Fazenda de Esperança agora pode receber mulheres para recuperação

Governo disponibilizou o complexo São Jorginho para a instalação de uma Casa de Esperança para as jovens mulheres

A Fazenda de Esperança agora vai poder receber as mulheres com problemas de alcoolismo ou de outras drogas que querem se recuperar do vício. É que o Governo de Ulisses Correia e Silva, colocou à disposição da Fazenda o complexo São Jorginho para a instalação de uma Casa de Esperança para as jovens mulheres. Uma possibilidade, para a Fazenda de Esperança estender a sua atividade às mulheres.

O Primeiro-Ministro fez essa afirmação ontem, na Cidade da Praia, durante a homenagem à Fazenda de Esperança e às Tendas El-Shaddai. UCS galardoou as duas instituições com o Grau da Medalha de Mérito Altruístico, pelo trabalho que vêm desempenhado, mas também como um estímulo para que continuem a fazer este “nobre trabalho” na recuperação de jovens.

“Queremos que sirva como um incentivo também para todos os jovens de Cabo Verde, aqueles que precisam e apoio e de uma mão amiga”, precisou o Chefe do Governo.

De realçar também que o Governo decidiu atribuir uma pensão mensal, de 75 mil Escudos ao responsável das Tendas El-Shaddai, Honório Fragata, como reconhecimento pela sua entrega e dedicação em prol de muitos jovens.

Cabo Verde prepara retoma do turismo com formação de 2.500 profissionais

Formação enquadra-se no âmbito do Plano de Renascimento do Turismo, preparando a retoma da atividade após a crise provocada pela pandemia de Covid-19

Cerca de 2.500 profissionais do setor turístico em Cabo Verde estão a ser formados, no âmbito do Plano de Renascimento do Turismo, preparando a retoma da atividade após a crise provocada pela pandemia de Covid-19, foi hoje anunciado.

De acordo com informação divulgada pelo Ministério do Turismo e Transportes, a medida visa mitigar os efeitos da crise económica “no curto prazo” e preparar a retoma do setor, que garante 25% do Produto Interno Bruto do país, com ações de formação em várias atividades e em todas as Ilhas.

Na mesma informação é explicado que já foram feitas formações de 253 guias de turismo em línguas estrangeiras, história e cultura de Cabo Verde, ainda 204 guias foram certificados em segurança sanitária, assim como 34 consultores sanitários, neste caso para “criar competências nacionais” em matéria de prevenção da covid-19.

Além disso, trabalhadores de 501 empresas de áreas como hotelaria, restauração, táxis e transportes, essencialmente nas Ilhas turísticas do Sal e da Boa Vista, foram capacitados em segurança sanitária, com “o objetivo de lhes ser atribuído o selo ‘Bio&Safe’ envolvendo mais de um milhar de colaboradores”.

“Na essência, o fim último que se pretende com este programa de capacitação é a preparação do País para retoma do turismo, num contexto de maior concorrência com outros destinos e em que a qualidade e a segurança ganharão peso na decisão de quem viaja”, assegura o Ministério do Turismo e Transportes.

Acrescenta que “em carteira” está ainda um plano de formação que vai abranger mais 1.772 profissionais em todas as Ilhas, incluindo os polícias de fronteira, trabalhadores dos aeroportos internacionais, guias de turismo e animadores, chefias intermédias dos hotéis ou agentes das agências de viagens e turismo, entre outros.

Estas ações de formação têm financiamento do Fundo do Turismo, do Banco Mundial e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, em parceria com a Escola de Hotelaria e Turismo de Cabo Verde, Instituto de Emprego e Formação Profissional, Câmara de Comércio de Barlavento e autarquias locais.

Presidente Júlio Lopes garante que “ninguém fica sem estudar” por não ter possibilidades financeiras

Autarca garante apoio a todos que querem prosseguir os estudos, na Ilha do Sal

O Presidente da Câmara Municipal do Sal, Júlio Lopes, garante que na Ilha do Sal, ninguém fica sem estudar por não ter possibilidade financeira. Segundo assegurou, a Edilidade “vai apoiar” sempre quem quer estudar.

