Capitalização da BVC atingiu valor recorde em 2021

Bolsa valia em final do ano transato 92 mil milhões de Escudos, resultando num aumento de 12,89% face a 2020. Informações foram avançadas pelo Presidente da BVC, Miguel Monteiro

A capitalização da Bolsa de Valores de Cabo Verde, BVC, aumentou 12,89% em 2021, face a 2020, atingindo um valor recorde de 92 mil milhões de Escudos, informou hoje o Presidente da instituição, Miguel Monteiro, que falava à imprensa, na cidade da Praia, para fazer o balanço do ano passado e perspetivar 2022.

“Acreditamos que este sucesso em muito se deve à nova política de aproximação dos agentes económicos”, disse, em declarações reproduzidas pela Agencia Lusa. Segundo esse responsável, entre junho e dezembro de 2021 foram realizados mais de 50 encontros personalizados com os principais agentes económicos do País, mais de 40 ações de formação em educação e literacia financeira.

Ainda em 2021, Miguel Monteiro avançou que a BVC lançou concursos para universitários e jornalistas e esteve presente em diversos eventos nacionais, regionais e internacionais, tudo enquadrado no Plano Estratégico 2021-2025.

 

Djokovic reage nas redes sociais: “Obrigado pelo apoio contínuo”

Tenista está retido na Austrália

O tenista Novak Djokovic reagiu nesta sexta-feira à sua situação na Austrália. O sérvio agradeceu as mensagens de apoio de todos os seus fãs.

“Obrigado às pessoas pelo mundo fora pelo vosso apoio contínuo. Eu consigo senti-lo e ele é extremamente apreciado”, foi a mensagem curta deixada por Djokovic nos ‘stories’ do Instagram.

Novak Djokovic foi barrado ao entrar na Austrália. O tenista não está vacinado e não lhe é reconhecida a ‘isenção médica’ que lhe foi atribuída. Está agora fechado num quarto de hotel enquanto se discute a sua deportação.

CAN’2022. Vagner Dias convocado

Avançado foi chamado para colmatar a ausência de Djaniny, que se lesionou durante um dos treinos da Seleção Nacional, na Praia

Vagner Dias é o mais novo convocado para representar Cabo Verde no CAN’2022, que arranca já no domingo, 9, nos Camarões.

O avançado, do Sion, foi chamado pelo Selecionador Nacional, Bubista, para colmatar a ausência, por lesão, do avançado Djaniny.

A Federação Cabo-verdiana de Futebol explica que tal alteração na lista é permitida a todas as Seleções quando um jogador tem uma lesão que impeça a participação no CAN, até 24h antes do seu primeiro jogo e, perante o relatório médico. “O Comité Médico da CAF avalia e decide se o pedido de substituição é aceite ou não”, precisou a FCF.

De realçar que Vagner Dias chega a Yaoundé neste sábado para se juntar à equipa Nacional.

 

INSP justifica atrasos dos resultados dos testes PCR com aumento de amostras diários

Neste momento só o laboratório de virologia da Praia está a receber mais de 800 amostras por dia e os técnicos estão a trabalhar até à meia-noite

A Presidente do Instituto Nacional da Saúde Pública, INSP, disse que o laboratório central de virologia da Praia está a receber mais de 800 amostras por dia para processar pela tecnica PCR-RT.

De acordo coma Maria da Luz Lima, que falava à RCV, esta é a principal causa que justifica o aumento do tempo de espera dos resultados.

Neste momento, acrescenta já está ativado um segundo laboratório para casos Covid-19,  mas, continuou, ainda assim a demanda é elevada para a capacidade resposta diária dos dois laborários.

À RCV, disse que a par da sobrecarga horária dos 10 técnicos dos dois laborários e que estão a trabalhar até meia-noite, há ainda o problema da falta de reagentes para o extrador automático e daí resulta que todo o procedimento é feito manualmente.

