Separação de poderes, autonomia do Ministério Público e o sentido constitucional dos mandados judiciais

A divulgação de um mandado de busca e apreensão não domiciliária, emitido pelo Ministério Público no âmbito de um processo penal regularmente instaurado, deu azo a leituras politizadas e juridicamente infundadas, que procuram associar atos próprios da função jurisdicional ou da ação penal a pretensas instruções do Governo ou do poder político. Importa, por isso, repor a questão no seu plano correto: o plano constitucional e jurídico-institucional.

1. O princípio da separação e interdependência de poderes

A Constituição da República de Cabo Verde consagra, como pilar estruturante do Estado de Direito democrático, o princípio da separação e interdependência de poderes, distinguindo claramente as funções legislativa, executiva e jurisdicional.

Neste quadro:

• os tribunais exercem a função jurisdicional de forma independente;
• o Ministério Público goza de autonomia própria, estando vinculado exclusivamente à Constituição e à lei;
• o Governo não dispõe de qualquer poder de direção, instrução ou tutela sobre juízes ou procuradores.

Trata-se de uma opção constitucional consciente, precisamente para afastar modelos autoritários ou concentracionários de poder, característicos de regimes não democráticos.

2. A autonomia do Ministério Público

O Ministério Público não é um órgão governamental, nem um prolongamento do poder executivo. É um órgão de justiça, com estatuto constitucional próprio, incumbido de:

• exercer a ação penal;
• defender a legalidade democrática;
• representar o Estado e os interesses públicos legalmente protegidos.

Os seus magistrados atuam no quadro de processos concretos, com base em normas legais expressas, como sucede no mandado em causa, que invoca de forma clara os artigos aplicáveis do Código de Processo Penal.

Não existe, nem pode existir num Estado de Direito, qualquer interferência do Governo ou do Presidente da República na decisão de investigar, diligenciar, buscar ou apreender.

3. O mandado judicial como ato de legalidade, não de política

Um mandado de busca e apreensão é um ato jurídico-processual, sujeito a requisitos legais estritos, controlo jurisdicional e responsabilidade funcional.

Não é um ato político. Não é um ato governativo. Não é um instrumento de disputa partidária.

A tentativa de politizar diligências judiciais revela, no mínimo, uma incompreensão grave do funcionamento do Estado constitucional e, no limite, uma perigosa erosão da confiança nas instituições.

4. O risco do retrocesso institucional

As narrativas que procuram insinuar que o Ministério Público age por ordens políticas não são neutras. Elas remetem para uma visão ultrapassada do poder, própria de contextos históricos em que:
• não havia autonomia da ação penal;
• não existia verdadeira independência judicial;
• a legalidade cedia perante a conveniência política.

Ora, a democracia constitucional existe precisamente para impedir esse regresso.

5. Consideração final

Num Estado de Direito democrático:
• os tribunais aplicam a lei;
• o Ministério Público investiga e promove a ação penal;
• o Governo governa, dentro dos limites constitucionais.

Misturar estas funções, confundi-las ou instrumentalizá-las é negar os fundamentos do constitucionalismo moderno.

A defesa da autonomia do Ministério Público e da independência dos tribunais não é defesa de governos nem de maiorias políticas.
É defesa da Constituição, da legalidade e das garantias de todos os cidadãos.

Tudo o resto é ruído — e o Estado de Direito não se constrói com ruído, mas com instituições fortes, respeitadas e juridicamente compreendidas.

Ministério Público apreende terrenos do Complexo Babilónia durante buscas na Câmara Municipal da Praia

Na sequência das buscas de ontem, o Ministério Público confirmou a apreensão de vários terrenos municipais, no âmbito de uma investigação criminal em curso por suspeitas de crimes económicos e contra o património público

Segundo nota oficial da Procuradoria-Geral da República (PGR), a investigação decorre no Departamento Central de Ação Penal e envolve indícios da prática dos crimes de falsificação de documentos, participação ilícita em negócio, defraudação de interesses públicos patrimoniais e corrupção ativa e passiva.

Entre as apreensões confirmadas está o terreno onde se encontra edificado o Complexo Babilónia, localizado na zona da Prainha, bem como outros cinco terrenos situados nas localidades da Cidadela e de Palmarejo Grande. As apreensões estão relacionadas com alegadas irregularidades no processo de dação em cumprimento desses imóveis.

De acordo com a PGR, estas diligências resultam de novas denúncias apresentadas ao Ministério Público, que reforçam suspeitas já sob investigação desde janeiro de 2024, após uma denúncia inicial feita por um inspetor da Inspeção-Geral das Finanças.

No âmbito da operação de ontem, o Ministério Público realizou buscas na Direção Financeira e Patrimonial da Câmara Municipal da Praia, situada na localidade da Fazenda, e também nos Paços do Concelho, no Platô.

