro o que significa a constituição de uma pessoa como arguido? Ele vai-lhe ensinar direitinho e assim pouparia a nação com a sua irrequieta e inoportuna intervenção!

Não meta em tudo, senhor Presidente. Não fale de tudo, senhor Presidente! Peça opiniões aos mais experientes! Porque se continuar a voar tanto assim, daqui a pouco ninguém vai levar-lhe a sério!

E sei que o PR não sabe o que rigorosamente significa a declaração e constituição de uma pessoa como arguido!

Não significa que se condenou alguém! Não senhor Presidente!

Estamos numa fase muito preliminar de um processo, estamos na fase de investigação e o senhor Presidente da República sai à rua e declara direito e espalha ruídos! Toma posição, contesta e toma partido? Afinal, o senhor está a condenar o Ministério Público por estar a investigar? Ele não pode investigar? E de resto o que é que o senhor tem a ver com essa função do Ministério Público? Essa instituição devia dar-lhe uma dura resposta! Porque o senhor está a intervir num assunto em que o senhor não deve intervir.

Só a inexperiência é que pode levar a uma atitude dessa! O senhor é ou não o Presidente da República?

É certo que os dois poderes (poder judicial e imprensa) são fundamentais para a democracia. Os dois poderes devem ter isenção e independência! Portanto, o senhor deve aguardar com serenidade o desenrolar dos processos. Nós não queremos a condenação dos jornalistas. Não, não queremos! Mas, também não queremos a pressão sobre o poder judicial! O que ele deve ou não deve investigar!

Cada um deve ter a independência imposta pela lei.

Contudo, nesta fase do processo, tão preliminar em que ele se encontra, não se esperava a intromissão grosseira por parte do Presidente da República em relação a uma decisão e competência de um outro órgão de soberania!

O senhor despreza o princípio da SEPARAÇÃO de poderes? Haja a separação de poderes e o respeito a todos os órgãos de soberania!

Finalmente um pormenor: a TCV chama sempre os mesmos juristas da oposição, para martelar no direito e ofender o Ministério Público! Isto é isenção?

Ministro do Mar saúda pescadores

Abraão Vicente envia um “grande abraço” a todos quantos se dedicam à pesca

Assinala-se hoje o Dia do Pescador, data celebrada pela comunidade piscatória em praticamente todas as Ilhas.

O Ministro do Mar, Abraão Vicente deixou uma mensagem aos profissionais deste setor, observando ser este um dia para “celebrar o valor” que se deve dar ao pescador.

Abraão Vicente destaca na sua mensagem que o mar “é nossa riqueza” e valoriza o esforço de todos quantos estão no ramo, sobretudo aqueles que diariamente se fazem ao mar para trazer o sustento para as famílias.

“Um grande abraço a todos os pescadores “, enviou o Ministro para quem celebrar este dia é também assinalar a “força do trabalho”, bem assim a “honra e dignidade” desta classe.

Papa alerta para terceira guerra mundial “em pedaços”

Santo Padre lamenta a “destruição” e adverte: “ou somos irmãos ou tudo desmorona”

O Papa Francisco alertou, na última sexta-feira, 4, para o que considera ser a terceira guerra mundial, que está a acontecer “em pedaços”, deixando rastos de pobreza e destruição.

Falando por ocasião do II Dia Internacional da Fraternidade Humana, o Pontífice alertou para a necessidade de se ultrapassarem conflitos e indiferenças. “Ou somos irmãos ou tudo desmorona” advertiu, observando que as suas palavras não são uma expressão “puramente literária sobre tragédia” mas sim “é a verdade”.

“Vemos isso nas pequenas guerras, nesta terceira guerra mundial em pedaços, como os povos são destruídos, como as crianças não têm o que comer, como a educação cai. É a destruição”, lamentou.

Francisco constata que o percurso da fraternidade “é longo e difícil”, mas aponta-o como a “âncora de salvação” para a humanidade.