A Presidente do INSP está convencida que a situação vai melhorar com a chegada dos reagentes e o recrutamento de mais técnicos de laboratório.

 

Mindelense e Académica é jogo grande da 3ª jornada do campeonato em São Vicente

Partida está marcada para domingo, 9, às 16h00, no Estádio Adérito Sena

A terceira jornada do Regional de Futebol em São Vicente começa amanhã, sábado, mas é o jogo de domingo, 9, que marca a jornada.

Neste domingo, Mindelense e Académica defronta-se, às 16h00, no Estádio Adérito Sena, num clássico, que promete ser escaldante.

As duas equipas chegam a terceira jornada com os mesmos pontos, 6, fruto de dois triunfos conseguidos nos dois primeiros jogos.

Contudo, no sábado, o Batuque vai medir forças com Farense, e Derby joga com Castilho.

No domingo, a anteceder o clássico, Salamansa defronta Falcões do Norte

Na classificação, Mindelense, Batuque e Académica lideram com seis pontos. Farense e Derby têm 3, Salamansa, Falcões do Norte e Castilho continuam sem pontuar.

 

Parlamento diz sim à adesão de Cabo Verde à Convenção da União de Paris para a Proteção da Propriedade Industrial

Proposta foi aprovada por unanimidade dos Deputados

O Parlamento aprovou por unanimidade dos Deputados a proposta de resolução que aprova para adesão à Convenção da União de Paris para a Proteção da Propriedade Industrial, que estava a ser discutida esta quinta-feira, 6, na especialidade.

Para o Governo, na voz do Ministro do Comércio e Indústria, António Alexandre, é relevante a integração de Cabo Verde na comunidade internacional da propriedade industrial, com vista a garantir uma relação privilegiada entre os estados-membros, beneficiar dos programas de cooperação internacional neste domínio, bem como, assegurar aos criadores e operadores económicos nacionais, a proteçao e valorização das suas criações e seus ativos além-fronteira, assim como para as ambições que o País tem para os próximos anos.

Orlando Dias, Deputado do MpD, destacou a importância da referida proposta para Cabo Verde, sublinhando que Cabo Verde precisa industrializar-se, “produzir e exportar cada vez mais e de facto é preciso que estejamos alinhados com as normas internacionais, e isso irá permitir aquilo que temos de bom que é a nossa segurança jurídica, mas também vai reforçar a nossa credibilidade enquanto País e desta forma iremos atingir um objetivo importante”.

Por sua vez, Francisco Pereira, Deputado do PAICV partilhou da mesma opinião que Orlando Dias, acrescentando ainda que “Cabo Verde não foge à regra, de modo que, é extremamente importante assinar esta convenção”.

Já o Deputado da UCID, António Monteiro, salientou, de igual modo, a importância de Cabo Verde aderir à convenção, apontando a necessidade do Arquipélago se adequar à nova realidade na questão industrial, defendendo a necessidade de criação de condições a nível nacional para a promoção do setor industrial na diversificação da economia.

De realçar que nessa primeira sessão plenária de 2022, que ficou concluída ontem, foi inda aprovada a proposta que aprova, para adesão, o Protocolo de Banjul relativo ao registo de marcas, adoptado a 19 de novembro de 1993, com emendas sucessivas, última das quais de 23 de novembro de 2018, bem como outras como a que aprova o Acordo de Lusaka de 1976, para efeitos de adesão de Cabo Verde à Organização Regional Africana da Propriedade Intelectual (ARIPO) e a que aprova para adesão, o protocolo relativo ao Acordo de Madrid referente ao registo internacional de marcas, adoptado em Madrid no dia 27 de junho de 1989.

Nem mensagem, nem mensageiro!

Na sua mensagem aquando da promulgação do Orçamento de Estado para o ano 2022 e, quando ninguém esperava, eis que o Presidente da República (PR), ao seu estilo de querer liderar todas e todos, brinda os cabo-verdianos com recomendações sobre os méritos e deméritos do orçamento que, pasmem-se, já tinha sido aprovado pela Casa Parlamentar.