Na Direção Financeira e Patrimonial, as diligências decorreram com normalidade e colaboração dos funcionários, tendo sido apreendidos documentos considerados relevantes para a investigação.

Já nos Paços do Concelho, o Ministério Público refere ter encontrado todas as portas fechadas e os funcionários afastados dos seus postos de trabalho. Um guarda no local informou que teria recebido ordens expressas do Presidente da Câmara Municipal para não abrir as portas. O Presidente substituto foi chamado ao local, mas manteve a mesma posição, recusando a entrega das chaves.

Perante a situação, o magistrado do Ministério Público ordenou o arrombamento de um portão lateral de ferro, o que permitiu o acesso ao edifício e, em particular, ao gabinete do Presidente da Câmara Municipal, onde foram igualmente apreendidos documentos com relevância probatória.

A operação foi presidida pelo Ministério Público, com a coadjuvação da Polícia Nacional, e contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal da Praia substituto, vereadores, a secretária municipal, diretores de serviços e advogados.

A PGR esclarece ainda que as buscas não domiciliárias podem ser ordenadas diretamente pelo Ministério Público, nos termos da lei, e sublinha que os processos continuam em investigação e permanecem em segredo de justiça.

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Última hora. Francisco Carvalho simulou o fecho do Mercado e da Câmara Municipal

Última Hora. Francisco Carvalho pode ser acusado de cárcere privado

Última Hora. Francisco Carvalho pode ser acusado de cárcere privado

A decisão política — e não judicial — de fechar o Mercado Municipal da Praia e outras instalações municipais, confessadas em vídeo pelo Presidente da Câmara, não teve qualquer respaldo na Justiça, tal como confirmou fonte de alto nível do sistema judicial.

Pelo contrário: ao encerrar as portas enquanto cidadãos se encontravam lá dentro a fazer compras, de forma completamente inocente, a medida pode configurar  crime  previsto no Código Penal: cárcere privado.

Cidadãos impedidos de circular livremente

O encerramento abrupto de portas e a restrição da circulação de pessoas, sem ordem judicial e sem fundamento legal, significa que cidadãos foram temporariamente privados da sua liberdade de movimentos, ficando impedidos de sair do espaço comercial onde se encontravam.

Especialistas em direito penal consultados sublinham que qualquer ato consciente que impeça a saída de pessoas de um local fechado constitui privação da liberdade, independentemente da duração ou da intenção alegada.

Inclusive, há relato de crianças que iam para escola que tiveram de ser retiradas por cima do portão, bem como as suas mochilas que foram arremessadas

A moldura penal: o que diz a lei

O Código Penal de Cabo Verde, no artigo sobre privação da liberdade (cárcere privado), estabelece que:

Quem, sem autorização da lei, prender, deter ou de qualquer forma privar alguém da liberdade é punido com pena de prisão de até 3 anos.

Caso o ato seja cometido com abuso de autoridade pública, a moldura penal agrava-se, podendo ultrapassar os 3 anos.

Ou seja, um titular de cargo público que ordene ou provoque o encerramento de portas com pessoas dentro incorre em responsabilidade penal agravada.

Uma encenação com consequências criminais

As novas informações desmentem totalmente a narrativa de perseguição judicial e apontam para uma manobra política fabricada para produzir vitimização pública.

No entanto, essa encenação teve efeitos reais sobre cidadãos reais, que ficaram involuntariamente aprisionados num espaço municipal — um facto que a lei trata com extrema gravidade.

De manhã, a justiça apenas esteve no espaço bombeiros, na Fazenda a solicitar documentos e, face à recusa, procedeu a buscas.

Não ordenou o fecho do Mercado, nem da Câmara Municipal, nem das Delegações.

O caso pode agora ultrapassar o campo político

A decisão de fechar portas sobre cidadãos, deliberadamente ou por negligência grosseira, abre a porta a responsabilidade criminal, incluindo:

– Cárcere privado

– Abuso de poder

– Atos atentatórios à liberdade individual

O País CV continuará a acompanhar este caso que, pela sua gravidade, poderá marcar um precedente na relação entre poder político, instituições e direitos fundamentais.

MpD abre Ano Político 2025/26 com homenagem a José Filomeno em Assomada  

Em São Vicente, a abertura do Ano Político decorre hoje, no Mindel Hotel

O Movimento para a Democracia (MpD) realiza este sábado, 13 de dezembro, a abertura oficial do Ano Político 2025/26, num evento marcado por uma homenagem a José Filomeno.

A cerimónia central decorre na rua pedonal de Assomada, em Santa Catarina, e será presidida pelo líder do MpD, Ulisses Correia e Silva.

As atividades arrancam às 10h com uma jornada desportiva no Polidesportivo de Cruz Grande, envolvendo equipas de futsal e andebol de Santiago Norte e Sul.