“Aqui no Sal temos um lema, ninguém fica sem estudar por não ter possibilidades financeiras. Quem quer fazer o 12.º ano, faz, quem quer fazer o ensino superior aqui no Sal, também faz (…) estamos aqui para apoiar”, reforçou, durante a sua alocução no ato da abertura de uma formação na área de cuidados a idosos e pessoas portadoras de deficiência, promovida pelo ICIEG.

O Edil sublinhou que no que diz respeito ao apoio ao estudo a juventude não tem do que queixar-se. “A juventude não poderá justificar o não estudar ou o deixar os estudos por falta de dinheiro. A Câmara está aberta e disponível a apoiar”, reiterou, esclarecendo, entretanto, que “quem quer ir” estudar no Japão ou nos Estados Unidos da América, o pode fazer mas suportando seus custos.

A formação do ICIEG é dirigida a 18 mulheres.

Parlamento debate e vota 10.º estado de emergência em Portugal

Diploma permite a proibição ou limitação de aulas presenciais e restrições à circulação internacional

A Assembleia da República Portuguesa vai debater e votar esta quinta-feira, 28, o decreto presidencial que prolonga o estado de emergência até 14 de fevereiro e que permite a proibição ou limitação de aulas presenciais e restrições à circulação internacional.

Este é o décimo diploma do estado de emergência que o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, submete ao Parlamento no atual contexto de pandemia de covid-19, e será discutido e votado pelos Deputados à tarde. Após ser aprovado, o Governo reunirá o Conselho de Ministros para aprovar as medidas de regulamentação.

O projeto, enviado na quarta-feira ao Parlamento e que tem aprovação garantida com, pelo menos, o voto favorável do PS e do PSD, permite mobilizar profissionais de saúde reformados, reservistas ou formados no estrangeiro.

O projeto de diploma visa permitir ao Governo a adoção das “medidas necessárias à contenção da propagação da doença covid-19” e prevê a possibilidade de suspender ou limitar chegadas a Portugal de certas origens e a cobrança imediata de coimas por violação das regras do confinamento, bem como a proibição de saldos e promoções que favoreçam o aumento do fluxo de pessoas nos estabelecimentos abertos ao público.

Cinco países lusófonos melhoram no índice de corrupção da Transparência Internacional e três pioram

Cabo Verde manteve-se na posição 41.ª com 58 pontos, depois de em 2019 ter subido desde o lugar 45

A percepção sobre a corrupção no setor público melhorou em cinco países lusófonos, piorou em três, incluindo Portugal, e manteve-se em Cabo Verde, segundo o Índice de Percepção da Corrupção, IPC, divulgado hoje pela Transparência Internacional, TI.

As maiores subidas foram registadas pelo Brasil, que com 38 pontos subiu 12 lugares, passando da posição 106 para 94, e Timor-Leste, que conseguiu 40 pontos e uma subida do 93.º para o 86.º lugar, indica a edição de 2020 do índice que avalia a percepção da corrupção no setor público de 180 países, pontuando-os de 0 (percepcionado como muito corrupto) a 100 (percepcionado como muito transparente).

Angola passou de 26 para 27 pontos, o que lhe valeu uma subida de quatro lugares na lista, ocupando agora a posição 142 (146 em 2019), e registando progressos pelo terceiro ano consecutivo.

No mesmo sentido, a Guiné-Bissau ganhou um ponto e subiu três lugares, da posição 168 para a 165.

São Tomé e Príncipe subiu da posição 64 para a 63 e conquistou 47 pontos, enquanto Cabo Verde se manteve na posição 41.ª com 58 pontos, depois de em 2019 ter subido desde o lugar 45.

O País consolidou a sua posição como o terceiro país mais bem classificado da África subsaariana, a seguir às Seicheles (66 pontos) e ao Botsuana (60 pontos), que ocupam respetivamente as posições 27 e 35 do índice.