Para os incautos, trata-se de uma mera recomendação ou se quisermos de uma mensagem cheia de inquietudes, mas cujo objetivo era claro: passar a imagem de estar de fato a liderar o Governo, com recomendações imbuídas de poder tutelar inexistente no quadro constitucional em vigor.

Ao assumir uma posição messiânica em matéria de índole eminentemente económica, o PR correu um grande risco: o de, através de um contraditório fundamentado, a sua mensagem e posições, nesta área onde a contraparte tem um significativo aparato técnico, serem reduzidas a simples opinião ou, pior ainda, a pouco mais de uma doxa, como diriam os helénicos.

Senão vejamos: O PR disse por exemplo que: “com a aprovação do aumento do limite de endividamento interno, de três para 6%, Cabo Verde ficou ainda muito mais exposto aos problemas críticos da insustentabilidade da dívida pública, com todas as consequências daí advenientes, no futuro próximo”. Uma afirmação cheia de adornos e floreados, mas sem atrativos para contemplação e sem alcance económico conforme se demonstra de seguida.

Antes da pandemia, a divida pública estava claramente em sentido descendente e, tomando o ano 2019 como referência, a economia a crescer 5,7%, a inflação a situar-se em torno de 1,1%, a dívida pública, em termos do PIB, a situar-se em torno de 124% e o saldo global, em -2,4% do PIB.

Depois veio a Covid-19 e o resto da história é conhecida.

Na presente conjuntura, em que a economia precisa, desesperadamente, de liquidez, e   que o Estado consegue financiar-se internamente as taxas de juros em média, cerca de 1%, quando ajustadas pela inflação mostra que o mercado não está preocupado com a divida, mas sim com o andamento da economia. De fato, seria uma idiotice, na atual conjuntura não se aproveitar o aumento do limite do endividamento conseguido para injetar mais liquidez na economia e ajudar a recuperação económica.

Esta é uma receita keynesiana clássica que se aprende nos primeiros anos de economia: quando a economia está depressiva, os estímulos fiscais são a resposta certa, pois, na gíria keynesiana a” minha despesa é o rendimento do outro e a despesa do outro é meu rendimento”.

É o multiplicador keynesiano em ação.

Por outro lado, a questão da sustentabilidade de divida não se coloca neste momento pois, todos os dados indicam que o país não tem nem um problema de solvência nem de liquidez.

Se não temos problemas a este nível, porquê inventá-los?

Sobre a sustentabilidade da dívida e sem querer alongar numa matéria complexa, não querendo também deixar a impressão que a divida não é um problema, diria que há um consenso entre economistas, que quando a taxa de juro for inferior à taxa de crescimento sustentável da economia, a divida não é um problema no curto prazo sendo certo que ela não pode aumentar infinitamente.

Dito doutra forma, apesar do alto nível endividamento, ceteris paribus, o crescimento económico acabará por superar a divida, conforme se espera a partir de 2023 e, tudo indica, que Cabo Verde vai crescer acima ou muito perto do seu potencial nos próximos tempos.

Então qual o problema?

Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Lançar o alarme sobre a insustentabilidade da divida nesta conjuntura, parece-me desproporcional sobretudo quando se aponta “entre as consequências a falta de credibilidade externa para a contração de mais dívida externa” ou a outra ideia “zombie” de Cabo Verde estar “a hipotecar o futuro da sua população em favor do consumo de hoje”, uma posição cataclísmica da situação orçamental não sustentada por fatos rigorosos e fundamentados.

Na atual circunstância o futuro começa hoje e, contas feitas, o Estado precisa de gerar excedente primário em terreno positivo para estabilizar o rácio da divida PIB, nada impossível uma vez ultrapassada a fase pandémica que vivemos, tendo em conta que o saldo primário em percentagem do PIB foi de 0,2% em 2019, altura em que o rácio da divida em termos do PIB estava com declive descendente.