O ato político principal acontece às 14h, ao lado da Caixa Económica, reunindo dirigentes, militantes e simpatizantes.

Em São Vicente, a abertura do Ano Político decorre hoje, no Mindel Hotel, a partir das 19h, igualmente presidida por Ulisses Correia e Silva e com a participação do sistema MpD da Ilha.

Segundo o partido, a iniciativa pretende reforçar o compromisso com o desenvolvimento do País, valorizar a militância e projetar as prioridades políticas para o próximo ciclo.

PGR tenta aceder ao edifício dos Paços do Concelho da Praia após diligências noutras instalações municipais

São novos episódios do caso desta sexta-feira, que envolve a Câmara Municipal da Praia

A Procuradoria-Geral da República realizou, nesta sexta-feira, várias diligências em diferentes serviços da Edilidade na Praia, no âmbito de investigações ainda não detalhadas publicamente. Depois das ações iniciais, elementos da PGR deslocaram-se ao edifício dos Paços do Concelho, onde tentaram obter acesso às instalações.

Até ao momento, não há confirmação oficial sobre se a equipa conseguiu efetivamente entrar no edifício do Paços do Concelho. Fontes no local relataram apenas movimentações de elementos da PGR e algum reforço da presença policial.

O Presidente da Câmara Municipal, ausente da Ilha de Santigo (e não do País como antes referido), confirmou ter suspenso “todos os serviços” da Autarquia, assumindo que houve uma invasão da Câmara Municipal que “está parado” nesta sexta-feira. “Temos a Câmara Municipal da Praia invadido pela PGR com braço armado da polícia”, disse num vídeo que está a circular nas redes sociais.

Fonte da PGR, confirma, entretanto, não ter havido nenhuma ordem judicial para fechar o edifício da Câmara Municipal do Platô nem o Mercado Municipal, que foram ordens do próprio Francisco Carvalho que tenta vitimizar-se publicamente.

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Polícia Nacional apreende 34 motociclos e 16 bicicletas por manobras perigosas no Sal

As ações ocorreram após denúncias de moradores sobre condutores a realizar manobras perigosas, acelerações bruscas e circulação em velocidade excessiva, colocando em risco a segurança de transeuntes e outros veículos

O Comando Regional do Sal da Polícia Nacional anunciou a apreensão de 34 motociclos e 16 bicicletas durante operações de fiscalização rodoviária realizadas nos últimos três meses na Cidade de Espargos.

As ações ocorreram após denúncias de moradores sobre condutores a realizar manobras perigosas, acelerações bruscas e circulação em velocidade excessiva, colocando em risco a segurança de transeuntes e outros veículos.

Durante as operações, vários condutores foram identificados e autuados por infrações ao Código da Estrada.

A Polícia Nacional reforça que continuará a intensificar ações de fiscalização focadas na prevenção de acidentes e na promoção de uma circulação segura, apelando à colaboração contínua da comunidade para garantir a segurança rodoviária.

Última hora. Francisco Carvalho simulou o fecho do Mercado e da Câmara Municipal

Contrariamente à informação inicialmente difundida, a Justiça não ordenou o encerramento da Câmara Municipal da Praia nem do Mercado Municipal. A revelação é feita por fonte de alto nível da Justiça, que desmonta a narrativa de alegada perseguição judicial promovida pelo Presidente da Câmara Municipal da Praia.

Segundo as informações apuradas, a Polícia Judiciária e a Procuradoria da República deslocaram-se apenas ao edifício municipal da Fazenda para solicitar documentação. Perante a recusa de entrega voluntária dos documentos, a Justiça avançou, como a lei prevê, com buscas judiciais nesse edifício específico.

Durante o decurso das diligências, terá sido dada uma ordem — atribuída ao Presidente da Câmara, que se encontra fora do país — para que os funcionários abandonassem os edifícios municipais, criando deliberadamente um cenário de paralisação institucional.

A situação agravou-se quando começaram a acorrer ao local várias pessoas externas, incluindo dirigentes partidários, o que levou as autoridades a determinar, por razões de segurança e ordem pública, que ninguém entrasse ou saísse temporariamente do edifício.

Fontes judiciais são perentórias:
👉 não houve ordem judicial para fechar a Câmara Municipal do Plateau nem o Mercado Municipal;
👉 o encerramento desses espaços resultou de uma decisão política interna, com o objetivo de criar vitimização pública e mobilizar apoio popular, nomeadamente das vendedoras do mercado, contra a Justiça.

A manobra, segundo a mesma fonte, visa transformar um procedimento judicial normal numa crise política artificial, colocando a Justiça no banco dos réus e desviando o foco do essencial: a investigação em curso.

A Justiça limita-se a cumprir a lei. A encenação não partiu dela.