“A fraternidade é um dos valores fundamentais e universais que devem ser a base das relações entre os povos, para que aqueles que sofrem ou são desfavorecidos não se sintam excluídos e esquecidos, mas acolhidos, apoiados como parte da única família humana. Nós somos irmãos”, destacou.

Segundo Francisco, “todos nós, compartilhando sentimentos de fraternidade uns pelos outros, devemos ser promotores de uma cultura de Paz, que incentiva o desenvolvimento sustentável, a tolerância, a inclusão, a compreensão mútua e a solidariedade”.

Alemanha regista mais 217.815 casos e 172 mortes nas últimas 24 horas

No total, o País já notificou mais de 10,8 milhões de infeções e 118 mil óbitos

A Alemanha reportou, este sábado, 172 mortes e 217.815 novas infeções por Covid-19, de acordo com os dados revelados pelo Instituto Robert Koch, RKI.

A taxa de incidência a sete dias é de 1.388,0 casos por 100 mil habitantes, acima dos 1.349,5 do dia anterior. Há uma semana este valor estava em 1.127,7.

Desde o início da pandemia, a Alemanha já contabilizou 10.889.417 contágios e 118.676 óbitos.

O RKI deu o número de pessoas recuperadas no sábado como 8.016.000.

Aeronave Francesa apoia Cabo Verde na busca de embarcação com pescadores desaparecidos

Embarcação de boca aberta de nome “Patrícia” está desaparecida desde 31 de janeiro com três pescadores a bordo, na travessia da Ilha de Santiago para Boa Vista

As autoridades Cabo-vedianas estão a ser apoiadas por uma aeronave da marinha Francesa, nas buscas da embarcação de nome “Patrícia” que desapareceu no final do mês passado com três passageiros a bordo.

De acordo com informações do Centro Conjunto de Busca e Salvamento IRCC, reproduzidas pela Agência Inforpress, trata-se da aeronave Falcon 50.

A embarcação, conforme informações do IRCC, desapareceu no dia 31 de janeiro, quando fazia a travessia Santiago – Boa Vista, por volta das 12:47.

O centro de busca assegurou ter recolhido informações junto de familiares de que o barco de pesca terá perdido a sua propulsão, mas foi avistada por volta das 22:30 ao largo de Ponta Cais, na Ilha do Maio, com destino à zona de Varandinha, na Ilha da Boa Vista.

PR discursa hoje na 35.ª sessão da conferência da União Africana, em Addis Abeba

José Maria Neves foi convidado a intervir na abertura da sessão como um dos chefes de Estado recém-Eleitos

O Presidente da República, José Maria Neves, discursa hoje na abertura da 35ª sessão ordinária da Conferência da União Africana a decorrer em Addis Abeba, na Etiópia, sob o tema “Contruindo Resiliência em Nutrição e Segurança Alimentar no Continente Africano: Reforçando a Agricultura, Acelerar o Capital Humano e o Desenvolvimento Socioeconómico”.

A informação foi avançada pela Presidência da República, numa nota remetida à Imprensa, na qual avança que José Maria Neves, que está a ser acompanhado nesta deslocação pela Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Miryan Vieira, foi convidado a intervir na abertura da sessão como um dos chefes de Estado recém-eleitos.

Entre os grandes pontos da agenda de trabalhos, destacam-se a “Paz e segurança” – com a apresentação de um relatório sobre a implementação do roteiro principal das medidas práticas para silenciar as armas no Continente-, a “Resposta da União Africana à Pandemia da Covid-19 em África e “A Mobilização de Financiamento para o Desenvolvimento e Integração no quadro da aceleração de recuperarão económica de África”.

Esta conferência de alto nível, que decorre 20 anos após a Conferência Inaugural, marca a passagem da Presidência da União Africana para o Senegal.

A cerimónia de abertura, que contará com os discursos do Presidente da Comissão da União Africa, Moussa Faki Mahamat, do Presidente da República Democrática do Congo e Presidente em exercício da União Africana, Felix Antoine Tshisekedi, e do Presidente da República do Senegal e novo Presidente em Exercício da União Africana, Macky Sall, contará com a participação do Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres.