Duas outras passagens na mensagem do PR, que merecem a nossa reflexão, têm que ver, em primeiro lugar, com a afirmação segundo a qual: “do enorme peso do serviço da divida e as suas consequências”, quando se sabe que a divida externa, a parte substancial da divida publica, é maioritariamente concessional, o rácio serviço da divida externa /exportações situou-se em torno dos 6% e os juros do serviço da divida externa em 1% do PIB em 2019. Como alguém me disse, noutro dia, e muito bem “cada um tem direito à sua opinião, mas não aos seus próprios fatos”.

Ainda, a propósito dessa ideia peregrina do PR sobre a divida provocar: “um enxugamento da liquidez”, afinal o que quer dizer? Se a divida é externa, nesse caso o efeito é o contrário por causa do regime cambial de paridade fixa e liberdade de circulação de capitais. Se o Estado emite obrigações internamente, seguramente, serão os bancos o INPS a adquiri-las. Neste caso, quando o Estado pagar, com as receitas das obrigações, as despesas que incorre, essa liquidez volta de novo ao sistema bancário, engrossando os depósitos das empresas. Em ambos os casos a massa monetária, M2, (dinheiro em sentido lato) seguramente aumentará. A isto chama-se o multiplicador monetário a funcionar. Certo?

Mais duas notas só para finalizar: Essa de: “mais de metade dos impostos que os cabo-verdianos pagarão em 2022 será utilizada para a amortização e o pagamento de juros da dívida soberana”, não é exclusivamente para o pagamento das dívidas contraídas no Governo de José Maria Neves, hoje Chefe de Estado? Afinal não foi no seu governo que se privilegiou o “crescimento extensivo”, em circulares, anéis rodoviários incompletos e estradas numa ilha com custo médio de 4 milhão de euros por Km2?

Por último, o que o PR quis dizer com “ou falta de um quadro macroeconómica e macro-fiscal alternativo,” ou “a falta de recursos para os investimentos imprescindíveis e/ou absolutamente necessários” que considera ser uma falha grave? Que quadro alternativo e que investimentos imprescindíveis são esses?

Termino dizendo que às vezes pode ser mais conveniente “ser peixe médio num lago pequeno do que peixe grande num largo oceano”.

Luís Carlos Silva

Deputado da Nação

CAN’2022. Cabo Verde quer passar fase de grupos, apesar da pandemia

Essa expetativa foi expressa pelo Selecionador, Bubista, sublinhando que a nossa Seleção está num “grupo difícil (…), mas podemos bater-nos de frente com qualquer equipa”

Cabo Verde quer ultrapassar a fase de grupos da 33.ª Taça das Nações Africanas que arranca no domingo, 9, nos Camarões, apesar dos muitos casos de infeção com o coronavírus que assolaram a equipa, disse o Selecionador Nacional.

“Neste momento há um certo entusiasmo e a nossa primeira ideia é fazer tudo e mais alguma coisa para tentar ultrapassar a primeira fase”, traçou Pedro Leitão Brito ‘Bubista’, em declarações à agência Lusa.

Cabo Verde está no Grupo A, no qual tem como adversários Etiópia, Burkina Faso e os anfitriões dos Camarões. Para Bubista, de 52 anos, trata-se de um “grupo difícil”, quanto mais não seja porque conta com a equipa da casa, e considera que as outras duas são muito competitivas, mas mantém o objetivo de chegar à fase a eliminar “jogo a jogo”.

Apesar de ter ainda alguns jogadores que já disputaram CAN e qualificações, o selecionador reconheceu que a Seleção Cabo-verdiana está neste momento numa fase de renovação, com a entrada de jogadores jovens, mas igualmente com qualidade. “Estamos bastante esperançosos que a nossa equipa tem condições, desde que tudo esteja em ordem”, manifestou.