Cabo Verde e São Tomé e Príncipe continuam a registar pontuações acima da média dos países da África subsaariana (32 pontos), a região com pior prestação no IPC, e da média global dos 180 países (43 pontos).

Moçambique perdeu um ponto, passando de 26 para 25, e caiu três posições, de 146 para a 149, depois de no ano passado ter subido 12 posições.

Portugal perdeu um ponto, passando de 62 para 61, e caiu da posição 30 para a 33.

A Guiné Equatorial manteve os 16 pontos do índice anterior, mas perdeu um lugar e passou para 174.º em 180 países da lista.

O Índice de Percepção da Corrupção, da Transparência Internacional, criado em 1995, é um dos principais indicadores à escala mundial sobre a percepção da corrupção no sector público de 180 países. O índice reflecte a percepção de especialistas e empresários e não da população em geral.

Globalmente, Dinamarca e Nova Zelândia partilham o topo da tabela, com 88 pontos, seguidas da Finlândia, Singapura, Suécia e Suíça, com 85.

Covid-19. EUA com 3.618 mortos e 147.183 casos em 24 horas

País contabiliza 428.654 óbitos e 25.580.995 casos desde o início da pandemia

Os Estados Unidos registaram 3.618 mortes causadas pela covid-19 e 147.183 casos nas últimas 24 horas, indicou a contagem independente da Universidade Johns Hopkins.

De acordo com o balanço realizado às 20:00 de quarta-feira (00:00 de hoje em Cabo Verde), o País contabilizou 428.654 óbitos e 25.580.995 casos desde o início da pandemia.

O estado de Nova Iorque continua a ser o mais duramente atingido pela pandemia com 42.887 mortos, seguindo-se a Califórnia com 38.420.

Os Estados Unidos são o País com mais mortos e também com mais casos de infeção confirmados em todo o mundo.

O número provisório de óbitos – 428.654 – ultrapassou já as estimativas iniciais da Casa Branca, que previu entre 100 mil e 240 mil mortos.

O novo Presidente Norte-americano, Joe Biden, indicou que, em fevereiro, o País terá mais de meio milhão de mortos e que, ao todo, o número de óbitos será superior a 600 mil devido ao novo coronavírus SARS-CoV-2

Política externa de Cabo Verde está boa e recomenda-se

Afirmação é do Deputado Armindo Luz, que fala em uma “geringonça” do PAICV com a UCID para questionar os “inconstestáveis” ganhos da política externa de Cabo Verde, nos últimos anos, com narrativas de “deriva inexistentes, com clara má-fé, ódio e malvadez”

O vice Presidente da bancada do MpD, Armindo Luz, afirmou hoje, no Parlamento, que a política externa de Cabo Verde “é boa e recomenda-se”.

O Deputado da Nação falava durante o debate sobre as políticas externas, tema agendado pelo PAICV.

Para Armindo Luz, Cabo Verde conheceu ganhos assinaláveis ao nível da sua política externa, com o atual Governo, e esses ganhos, no seu entender, são reconhecidos pelas comunidade e instituições internacionais.

Os Partidos da Oposição, PAICV e a UCID, questionaram esses ganhos, fazendo ecoar o caso que levou à demissão do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Filipe Tavares.

Para o MpD, o PAICV e a UCID, uniram-se, numa “geringonça” para questionar os “inconstestáveis” ganhos na política externa, nos últimos anos, criando narrativas de “deriva inexistentes”, com clara “má-fé, ódio e malvadez”.

O MpD, diz Armindo Luz, “está ciente” de que as perguntas constantes da interpelação “não dignificam”, em nada, a política externa Cabo-verdiana. “Estamos perante atos de campanha política partidária na vizinhança de eleições Legislativas”, referiu, acrescentando que o Grupo Parlamentar do MpD demarca-se da “lógica populista e eleitoralista” da Oposição que colocam a lógica do voto acima dos superiores interesses que é “servir” Cabo Verde.