Antes do encerramento do encontro, no domingo, ao final da tarde, os chefes de Estado e de Governo de África estarão a adotar as Decisões e Declarações desta 35ª Sessão Ordinária da Conferência da União Africana e a fixar a data e o local da próxima sessão.

A Cerimónia de encerramento, no final da tarde de domingo, será presidida por Macky Sall, Presidente da República do Senegal e Presidente em Exercício da União Africana.

Cabo-verdiano Zé Luís terá sido apontado ao Arsenal

Pelo menos é o que avança o portal Britânico TEAMtalk

O portal Britânico TEAMtalk avançou esta sexta-feira que Zé Luís erá sido apontado nos últimos dias ao Arsenal.

Segundo conta a mesma fonte, o jogador, que está sem clube depois de deixar o Lokomotiv Moscovo, estará também em conversações com equipas Turcas.

Sobre a proposta dos gunners sobre Zé Luís, o referido portal não dá indicação de qualquer abordagem, mas é recordado o interesse de há uns anos do Tottenham no dianteiro.

Além disso, os ingleses perderam recentemente Pierre-Emerick Aubameyang, o que pode levar o Arsenal a tentar a contratação de um novo avançado.

Líderes da União Africana discutem conflitos, golpes de Estado e Covid-19

Durante a cimeira, a Presidência rotativa da UA passará do Presidente da República Democrática do Congo, Felix-Antoine Tshisekedi, para o Presidente do Senegal, Macky Sall, e deverão ser eleitos os 15 novos Estados-membros do Conselho de Paz e Segurança da UA, dos quais cinco são eleitos por três anos e 10 por dois anos

Os chefes de Estado e de Governo da União Africana iniciam hoje em Adis Abeba, a cimeira anual, que deverá ficar marcada pela resposta do continente à covid-19 e à proliferação dos conflitos e golpes de Estado.

“Construir resiliência na nutrição no Continente Africano: Acelerar o capital humano e o desenvolvimento social e económico” foi o tema escolhido para 2022 pela organização de 55 Estados Africanos, que celebra este fim-de-semana 20 anos em que se reuniu em cimeira pela primeira vez, em Durban, na África do Sul, em julho de 2002, substituindo-se nesse evento à Organização da Unidade Africana. OUA, fundada em 25 de maio de 1963.

O tema escolhido espelha o agravamento da situação da segurança alimentar do Continente após dois anos de pandemia, mas entre os temas a discutir, estarão vários conflitos em curso no Continente, a começar pelo do Tigray, estado no norte da Etiópia, o País anfitrião da cimeira e sede da organização.

“Perante a gravidade dos crimes, a União Africana deve responder e agir no âmbito do seu mandato de prevenção e proteção, apelando a todas as partes beligerantes para que ponham termo aos abusos e pressionando o Governo [etíope] a levantar o seu cerco ao [estado de] Tigray”, sublinhou esta sexta-feira a Human Rights Watch (HRW).

“Entre os mais urgentes está o conflito na Etiópia, que mergulhou o País anfitrião da União Africana numa crise e incerteza política. (…) Encontrar uma solução pacífica será um teste crucial para a UA”, considera o Instituto para os Estudos de Segurança num artigo recente publicado pelo Relatório do Conselho de Paz e Segurança.

Steven Gruzd, Diretor do programa sobre Governação e Diplomacia Africana no Instituto Sul-Africano de Assuntos Internacionais, prevê que entre “pontos quentes” desta cimeira constará a crise política e social no Sudão ou a luta anti-terrorista, nomeadamente no norte de Moçambique, afirmou, em declarações à Lusa. “Em Moçambique, o grupo insurgente ligado ao Estado Islâmico, localmente conhecido como Al-Shebab ou Al-Sunna wa Jama’a, cometeu numerosos abusos graves, incluindo ataques indiscriminados contra civis, raptos, e violência sexual. As forças governamentais também têm sido implicadas em graves abusos, incluindo ameaças e uso ilegal da força contra civis”, recordou a HRW, sublinhando “o nexo entre segurança e responsabilidade”.