Bubista que está na Cidade da Praia, em isolamento, depois de ter testado positivo à Covid-19, assim como alguns jogadores, espera estar negativo nos próximos dias e poder assim juntar-se à equipa nos Camarões. “As dificuldades são muitas, mas podemos bater-nos de frente com qualquer equipa”, disse Bubista, considerando que preparar a participação na maior prova de Seleções em África em contexto de pandemia tem sido uma “experiência incrível”, com modificações a acontecer praticamente todos os dias, e tendo, por exemplo, ficado sem guarda-redes por um período.

“É uma experiência muito grande em todos os aspetos”, reconheceu o treinador, esperando ter todos os jogadores disponíveis para apresentar a melhor seleção no arranque da prova, já no domingo, contra a Etiópia.

Nas Filipinas os não vacinados podem ser presos

Manila e várias outras regiões do País apertaram as restrições de combate à Covid-19, incluindo o isolamento dos não vacinados, num momento em que as infeções triplicaram nos últimos três dias

Perante o aumento de infeções devido à variante Ómicron, o Presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, ameaçou com prisão os não vacinados que não cumpram o confinamento imposto.

“Visto ser uma emergência nacional, é a minha posição que podemos deter [os não vacinados]”, disse o governante, esta quinta-feira. “Estou a dar ordens [às autoridades] para procurar aqueles que não estão vacinados e pedir-lhes, ou obrigá-los, a ficar em casa. Se recusarem e andarem pela comunidade, podem ser presos”, acrescentou.

Recorde-se que Manila e várias outras regiões do país apertaram as restrições de combate à Covid-19, incluindo o isolamento dos não vacinados, num momento em que as infeções triplicaram nos últimos três dias.

Menos de metade da população está inoculada contra o SARS-CoV-2, – 45% dos 110 milhões de habitantes -, pelo que Duterte se mostrou “perplexo” com a falta de adesão. “Se não és vacinado, colocas toda a gente em risco”, reiterou, relembrando que a Covid-19 avança a um ritmo “galopante na comunidade, no País e no mundo.”

Na quinta-feira, as Filipinas registaram 17.220 contágios, o maior número desde 26 de setembro. Cerca de 2.9 milhões de pessoas já foram infetadas e 52 mil morreram no País desde o início da pandemia, o que o torna o segundo com maior número de infeções e de mortes no Sudeste Asiático, logo após a Indonésia.

Com Notícias ao Minuto

CAN’2022. Seleção Nacional realizou ontem primeiro treino nos Camarões

No Aeroporto Internacional de Yaoundé foram realizados testes rápidos de despistagem à Covid-19 tendo acusado positivo os jogadores João Paulo Fernandes e Nenass, que aguardam os resultados dos testes PCR

A Seleção Nacional de futebol realizou ontem, horas depois de ter chegado aos Camarões, o primeiro treino, no anexo do Estádio Olémbe.

O treinador-adjunto, Humberto Bettencourt que lidera a equipa, nos Camarões, na ausência do Selecionar Bubista, que está em isolamento, na Praia, infetado com Covid-19, contou com Marcio da Rosa, Roberto Lopes, Steven Fortes, Stopira, Delmiro Nasimento, Diney Borges, Dylan Tavares, Jeffry Fortes, Steve Furtado, Jamiro Monteiro, Kenny Rocha, Nuno Borges, Patrick Andrade, Garry Rodrigues, Willy Semedo, Gilson Tavares e Keven Ramos. Este último que nas últimas horas, antes da partida da Seleção para Yaoundé testou negativo, e seguiu viagem com a equipa.

A Federação informou ainda que no Aeroporto Internacional de Yaoundé foram realizados testes rápidos de despistagem à Covid-19 tendo acusado positivo os jogadores João Paulo Fernandes e Nenass.

Os dois elementos da comitiva foram transportados para o hospital para a realização de testes PCR, e permanecem ali à espera dos resultados.

A Seleção volta a treinar hoje às 20h00 (18h00 em Cabo Verde) no mesmo local de ontem.