Notícia atualizada às 13:37

Mau tempo mantém-se. INMG alerta para vento forte e mar muito agitado até domingo

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Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica alerta para rajadas de vento que podem chegar a 60 km/h e ondas com até 5,5 metros de altura

O Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica (INMG) informou que as condições meteorológicas adversas no Arquipélago vão manter-se entre esta sexta-feira e sábado, com previsão de vento forte e mar muito agitado em todas as ilhas.

Segundo a atualização divulgada pelo instituto, haverá vento forte de nordeste, variando entre 39 e 49 km/h, com rajadas que podem atingir os 50 a 60 km/h. As ondas, inicialmente com alturas entre 2,0 e 4,0 metros, deverão aumentar para valores entre 2,5 e 5,5 metros ao longo da manhã de sábado, provenientes dos quadrantes nordeste e noroeste.

Para domingo, 14, o INMG prevê uma diminuição gradual da intensidade do vento, embora o estado do mar permaneça muito agitado, mantendo riscos significativos para a navegação e atividades costeiras.

O instituto reforça a necessidade de redobrar os cuidados, sobretudo nas atividades no mar, nas zonas costeiras e em áreas de maior altitude, apelando à população e às embarcações que sigam as recomendações de segurança durante este período de instabilidade.

Governo publica Plano de Carreiras, Funções e Remunerações do INSP

Publicação do PCFR representa o cumprimento de mais um compromisso assumido com os profissionais de saúde e integra um pacote legislativo mais amplo destinado a melhorar as condições laborais em todo o setor

O Governo aprovou e publicou o Plano de Carreiras, Funções e Remunerações (PCFR) do quadro privativo do Instituto Nacional de Saúde Pública (INSP), através da Portaria Conjunta n.º 44/2025.

O diploma consta do Boletim Oficial n.º 125, I Série, de 11 de dezembro de 2025.

De acordo com o Executivo, a publicação do PCFR representa o cumprimento de mais um compromisso assumido com os profissionais de saúde e integra um pacote legislativo mais amplo destinado a melhorar as condições laborais em todo o setor. O conjunto de medidas abrange médicos, enfermeiros, técnicos de diagnóstico e terapêutica, auxiliares de saúde e demais classes profissionais.

A mesma fonte destaca que o novo instrumento garante direitos e deveres dos trabalhadores, ao mesmo tempo que cria um ambiente mais favorável ao desempenho profissional. “O PCFR estabelece regras claras para a progressão e evolução na carreira, de forma equitativa e baseada no mérito, reforçando a estabilidade e valorização dos recursos humanos”, adianta o Executivo.

A aprovação do plano insere-se ainda no programa do Governo para a X Legislatura e acompanha o crescimento e fortalecimento do INSP nos últimos anos, cuja contribuição tem sido determinante para o reforço do Sistema Nacional de Saúde.

Com esta medida, o Governo reafirma o compromisso com a modernização do setor, a motivação dos profissionais e a melhoria contínua dos serviços de saúde prestados à população.

Olavo Correia defende preparação dos jovens para serem “cidadãos globais” com domínio do digital

VPM destacou que a grande missão do Governo é formar jovens com competências tecnológicas, domínio de línguas e atitude competitiva

O Vice-Primeiro-Ministro e Ministro das Finanças e do Fomento Empresarial, Olavo Correia, afirmou esta quinta-feira, na Cidade da Praia, que Cabo Verde deve preparar os seus jovens para serem “cidadãos globais”, capazes de competir em qualquer parte do mundo e com forte domínio das tecnologias.

O Governante falava durante a cerimónia de acolhimento dos 44 jovens recém-licenciados selecionados para a 17.ª edição do programa de estágio profissional do NosiAkademia.

Olavo Correia destacou que a grande missão do Governo é formar jovens com competências tecnológicas, domínio de línguas e atitude competitiva. “Independentemente de onde estejam, devem ser capazes de competir com qualquer jovem no mundo. Por isso, o conceito mais importante hoje é a excelência”, afirmou.

O Ministro sublinhou que a transformação digital é hoje a chave para reforçar setores estratégicos como a segurança, o turismo e a mobilidade, criando também novas oportunidades qualificadas no País. Destacou ainda que os avanços tecnológicos permitem que muitos jovens trabalhem remotamente para empresas internacionais sem deixarem Cabo Verde.

Segundo Olavo Correia, o País dispõe de talento suficiente para produzir soluções digitais que antes apenas eram adquiridas no exterior.

O Governante realçou ainda o impacto da formação promovida pelo NosiAkademia, que apresenta uma taxa de empregabilidade superior a 80%. “Por cada 10 jovens formados, oito conseguem emprego”, afirmou.

A edição deste ano do NosiAkademia acolhe 44 estagiários, sendo 22 mulheres e 22 homens, reforçando o compromisso do programa com a inclusão e a igualdade de oportunidades.