“Em muitos contextos, a falta de justiça para crimes graves – passados e presentes – pelas forças governamentais tem alimentado o recrutamento por grupos armados”, acrescentou a organização de defesa dos direitos humanos. “A União Africana deve repensar a sua abordagem antiterrorista e de contrainsurgência e colocar o Estado de direito e a justiça e a responsabilização na linha da frente, defende a Human Rights Watch.

Em declarações por telefone à Lusa desde Joanesburgo, a investigadora do ISS Liesl Louw-Vaudran disse acreditar que haverá “discussões sérias” sobre os recentes golpes de Estado no Continente, nomeadamente sobre o último bem-sucedido, no Burkina Faso. Mali, Guiné-Conacri, Chade, Sudão e Guiné-Bissau, numa tentativa fracassada, farão também parte dessas “discussões”.

Durante a cimeira, a Presidência rotativa da UA passará do Presidente da República Democrática do Congo, Felix-Antoine Tshisekedi, para o Presidente do Senegal, Macky Sall, e deverão ser eleitos os 15 novos Estados-membros do Conselho de Paz e Segurança da UA, dos quais cinco são eleitos por três anos e 10 por dois anos.

É também esperada uma decisão final sobre o Fundo de Paz da UA, que tem mais de 230 milhões de Dólares graças a contributos dos Estados-membros, mas cuja atribuição aguarda a definição de critérios, que tem sido adiada.

Cabo Verde terá “brevemente” um Cônsul Honorário em Dubai

Anúncio foi feito hoje pelo Primeiro-Ministro, durante o seu discurso no Cabo Verde Investment Forum, que decorreu em Dubai. UCS precisou ainda que o Governo está a trabalhar no sentido de se ter uma Embaixada de Cabo Verde num dos países do Médio Oriente

O Primeiro-Ministro anunciou hoje que Cabo Verde terá “brevemente” um Cônsul Honorário em Dubai. Ulisses Correia e Silva falara durante o seu discurso no Cabo Verde Investment Forum realizado hoje, em Dubai, onde segundo ele, apresentou o País “assim como ele é”.

Cabo Verde quer reforçar ainda mais as relações com os Emirados Árabes, por isso precisou o chefe do Governo, o País está a trabalhar no sentido de se ter uma Embaixada de Cabo Verde num dos países do Médio Oriente.

Já existem com os Emirados Árabes Unidos: Relações Diplomáticas desde jullho de 2006, Acordo Aéreo Bilateral, desde setembro de 2015, e estão em curso, Acordo Proteção e Promoção de Investimentos e Acordo para Evitar a Dupla Tributação. Contudo, segundo o Chefe do Executivo, o País tem “todo o interesse” em reforçar o diálogo político e diplomático e lançar as relações económicas e de investimentos com os Emirados Árabes Unidos.

Relativamente ao Fórum de hoje, o PM apresentou Cabo Verde como um País que satisfaz, de uma forma estrutural, requisitos importantes para os investidores, como estabilidade, segurança jurídica e confiança.

“Estamos a apostar forte na melhoria do Doing Business através da transformação digital, assim como temos um bom quadro de incentivos, pelo que desejamos o investimento. É com esta determinação que deslocamos a Dubai”, referiu.

Governo, empresários, instituições públicas e privadas Cabo-verdianos fizeram-se presentes no Fórum para contactos e abertura de portas para atração de turismo e investimentos e “juntos apostarmos no desafio de desenvolver Cabo Verde”.

“Temos em Dubai uma referência inspiradora, que se desenvolveu com base numa visão partilhada de longo prazo, investimento no conhecimento, inovação e tecnologia, cosmopolitismo e capacidade de execução”, precisou Ulisses Correia e Silva.