Na sua alocusão, Armindo Luz defendeu que o PAICV quer confundir os Cabo-verdianos quanto a Embaixadores de carreira e Embaixadores que não são de carreira. “Todos os Embaixadores são políticos, ao serviço dos interesses de Cabo Verde e de todos os Cabo-verdianos. A diferença é que as Embaixadas deixaram de ser sedes de campanha do PAICV para passarem a servir todos os Cabo-verdianos”, enfatizou, precisando que houve ganhos assinaláveis a nível das políticas externas do País.

“Hoje nenhum Cabo-verdiano dorme à porta do Consulado, sob a chuva, frio e outras condições desumanas. O Governo (do MpD) cumpriu, elevando a parceria especial (com União Europeia) para uma parceria estratégica, explorando a parceria para a mobilidade com a UE”, elencou.

O aumento do pacote financeiro disponibilizado pela UE, entre o período de 2016-2020, também foi enumerado pelo Deputado como outros ganhos conseguidos, sublinhando que a UE disponibilizou 30 milhões de Euros para luta contra a pobreza, 20 milhões de Euros de reforço da parceria; apoio orçamental extraordinário superior a 30 milhões de Euros, com destaque para o Plano de Recuperação de Santo Antão em virtude das cheias de 2016, os planos de mitigação para as secas de 2017 e 2018, o apoio orçamental para as medidas emergenciais relacionadas com a Covid-19 e o reforço de capacidades institucionais do TC, Estatística e Planeamento, bem como novo quadro financeiro 2021-2027, com as alocações financeiras e áreas temáticas a ser ultimado.

Vários outros ganhos foram referenciados pelo Deputado, tais como parceria de mobilidade de modo a facilitar a emissão de vistos Schengen de curta duração, financiamento, por Portugal, em 120 milhões de Euros, para o Programa Estratégico de Cooperação, no período 2017-2021, assinatura do PIC V, 2021-2025 no valor de 78 milhões de Euros com Luxemburgo, assinatura do acordo SOFA, com EUA, acordo com a China, Brasil, Israel entre outros, para além de acreditação do primeiro Embaixador na Guiné-Bissau, a criação da nossa Embaixada na Nigéria.

Por tudo isso, o MpD diz que a política externa de Cabo Verde é “boa”, “melhor” que no passado recente e que o País goza de um capital de prestígio internacional, vertido pela credibilidade e pela confiança que inspira e transmite aos parceiros de desenvolvimento.

Praia volta a ser novo epicentro de Covid-19 em Cabo Verde

Município conta com 280 casos ativos do novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, Concelho da Praia registou mais 48 novos casos positivos

O Município da Praia voltou a ser o novo epicentro da Covid-19 em Cabo Verde, chegando agora aos 280 casos ativos, enquanto que São Vicente, passa a contar com 259.

De acordo com os dados avançados hoje, o País registou mais 103 casos novos, dos quais 48 foram diagnosticados na Praia. São Vicente teve 33, Maio, 3, São Miguel, 4, Santa Catarina de Santiago, 5, São Salvador do Mundo e Tarrafal de Santiago, com 3 cada, Ribeira Grande de Santiago, e os três Municípios do Fogo com 1 cada.

Entretanto, 67 pessoas foram consideradas recuperadas. Praia teve 11, Santa Catarina, 7, São Salvador do Mundo, 1, São Filipe, 1, Santa Catarina do Fogo, 1, Ribeira Grande de Santo Antão, 8, São Vicente, 35 e Maio, 3.
O País passa a contabilizar 680 casos ativos, 12.908 casos recuperados, 129 óbitos, 3 óbitos por outras causas e 2 transferidos, perfazendo um total de 13.722 casos positivos acumulados.

DP quer que Mónica Semedo deixe o cargo de Eurodeputada

Eurodeputada de origem Cabo-verdiana, anunciou na terça-feira, 26, à noite, a sua saída do Partido, mas não esclareceu se tenciona deixar o cargo de Deputada Europeia. A decisão surgiu após o caso de assédio moral a três dos seus assistentes parlamentares

O Partido Democrático, DP, quer que Mónica Semedo abdique do seu mandato no Parlamento Europeu, para que esse posto possa ser ocupado por um outro membro do Partido. A posição foi manifestada pela Presidente do DP, Corinne Cahen.

De acordo com o Jornal Luxemburguês, Contacto, a Eurodeputada de origem Cabo-verdiana, Mónica Semedo, eleita pelo DP, anunciou na terça-feira à noite a sua saída do Partido. A decisão surgiu após o caso de assédio moral a três dos seus assistentes parlamentares. Um ato que motivou uma sanção por parte do Parlamento Europeu.

Numa publicação, Mónica Semedo não esclareceu, no entanto, se tenciona deixar o cargo de Eurodeputada, avançando apenas que “vai continuar a empenhar-se a 100%” em prol da população.

Segundo a líder dos liberais, cabe agora a Mónica Semedo decidir a forma como quer continuar no Parlamento Europeu. No entanto, acrescenta que Semedo deveria entregar o seu mandato ao Partido, uma vez que a Eurodeputada foi eleita para defender os valores do DP, frisando que agora ela tem o dever de ser “consequente” nas suas decisões, ou não.

O DP não tem meios jurídicos para ir contra a decisão de Mónica Semedo, caso esta decida manter-se como Eurodeputada, uma vez que ela pode exercer a sua função na condição de Deputada independente do Parlamento Europeu.

Cabo Verde quer “valorizar a pesca” com formações

O Ministro da Economia Marítima de Cabo Verde, Paulo Veiga, disse hoje que o País quer “valorizar a pesca”, com formações destinadas a toda a cadeia de valor e assim facilitar a certificação dos produtos do setor

“Definitivamente este é o caminho. Nós temos que melhorar a cadeia de valor e poder entrar no mercado do turismo essencialmente. E isto começa exatamente pela formação dos nossos pescadores, das nossas peixeiras, dos nossos tratadores de peixe que, depois de terem a certificação, fica muito mais fácil certificar os produtos, tanto para exportação como para o setor do turismo”, disse o Ministro.

Paulo Veiga falava aos Jornalistas na cidade da Praia, durante a cerimónia de entrega de certificados a 27 tratadores de peixe do Cais de Pesca da Praia, que durante duas semanas receberam formação para aprimorar os conhecimentos nas questões de higiene sanitária, técnicas de evisceração, transformação, acondicionamento e conservação de pescado.

A formação foi ministrada na Escola de Hotelaria e Turismo de Cabo Verde, EHTCV, em finais do ano passado e teve a parceria do Ministério da Economia Marítima e do Cais de Pesca da Praia, o maior do País e que movimenta diariamente uma média de sete a 10 toneladas de peixe, segundo o diretor, Amílcar Silva.

Para o Ministro da Economia Marítima, o objetivo dessas ações é ter um “setor cada vez mais forte”, que vai desde as frotas de pesca, ao tratamento e venda do pescado. “Tudo isto é uma cadeia de valor e uma oportunidade para se desenvolver novos negócios”, salientou o Ministro, que aproveitou para apelar ao investimento do empresariado nacional no setor das pescas.

Paulo Veiga disse que esses profissionais poderão trabalhar para as empresas que exportam pescado fresco e dar um tratamento ao peixe igual ao que é dado em mercados internacionais.

Os 27 formandos saíram com maior domínio técnico e segurança sanitária na manipulação do pescado a fim de exercer a profissão em segurança e transmitir confiança aos clientes que visitam o Cais da Pesca da Praia.

O Presidente da EHTCV, Sérgio Sequeira, salientou que os tratadores de peixe vão agora fazer um trabalho “com qualidade”, enquanto o Diretor do Cais de Pesca, Amílcar Silva, garantiu que as formações vão ser contínuas, para dotar esses profissionais de mais e novas competências.

Agostinho Mendes Semedo, 31 anos, um dos formandos, lembrou que antes tratavam o peixe sem as mínimas condições de higiene no maior cais de Cabo Verde, mas que agora ele e os colegas estão capacitados para prestar um melhor serviço aos clientes.